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domingo, 22 de maio de 2016

eu, vegetariana

Para o picnic de ontem que vos falei fiz estes petiscos que partilhei no Instagram. Claro que levei uma refeição completamente diferente do resto da minha família, mas não me pareceu necessário mudar os meus hábitos alimentares se podia fazer eu própria aquilo que estou acostumada a comer em casa - mas de uma forma diferente.
Claro que não tive muitos candidatos a querer experimentar a minha refeição (à exceção de uns muffins que foram um lambisco e que eu comi um pequenito no final do dia para saber se estavam realmente bons). Só o meu priminho que partilha comigo estas "coisas das comidas saudáveis" é que foi petiscar e elogiou-me com um "Tu só fazes comidas fixes! Deixa-me repetir o húmus."

Acho que muitas vezes as pessoas acham que comer bem dá trabalho, é muito caro, não sacia, enfim, só desvantagens. E isso não é verdade. Os meus pais demoraram mais tempo a fazer o resto da comida deles do que eu sozinha a fazer tudo isto (e mais os muffins que foram "encomendados" por um tio que é muito fã).

Nestas fotos, a coisa mais calórica é mesmo a massa folhada. Tudo o resto tem zero adições de açúcar (sim, incluindo a limonada - o que fez com que ninguém tocasse nela sequer) e zero carne/peixe, ou seja, uma refeição completamente vegetariana.

Tenho que expressar a minha preferência pelo meu húmus. Eu levei para comer com tortilhas mas como sobrou um bocado, hoje ao almoço cozi espaguete integral e usei-o como uma espécie de pesto. Estava delicioso! Há tanta coisa boa que se pode fazer com esta receita...

Se estiverem interessados nas receitas, é só avisar! Partilho com todo o gosto.
Prometo que vão gostar e que nenhuma delas demora mais de meia hora a fazer (a tarte é a que demora mais porque vai ao forno). 


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domingo, 13 de março de 2016

weekend

Espero que estejam a aproveitar bem o vosso fim de semana. O meu não podia estar a ser melhor. Tive direito a tudo. Começar a sexta com os preparativos para um jantarzinho de aniversário. Jantar em família, cantar os parabéns, arranjar-me e sair para tomar café com a grupeta. Conversa da boa. Dançar muito. Dançar de olhos fechados e de sapatilhas nos pés para não parar por nada. E as saudades que eu já tinha disso? E a falta que me faz esta vida? No fim, ter problemas no carro e fazer a viagem toda a rirmos às gargalhadas, de madrugada, correndo o risco de ficarmos pelo caminho. Correu tudo bem! Já temos mais uma história para contar...
Levantar cedo (sim, pouquinhas horas de sono) e comer alguma coisa leve. Arranjar-me e sair para aproveitar este sol maravilhoso que eu já tinha tantas saudades e pedir bebidas de verão (que eu gosto tanto que peço durante todo o ano).
No fim, jantar de amigos até de madrugada, com comida do melhor que há e alguma bebida à mistura (lá se vai a dieta outra vez!).
Chegar à cama cansada e hoje voltar a acordar cedo. Almoçar devagar e tarde. E agora, pôr a vida em dia que o trabalho foi-se acumulando.
Mas estou a trabalhar de janela aberta, com o sol a aquecer-me e uma musiquinha boa no Spotify. Não podia pedir melhor.

Fossem todos assim.


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domingo, 17 de janeiro de 2016

[Muita calma nessa hora]

Já estou com a cabeça nas férias. Ainda falta mais de uma semana - com tudo a correr bem - para dizer que posso fechar os livros e finalmente descansar. Mas eu já fiz uma lista mental sobre o que quero fazer com o meu tempo livre. Para que nada se perca e tudo se rentabilize. Vamos por partes:

[1] Revolução no meu quarto
Literalmente. Quero tirar tudo. Limpar em profundidade. Reorganizar e esvaziar. Uma das piores partes desta fase de tanto trabalho é que pouco tempo me resta para arrumar e os papéis, os envelopes, as fotocópias, tudo e mais alguma que se vai acumulando. Quero acabar coisas que ficaram meias começadas e quero tirar metade da tralha que por aqui anda.

[2] Revolução no meu roupeiro
Mais uma vez, tirar tudo para fora. Reorganizar e eliminar mais de metade da roupa que tenho por aqui encostada. Deixar o que uso muitas vezes, o que me faz falta. Depois disso, percebo o que me falta, faço uma listinha e tento ver se me safo já no final dos saldos - vá, não me gozem, há que ter esperança!

[3] Atualizar
O blog, as minhas leituras da Vogue - tenho duas ali encostadinhas e nem tive a oportunidade de as ler sossegada (passar os olhos não conta!) - e as minhas pesquisas para novos projetos.

[4] Cultivar
Isto é, acabar os dois livros começados, começar os outros dois que foram presente de Natal e ver todos os filmes para os Oscars e todos os outros que me apetecer ver.

[5] Revolução na alimentação
Pôr em prática receitas que estão guardadas há muito tempo mas que nunca tive tempo (nem paciência) para experimentar. Criar hábitos novos e mais saudáveis.

[6] Revolução em mim própria
Tratar de mim. Ir à cabeleireira - também mereço! -, arranjar as unhas, uma hidratação profunda, esfoliação e tudo a que tenho direito.
E o mais importante: organizar as ideias, gerir o tempo, definir prioridades e escolher os meus 12 desejos para 2016 - que é como quem diz: os meus objetivos.

Mas agora há dois testes e dois trabalhos por fazer até conseguir pôr em prática estes pequenos planos. Calma, já faltou mais!


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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

[Passagem de Ano]

Mas agora fora todas estes queixumes que não trazem nada de bom a ninguém - o trabalho tem que ser feito, quer me lamente muito ou nada, não é verdade? - a minha passagem de ano foi espetacular. Não podia ter acabado e começado melhor o ano.

Como já é tradição, mostro-vos pormenores da minha noite e do almoço do primeiro dia do ano. Quem me segue no Instagram não verá grandes novidades por aqui.

Este ano quis uma decoração mais simples, mais rústica mas simpática. Como eu me sinto. Mais simples, com menos, mas mais feliz e com brilho natural. Tive que abdicar da toalha dourada, mas em contrapartida acrescentei algo muito, muito, muito especial na minha mesa.

 Estes talheres são muito especiais. Eram da minha bisavó. Ou seja, já devem ter mais de 100 anos. São lindos e tão históricos como contemporâneos (juro, a Zara Home tem uns super parecidos!). Passaram para a minha avó e agora são meus. Acho que não há melhor altura para os usar do que na mesa da Passagem de Ano. E vocês, o que acham?

 E só para vos surpreender, eu fui a pasteleira responsável por este bolo de aspeto nada-mau-para-ter-sido-eu-a-fazer. Bolo de baunilha com chantilly, morangos e raspas de chocolate (quer em cima, quer no meio como recheio). Eu quando quero, esmero-me.

Quando estava na difícil tarefa de saltear cogumelos na cozinha, entra a minha S. a gravar um vídeo e tudo mais... Fez-me uma surpresa. Não podíamos acabar o ano sem nos encontrarmos. Nem que para isso ela tenha feito não sei quantos quilómetros só para ver a minha cara de parva por causa da surpresa. Caraças...

Depois não podia faltar o miminho à minha Princesa. Fiz questão de tirar a primeira foto do ano com ela logo a seguir à meia noite.

Depois da meia noite eu e mais duas amigas - as de sempre e para sempre - vestimos um casaco quentinho e fomos dançar até a música acabar. Começar o ano com estas minhas pessoas é especial e só pode querer dizer que vai ser um ano do caraças!

Por fim, no dia seguinte, havia uma mesa bonita para se pôr. Desta vez também abdiquei dos vermelhos, dourados e verdes e escolhi o Lavanda para nos trazer tranquilidade e muito amor em 2016. Estou a gozar, apenas gosto desta toalha e estou farta de pôr mesas em vermelho.

O ano começou de uma forma perfeita. Não mudaria nada. Não comecei com bling bling nem de saltos ou de vestidos sem costas... Comecei exatamente como eu sou agora - botas todo o terreno, cabelo apanhado e sorriso na cara. Cheia de amigos, pessoas especiais. Não posso querer mais.


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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

[Fim de Semana XL]

Este fim de semana prolongado se fosse melhor, estragava. A sério! Não podia ter começado melhor, com uma notícia que me deixou tão contente e tão orgulhosa... Depois eu conto-vos (espero ter tempo para isso). A minha sexta feira continuou com uma bela pizza e um copo de Coca Cola sentada no sofá. Acabou num bar porreiro - não maravilhoso - num canto qualquer de Braga com um ambiente assim assim e o pior café que já bebi.
O sábado começou tarde. Deixei-me estar na cama - como faço aos fins de semana sempre que posso - e depois do almoço passeei a tarde toda pela rua, com um frio gelado mas com um sol maravilhoso. São os meus dias preferidos. Sou uma rapariga que adora o Inverno!
À noite fui beber um copo com os meus amigos de sempre (mesmo de sempre, tipo, desde a creche). Rimo-nos muito, a Bia descobriu que o meu telemóvel tira fotos com som (!!!), contamos disparates e relembramos aquilo que fazíamos na escola... E o Samuel que era o amor da minha vida... E lá estávamos a conversar sobre aquele dia em que lhe pedi para namorar comigo na rampa dos carros e ele, muito triste, me diz que não que ia mudar de escola. E mudou. E o meu coração ficou partido. Eu e o Samuel continuamos amigos, uns 13 anos depois. Ainda houve tempo para uma race, uns piões fraquinhos e uma rotunda muito barulhenta em frente ao McDrive às 3h da manhã. E não íamos no jipe. O Samuel entregou-me em casa sã e salva e muito contente por ainda ter amigos como ele e como a Bia que os adoro do coração e pretendo mantê-los sempre por perto.
No domingo foi dia do dolce fare niente. Que é como quem diz, dia do Pijama. Fiquei estendida no sofá com o meu irmão sem fazer nada desta vida. Relembramos o segundo filme do Hunger Games e discutimos a ementa para o Natal. Também descobri mais um projeto que me conquistou o coração e mal posso esperar por conhecer mais.
Ontem foi dia de cinema. Finalmente fui com o meu irmão ver o Hunger Games: The Mockingjay Parte 1. Falarei dele mais tarde.
Os shoppings estão uma loucura. Quase não se consegue entrar nos parques de estacionamento. Quando finalmente a fila avança, percebemos que não há lugares disponíveis e é preciso ter uma sorte do caraças para encontrar um lugar. Finalmente quando se encontra percebe-se, mal se entra no shopping, que é praticamente impossível entrar nas lojas. Possível é. Mas saímos de lá cheias de mazelas e com problemas respiratórios por já quase não haver oxigénio lá para dentro. E os cinemas senhores?! Sala cheia, digo-vos já! E o filme que já vai com duas semanas em exibição e ainda assim enche uma sala de cinema a meio da tarde?!
Mas o dia não terminou aqui. Quando regressei a casa fiz esta magnífica obra de arte:
Este bolo Red Velvet - sim! É vermelho! - foi uma experiência. Fiz pela primeira vez. Quero repetir no Natal. E vou ter em conta muitas coisas que não tive nesta primeira experiência. Baby steps. Espero ter tempo para fazer tudo aquilo que quero fazer para se comer no Natal - sabem que fico histérica nesta altura, não há hipótese.
O bolo ficou bem bom mas o próximo vai ficar muito melhor. Garanto.
Pelo caminho ainda fiquei viciada em tostas com queijo de barrar. Quem me conhece sabe que esta revelação é o mesmo que dizer que a partir de agora vou começar a usar Crocs e boleros de malha. Eu sou aquela pessoa que detesta queijo. Que só o cheiro já incomoda. Que tocar no queijo me dá náuseas. E lá estava eu, com as tostas de um lado e o queijo do outro. E que bem que me soube...

É. Eu ando assim. Fora com as ideias antigas. O que eu quero é experimentar coisas novas e provar aquilo que achava que não gostava e vai-se a ver...

Pelo caminho ficaram as tarefas por se fazer. Mas a vida são dois dias e eu prometi-me que este ano não ia falhar com nada mas ia ter tempo para mim, para aquilo que eu gosto e não estar todos os fins de semana a recusar dar um passeio e aproveitar um sol bom numa esplanada só porque tinha coisas para fazer. Não ando a falhar com essa promessa. São 3h30 da manhã e acabei de escrever este post. Antes dele acabei de fazer um trabalho. É tudo uma questão de prioridades e gestão de tempo.
Agora vou ver Mentes Criminosas que o meu fim de semana XL ainda não chegou ao fim.


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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Voltei!

É verdade! Voltei! Eu não disse que nem iam dar pela minha ausência? 
O que é bom acaba rápido, por isso já estou de volta, ainda de férias é certo, mas sem as rotinas casa-praia-casa-bares-casa.
Foi exatamente como eu queria. Foi mesmo para relaxar. Não houve stresses nem horários. Acordávamos quando queríamos, saíamos de casa sem ver as horas, íamos para a praia sem relógios ou telemóveis e só voltávamos quando nos apetecia. Não nos interessava se fazíamos praia uma tarde inteira ou uma hora. Íamos jantar à hora que estivéssemos prontos ou quando o jantar estivesse pronto. A única pressa era a fome. Essa menina é que nos fazia apressar. Foi a primeira vez que fizemos férias a dois. Uma semana. E foi tão bom.
Claro que foi bem mais calmo e sossegado do que ir com o grupo de amigos, mas foi bom por outros motivos. Não houve discotecas nem grandes festas. Tínhamos o casino, os bares, as ruas animadas à noite e nós os dois. Havia filmes e poker também.
As férias foram as mais simples que tive a nível de roupas e acessórios. Basicamente, usei calções e t-shirts ou blusas para a praia e à noite levava um vestido simples. Usei saltos uma vez - porque o vestido era demasiado comprido se usasse sandálias rasas - e maquilhagem 0 vezes. Acessórios também foram um zero redondinho. Nem relógio. O cabelo secava ao natural. Nem um pente lhe metia.
Quanto a compras, fiz três. Uma pulseira, um colar e um fato de banho giro que só ele.
O meu maior orgulho nestas férias foram mesmo as minhas experiências na cozinha. Eu, que sei aquecer leite no microondas e pouco mais, fiz verdadeiros manjares de deixar o marido a pedir mais. E não foi por necessidade, que ele cozinha muito bem, mas sim por gosto. E até nem me saí nada mal para principiante.
As fotos em baixo não são nada boas, mas eu nunca disse que sabia tirar fotografias e, além disso, a luz daquele apartamento era horrível, por isso é isto que temos. Babem-se (ou não)!
O Paté de Atum que o marido exige sempre que faça.

Linguini Nero de Marisco
que é a coisa mais maravilhosa do mundo e uma pipa de massa em qualquer restaurante. O marido reclamou com a massa preta, que não gostava, que fazia impressão, mas mal deu a primeira dentada rendeu-se e pediu mais. Ficou com a receita.

Dois docinhos de sobremesas - um Tiramisú e Gelatina de Ananás

Suminho de Laranja Natural
Fiz dois jarros que eu sou menina de beber disto aos litros de cada vez.

Discos de Salmão e Puré
Outro prato que o marido reclamou. Fez birra. Amuou. Que não queria peixe. Que não gostava de peixe. Que o que queria mesmo era uma francesinha. Que isto não alimenta nada. Que ia ficar com fome. Que não e não e não. Eu com tempo e paciência lá lhe fui explicando que ia fazer o peixe de maneira a que ele comesse, que ia gostar, que o peixinho faz muito bem à saúde, que é salmão e até as crianças gostam de salmão... Enfim. Uma vida depois, concordou. Quando provou, comeu quatro discos iguais a estes com saladinha mista a acompanhar.

Mas o marido não fica nada atrás no que toca à culinária. Esteve sempre responsável pelas torradas ou mistas do pequeno-almoço/almoço e ainda a outras refeições.
A primeira refeição foi uma bela Carne à Alentejana que estávamos com tanta fome que não nos lembramos a tempo de tirar fotografias.
Uma saladinha mista e bife de peru para almoço.

Panados de Peru com Arroz e Batatas (e Rúcula para mim)
E estes panados que estavam maravilhosos e que me souberam pela vidinha? É que estavam mesmo mesmo bons pá!

Esparguete à Bolonhesa
Este é o típico prato. Já cá faltava, não era? Estava bem bom e foi a última refeição que fizemos em casa.

Mas também fomos jantar fora. Ao nosso restaurante favorito do sítio. Não uma, mas duas vezes. Estávamos a pensar ir a outro sítio, mas foi mais forte do que nós. Preferimos pagar e saber que saímos de lá mais do que satisfeitos da vida do que ir a outro sítio novo, pagar um dinheirão (que lá todos os restaurantes são caros e nem sempre bons) e não comer nadinha de jeito.
Pão com Alho e Pão com Alho e Queijo
Esta é a delícia dos Deuses senhores. O melhor Pão com Alho e Queijo que já comi.

Como estávamos os dois na dúvida sobre que pizza escolher (adoramos estas duas), cada um pediu uma e dividimos a meio. Estavam divinais, como sempre.

Da segunda vez, pedimos só um Pão com Alho e Queijo - porque dois enchem muito. Experimentamos outras duas pizzas que passamos a adorar também. E a única sangria que eu gosto: Sangria de Espumante e Frutos Vermelhos!
Estava tão boa, tão boa que deitamos o jarro abaixo em pouco tempo e quase que fomos a cantar o fado até casa.

Estas férias também foram boas para conhecer e redescobrir bebidas boas para um dia quente.
A Somersby
que já era fã, mas durante esta semana ainda fiquei mais (Somersby e Radler são um espetáculo para quem não gosta, de todo, de cerveja - como eu!)

E a Schweppes Ginger Ale
que não conhecia e passei a ser fã.

Mas nem só de comidas e bebidas se fizeram as minhas férias. Também nos divertimos bastante. Claro que não vos vou mostrar tudo... Também não tirei nenhuma foto na praia nem aos meus looks porque raramente andava com o telemóvel atrás. O que restou destas férias em fotos foi isto:
Giríssimos.
Ainda não sei porque não compramos os óculos. Acho que nos ficavam muito bem e iam fazer-nos imenso jeito.

Aprendi a jogar poker numa madrugada qualquer na varanda de casa.
Ganhei 99% das vezes. Diz o marido que sou uma tola a arriscar na sorte.

Na última noite num dos bares da falésia. 
Estou com o colar que comprei nessa mesma noite. No make-up, como tinha dito. Apenas um vestido branco, umas sandálias brancas rasas, uma clutch estilo oriental com pedras douradas e um lenço pelos ombros que as noites eram bem frias frescas.

Adorei as minhas férias. Foi uma excelente experiência que não me importo nada de repetir sempre que tenha oportunidade. Espero que as vossas férias também estejam a correr muito bem, como vocês esperam. E agora o blog vai passar ao ritmo normal mas a começar com calma, devagarinho, que ainda estou com o pensamento no mar e na areia...


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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A Minha Primeira Tarte

Eu só não acerto é no Euromilhões. No dia em que entrei de férias disse à minha mãe que ia ficar doente. E fiquei. Estive todo o fim de semana de cama com dores de garganta, nariz entupido e dores de cabeça. Tudo de bom, não é?
De sexta para sábado adormeci por volta das 7h30 da manhã e às 10h acordei e não conseguia adormecer outra vez. Isso preocupou verdadeiramente os meus pais porque eu sou menina de me deitar tarde e acordar tarde, mas no sábado fui a primeiríssima a acordar.
Com muita insistência da minha mãe, acabei por tomar dois comprimidos. Eu sou daquelas pessoas chatas que nunca quer ser medicada e prefere sofrer mais um bocadinho e a dor passar "ao natural". A minha mãe passa-se com isso, como devem imaginar. Mas não pode reclamar muito porque o meu pai é igual, logo eu digo sempre que a culpa não é minha, mas sim dos meus genes do lado do pai.
O que é certo é que o meu outfit de fim de semana foi um belo de um pijama quentinho. Sexy, heim?
Depois de tomar os comprimidos as dores começaram a passar.
Como estava fartinha de não fazer nada e de estar enfiada na cama, decidi pôr em prática o que tenho aprendido nestas férias e fiz uma tarte. A minha primeira tarte! Aos 21... Shame on me!
Claro que os meus pais estavam sempre com piadinhas sobre a cozinha começar a arder ou a tarte ser comestível porque, na verdade, foi a primeira vez que fui para a cozinha de livre vontade. E não quis a ajuda de ninguém.
Tarte pronta, fui exibi-la. Todos bateram palminhas que sim senhor, bom aspeto tinha ela, agora sabor, disso é que já duvidavam.
À sobremesa todos quiseram uma fatia. O pai e o mano repetiram e lamberam os dedos. No domingo ao almoço, a tarte acabou. Não era grande, lá isso é verdade - era do tamanho da minha tarteira - mas que estava uma delícia, lá isso estava!
E assim provei que quando eu quero, eu consigo fazer!

Cá está a prova do crime.
A próxima que eu fizer vai levar alguns ajustes. Embora tenha posto a quantidade certa de manteiga e bolachas para a base, a manteiga é insuficiente. Para a próxima vou aumentar a dose e aí sim, ficara de trás da orelha ;)

São servidos?


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