sábado, 31 de dezembro de 2011

Balanço do jantar com o marido...

À tarde:
Ele: "Achas que é preciso reservar mesa?"
Eu: "É melhor. Pelo sim e pelo não. Já que vais passar por lá..."
Ele: "Oh não é preciso!"

À noite:
Empregado: "Têm reserva?"
Nós: "Não..."
(Empregado faz aquela cara como quem diz oh-meus-estúpidos-então-vocês-vêm-a-este-restaurante-na-véspera-do-ano-novo-a-uma-sexta-feira-à-noite-e-são-burros-o-suficiente-para-não-reservarem-mesa????)
Panicamos.
Eu: "Vês? Eu disse! Podias ter vindo cá reservar!"
Ele: "Oh eu não vinha cá porque eu até tenho o número do restaurante em casa..."

(Pausa para os nível de nervos baixar)

Meia hora mais tarde, o sr empregado conduz-nos à nossa mesa. Um cantinho agradável, mas ela era tão pequenininha que o marido teve de dobrar as pernas em 5.
Situações estranhas à parte, esperamos meia hora por tudo. Ora para pedir, ora pela bebida, ora pela pizza, ora para levantar os pratos, ora pelo café, ora pela conta, ora para levantar a conta, ora para receber o troco... enfim! Só para comer é que nem meia hora demorámos. Estávamos com uma larica que nem é bom lembrar! Mas estava tudo MA-RA-VI-LHO-SO!!!
A noite estava fria, mas não chovia, e por isso, ainda deu para darmos um passeio bem grande pela cidade... E que bem que sabe passear pela cidade levada pelo braço pelo nosso namorado!!!

Se este ano não voltar aqui ao meu blogzinho maiiiiii leindo...

... desejo-vos já um FELIZ ANO NOVO !!!
Que 2012 vos encha de alegria e que o que de melhor vos aconteceu em 2011 seja o que de pior vos aconteça neste ano novinho que se aproxima.
Esperamos a sua chegada com ansiedade! Divirtam-se muito!

Às vezes vomito frases como estas...

... Sou tão doce, tão doce, tão doce, que se alguém me ferrar fica logo com diabetes...

(Agora que fui pesquisar, sei que fui burra. Deveria ter dito "hiperglicemia" mas mais vale tarde do que nunca e é sempre tempo de aprender. Mas apesar de tudo, teve piada... Hã?!)

Fenómeno do Entroncamento na minha casa de banho II

Se há fantasma, pode-se dizer que lhe tomou o gosto!
Estava eu numa pressa sem precedentes, sabendo que tinha 45 minutos para tomar banho, lavar o cabelo, secá-lo e esticá-lo (uma coisa que demoro, em média, 1 hora) e tudo me atrasava. Ora eram os lençóis, ora era a loiça, ora era isto, ora era aquilo... Quando finalmente tudo indicava que teria tempo para a minha higiene pessoal, meti-me na casinha e liguei o aquecedor e pensei que tinha aviões a aterrar ao lado da minha casa, tamanho era o barulho. Olhei para a máquina e percebi que era dali que vinha o som. Parecia que ia descolar dentro de 10 segundos. Sem tempo nem paciência para as cenas do bicho, mas com muito sacrifício, fui uma valentona, disse-lhe que "birras a esta hora não" e desliguei-o sem mais nem porquê. Suspeito que estava uma temperatura abaixo de zero.
Superada essa prova e com pele de galinha, enfiei-me rapidamente dentro do chuveiro, ansiosa que a água aquecesse para não chegar mais próximo da hipotermia do que já estava. Erro meu. A água não aqueceu. E o sacaninha do fantasminha devia de se estar a rir às gargalhadas da minha figura de estúpida a tomar banho de água fria e sem desistir de lavar o cabelo... Eu disse que era valentona.
Digo-vos que isto é que é poupar! 10 minutos para fazer aquilo que costumo fazer numa hora. Mal feito, claro está... Mas feito.
Quando saí do banho, não resisti em lançar um olhar lascivo ao aquecedor. Daqueles ameaçadores, que intimidam até o Chuck Norris se for preciso. Mas nem lhe dei hipótese de me dar baile outra vez.
A minha salvação foi mesmo o secador... A única fonte de calor que encontrei dentro daquela casa de banho! Nunca fui à tropa, mas isto não deve andar muito longe...
E pronto, foi isto. Não sei como, mas quando regressei a casa pedi ao Papá para ir checar o aquecedor que ele andava a brincar com a minha face e na maior das tranquilidades, 1 minuto depois, o meu pai chega e diz "Ele está normal. Anda ver!". E eu fui. E ele estava normal. E riu-se de mim. Na minha cara.
Ah! Entretanto soltou-se uma peça da porta do polivã.
Rais'parta o fantasminha do autoclismo pah! Já não há paciência!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Hoje vou jantar com o meu namorado... Nhe nhe nhe nha!

Ao meu restaurante FA-VO-RI-TO de seu nome Picolo Mundo, muito Italiano, com muito ambiente, tudo a meia-luz (adoro esta expressão), muito romântico, onde as pizzas são... indescritíveis!!! Literalmente de chorar por mais, de atirar-me para o chão e bater com os punhos a gritar "MAAAAAAAAAAAIS!!!!" mas isto das pizzas e das pastas faz mal à saúde e há que comer com moderação.
Esta foto não mostra o quão romântico é o restaurante, mas serve para entenderem a expressão de meia-luz!
Roam-se de inveja!!!

Coisas Riquinhas III


Cup-cake mais fofinho do mundo, que é uma malinha, usada pela Lilly, filhota da Charlotte em O Sexo e a Cidade no casamento da Carie e do Big (naquele que afinal não foi casamento) Judith Lieber.

Clutch fofinha que só ela, Judith Lieber também.

Já que estamos numa de clutch fofinhas, esta também serve!


Aceito qualquer uma delas como prendinha de anos.

Fenómeno do Entroncamento na minha casa de banho...

Ontem enquanto tirava a camisola, os meus brincos caíram e as peças de trás perderam-se nos dois metros quadrados que a minha casinha tem. Sacudi o tapete, vi debaixo do móvel, desviei o caixote dos papeis, em suma, virei tudo do avesso. Encontrei uma! IUPIIII!!! Mas e a segunda? Nada...
Como o sono se estava a apoderar de mim, desisti, mentalizando-me e dizendo para os meus botões inexistentes "antes essa peça que o brinco". E fui para a cama sem pensar mais no assunto.
Hoje, mal ponho o pezinho na casa de banho, piso a dita peça precisamente no sítio que a tinha procurado ontem! Este jogo de esconde-esconde está a dar-me dores de cabeça... Será que tenho um fantasminha brincalhão escondido no autoclismo da sanita?

Há momentos na vida, que rogo pragas a mim mesma por ter a capacidade de ouvir em simultâneo o que me estão a dizer e o que o casalinho ao lado está a conversar...

Ontem, como já afirmei, fui aos saldos.
E o meu irmão, que nem é nada dado a compras, é quase ao estalo e mal, vidrou-se numas calças e queria à fina força a opinião mais importante para ele... a minha!
Pois então, entramos na a loja e ele levou-me à presença das ditas. Para grande surpresa, as calças até eram muito giras e empurrei-o para os provadores.
Enquanto esperava do outro lado da cortina, a conversar com a minha mãe, que se juntou a nós, estava, em simultâneo, a reparar na rapariga, nos seu 28 anos (mas daquelas que cheiram a churros e farturas de tão pimba que era) que estava, tal como nós, do outro lado da cortina, a falar para o seu mais-que-tudo e às tantas ele pergunta:
"oh amor, que achas?"
e ela responde "gosto muito! Define-te esses peitorais!" mas com aquele ar maladreco como quem "se não estivesse mais gente aqui, upa upa!"
Eu tentei esquecer, tentei pensar que o que ouvi não tinha passado de imaginação minha e que tudo estaria bem quando saísse dali. Agradeci aos santinhos por o meu irmão se ter despachado nesse momento, e agradeci também por não ver a peça jeitosa que estaria por detrás da cortina, ah... agradeci por não ver a figura que o jovem deveria ter com uma t-shirt (penso eu!) tão justinha que realçavam os peitorais, qual Marco da Casa dos Segredos.
ME-DO!

Today, I feel like this...

Sei que são "clichês", mas adiro totalmente...