domingo, 22 de janeiro de 2012

Compras, CEC, Amigas e afins...

Já ontem a coisa não foi mais tranquila.
Como as obras no quarto do meu irmão terminaram, estivemos de manhã a limpar tudinho para depois enfiar para lá a mobília. Íamos ingressar nessa missão quando o meu pai diz "Está um dia tão bonito... Vamos mas é aproveitar o sol!". Oh palavras sagradas! Enfiei uma vestimenta e zas para a rua! E o tempo estava mesmo bom! O tempo que perdemos para chegar à cidade é que não foi grande coisa. Eram rumarias a entrar por lá dentro como se fosse a própria da Madonna lá actuar! Uma loucura!
Demos uma voltinha e os ensaios continuavam. Desta feita havia um cavalo em ferros articulado e o boneco já estava levantado! (Ele no chão parecia muito mais pequeno!). Era surreal ver aquelas duas figuras a 5 cm do céu.
O pessoal estava pasmadinho da vida e parou tudo para ver o homem e o cavalo a ensaiar para o grande espectáculo!
Eu e a minha Mãe fomos as mais finas e aproveitamos para ver os saldos na Lanidor. Não me arrependi. Já vos mostro...
Depois demos uma volta pelo centro histórico e foi lá que eu O vi. Um casaco lindo e maravilhoso, fora do normal e quente que só ele numa loja de uma estilista da cidade. Era único e era a minha cara. Entrei. Era o S (Iuuuupiiiiiiii) e tinha um desconto de ... Nada mais nada menos de ... 100€! Marchou logo para os meus braços.
Continuamos no passeio e às 6 horas fomos para o carro.
Entretanto jantamos, fomos ao Shopping porque a minha mãe queria umas calças e no fim fomos para casa. O marido já estava à minha espera. Só fui mudar de roupa e saí logo (com o casaco novo, claro!).
Fomos para Guimarães. O espectáculo era às 22 horas. Ele teimava que seria fácil encontrar lugares para estacionar e eu resmungava que deveríamos ter ido por volta das 6 se quiséssemos ver alguma coisa.
Obviamente que demoramos 30 minutos a procurar um sítio para estacionar e acabou por ficar em cima duma rotunda rodeado por 30 carros como o nosso. E que bem que ali ficou. Era impressionante a quantidade de carros que estava na cidade!
Mais 15 minutos a pé até chegar ao local do espectáculo (entretanto o relógio já marcava as 22.25 horas) mas todos os acessos estavam vedados pela polícia!
Desesperei!
Será que não vou conseguir ver a abertura da CEC estando eu na cidade?!
Apetecia-me chorar!
Encontrei uma entrada e furei até não poder mais. Ia sendo esmagada... E certas criaturas levavam os filhos de 2 meses ao colo, para o meio da multidão! Apetecia-me chamar-lhes nomes e levar as crianças para um sítio seguro!
Tentamos 3 entradas e nenhuma surtiu efeito. Não via absolutamente nada!
À quarta, furamos e acabamos por conseguir ver no painel. Mas eu não queria ver assim (para isso via em casa!). Furei mais um bocado. Fiquei mais perto mas continuei sem ver nada. Houve fogo de artifício e acabou.
Foi triste!
Dirigi-mo-nos para a Oliveira e fui ter com as minhas meninas. Estava uma noite boa e o DJ também não era mau. Diverti-mo-nos as 4, como sempre. (O namorado foi ter com os amigos dele, calma, não o abandonei!).
Cirandamos por aqui e por ali sem destino certo, apenas a absorver aquela energia toda que a cidade ressoava. Sentia-se em todo o lado! Era incrível! Todas as gerações estavam a festejar!
Entre esta alegria toda, sobressaíram certas teorias entre as amigas:
- "E ao menos tens preservativos? Não, tenho tampões!"
- "Apercebi-me que a cerveja faz barriga!"
- "Mikisushi não é o nome de um DJ que já esteve no Pacha? Não, é o nome de um restaurante de sushi na cidade!"
No fim, por volta das 3.30 horas da manhã, estando com frio e fome, eu e duas das minhas 3 meninas, o marido e 3 amigos dele fomos para o Pedral, um snack/salão de jogos que está aberto praticamente 24 horas sob 24 horas e onde fazem cachorros, pregos, hamburguers e afins.
Saímos de lá às 5 da manhã, com a barriga cheia e a alma quentinha.

O cavalo articulado em ferro.

O boneco articulado feito de plástico (?!) muuuuuito resistente e ferro.






Para conhecerem o espectáculo e os próximos programas culturais, chequem este link http://www.facebook.com/groups/106868725446/
E aqui: http://www.youtube.com/watch?v=HKpPDYeqglg&feature=related podem ver quase o espectáculo completo!
A blusa da Lanidor que antes custava 35€ e eu comprei-a por 13€ e uns trocos. E era mesmo para mim. A única branca e a única do meu tamanho.



O casaco mais fofo e quentinho que já vi. Feito à mão, único, largão, e fica-me bem (modéstia à parte).
Custava 164€ e eu comprei-o por 64€. Love it!


Compreendem porque estive tão ausente?
Estou perdoada?

Compras, livros, CEC e afins...

Penso que nunca passei tanto tempo sem escrever. E que saudades eu tinha deste sítio! Mas juro que tenho uma boa justificação para tal falha. Ou melhor, várias justificações!
Comecemos pelo princípio.
Sexta feira, vesti-me para a cidade e rumei até Guimarães. A primeira paragem foi no sr. Fernandes (acho eu). Deixei-lhe uma relíquia dos tempos de solteiro do meu Pai, um relógio giro que só ele, para ele o apertar. Disse-me para passar por volta das 3 horas que já estava pronto. Fui ter com a minha mãe para irmos almoçar. Esperamos pelas amigas e lá fomos. No fim do almoço, elas foram trabalhar e eu fui para a biblioteca. Perdi-me nas horas no meio das estantes  e no meio de todos os autores e obras maravilhosas, com capas rasgadas, letras quase irreconhecíveis e o cheiro a livro velhinho, com imensos anos e que já passou por inúmeras mãos. (ah, como eu adoro isso!). Adoro comprar livros, mas nada se compara aos livros da biblioteca... São histórias dentro de histórias e desde os 3 anos que tenho essa fixação. Arrecadei o volume 1 de "Ana Karenina" de Tolstoi e "O Sexo e a Cidade" que literalmente caiu-me nos braços. O marido veio ter comigo, mas ele não tem muita paciência para a coisa e rapidamente saímos (com esses dois livrinhos bem perto do meu coração). Vagueamos pela cidade debaixo de um dia lindo de sol.
Guimarães estava agitada! Irrequieta e entusiasmada. Não cabia nela de tanto orgulho e felicidade. Pessoas corriam de lado para lado, técnicos do som, imagem, disto e daquilo discutiam a melhor opção para isto e para aquilo e a cidade estava viva que só visto! Fios, câmaras, microfones, holofotes, testes de som, gruas, instalações, rádios, televisões, jornalistas, pessoal técnico... Tudo num estado louco mas saudável, satisfeito e orgulhoso. A abertura da Capital Europeia da Cultura estava a aproximar-se e o povo estava em êxtase.
Depois de percorrermos uma e outra lojita, fomos ao sr. Fernandes. O relógio estava pronto e saí com ele no meu pulso.
Fomos para a praça da Oliveira beber coca-cola com gelo e limão como fazemos sempre no Verão. E que bem que se estava rodeados de turistas, curiosos, e gentes de microfones e câmaras em punho. Apreciamos a cena durante uns tempos (1 horita mais coisa menos coisa) e fomos para o Shopping.
Fiz uma compra de que me orgulho imenso na H&M.
Depois foi o costume, fui para casa e fomos jantar os 4 (eu, a Mãe, o Pai e o Mano).
No fim fomos passear para a cidade. Estava a decorrer o ensaio geral do espectáculo de abertura. Mas pouco deu para ver e os pés deixaram de se sentir tamanho era o frio.


O relógio (peço desculpa pela qualidade da foto mas foi o que se arranjou)


O Sexo e a Cidade e a Ana Karenina entre coca-cola, câmaras e conversas interessantes com o marido. 

A compra da H&M, que já andava de olho nela desde que custava 20€ e eu arrecadei-a por 5. Não caibo em mim de felicidade. Tenho de a subir dois dedinhos e está perfeita!

Uma das personagens principais do espectáculo da abertura de Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012. Um boneco articulado gigante!

Como queriam que tivesse tempo para vos escrever na sexta?
Já conto o que se passou ontem!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O bolo... Pois...

Não correu como eu estava à espera, não senhor, mas toda a minha família já o previa.
A todos os ingredientes, juntei amor e carinho e ainda barrei a forma com dedicação, mas não foi o suficiente.
Que eu não sou uma barra culinária, todos sabem, mas também não vamos exagerar! Os meus doces não são assim tão maus, e o problema neste caso foi mesmo a receita. Receita essa que todos os ingredientes eram em quantidades industriais, e quando percebi a quantidade de óleo que o bolo deveria ter, pensei "nem pensar que vou comer quase uma garrafa de óleo inteirinha" e toca a deitar tudo a olho! Pois... Isto do deitar "a olho" nunca foi para mim, assim como o q.b. EU É QUE SEI QUANDO CHEGA?! Proporções à parte, vá de misturar tudo, mas não de uma vez, não! Que eu escolhi uma receita complicadinha que só ela, e ora de separar as gemas das claras, ora bater as claras em castelo e reservá-las, ora fazer uma gemada com as gemas e o açúcar, ora misturar o resto nessa pasta, no fim misturar as claras... blábláblá... Fiz tudo como mandava a receita (pronto, menos as quantidades, já sei!) mas mesmo assim, no fim de tudo misturado, a quantidade de pápa era industrial!!! Meti ao forno na maior forma que tinha, uma rectangular, simples e tive de sair. Deixei um post-it no frigorífico a informar que se encontrava um bolo de chocolate com amendoins no forno, mas que tinham de o ligar primeiro para cozer. E assim foi. Calhou de não vir jantar a casa, mas por volta das 22horas, entro e pergunto "Viram o bolo, não viram?!" "Vimos." "Ligaram o forno?!" "Claro!" "E estava bom?!" "Tem muito óleo!" "Mas eu deitei menos de metade do que dizia na receita!" "Mesmo assim... Mas come-se vá!"
Corri para a cozinha para ver o bolo e encontro-o cortado às fatias umas em cima das outras. A minha alma tombou. Não tinha aspecto nenhum. A minha mãe diz que torrou mas que parece que ainda está mal cozido.
Aí a minha alma quebrou. Fiquei triste como a noite. Nem me apeteceu comer.
Hoje de manhã comi, e não estava assim tãaaaaao mau quanto isso, mas realmente está muito gorduroso. O pessoal cá de casa rejeita-o e não há nada que eu possa fazer para mudar o aspecto dele.
Eu sei que não é bonito de se ver, mas cá vai uma foto do dito cujo, como prova que mesmo não gostando da cozinha, eu ando a fazer um esforço... Lá para 2025 volto a tentar.

Fiz um bolo...

... depois conto como correu...

My eyes, my eyes, trajes académicos e palmieres...

Hoje finalmente fui com o meu homem comprar o traje académico e estava mais entusiasmada que ele! Sei que é feio, são bermudas em vez de calças, a camisa é de gola alta blábláblá, mas mesmo assim ele conseguiu fazer com que olhasse para a vestimenta com outros olhos... E que bem lhe acentava!
Por volta das 3 horas chegamos à loja e demos com o nariz na porta. Ninguém. Mas ouviam-se vozes. Espreitamos. Eram umas senhoras do outro lado, ao fundo do corredor que estavam a conversar. Fomos bater à porta "Boa tarde, não está ninguém ali na loja? No horário diz que abre às 2 e já são 3." "Ah, a colega atrasou-se um bocadinho (???) mas eu vou ligar-lhe!" (...) "A colega diz que já vem. Esperem só mais um pouquinho". Esperamos. 10 minutos, mais-coisa-menos-coisa, e ouvimos um carro a estacionar e alguém a subir as escadas. Era a senhora. Ups, era uma rapariga (25 anos, no máximo - ou enganava bem!) que se dirigiu a nós e disse "Vamos lá então?" Cadê as "Desculpem o atraso, mas tive um imprevisto!"? Nada. Adiante. Entramos, o meu homem disse que queria o traje completo e a rapariga lá lhe deu tudo a que tinha direito: bermudas, camisa, meias, tricórnio, sapatos, balzer, ... E ele lá foi provar. Ah, a loja tinha 2 metros quadrados e estava mais suja do que a minha casa em obras. Enquanto ele estava a vestir-se, tive tempo e mais que tempo para, discretamente, apreciar a peça que estava comigo. Ora a jovem envergava uma indumentária que enfim! Vestida com um fato de treino de cor deslavada, sapatilhas e cabelo apanhado com mola de cabeleireira. A sério?! Eu sou a favor de que as pessoas devam usar aquilo que se sentem melhor (lá por uns saltos de 15 cm serem muito elegantes, não é obrigatório usá-los no dia-a-dia! Há tanta mulher linda e maravilhosa de sabrinas, calças de ganga e blusa branca!) mas fato de treino e sapatilhas no local de trabalho e ainda por cima no atendimento ao público, não! Isso não! Só lhe falta ir de pijama ou algo assim. É confortável? É! Mas há que ter os mínimos.
Ainda por cima era mesmo novinha! Não era nenhum trambolho, muito pelo contrário, mas trenga que só ela!
Estivemos na loja para cima de muito tempo porque ora a camisa é apertada, ora os sapatos não entram, ora o casaco é largo, ora as calças estão justas... Mas no fim, tudo composto e no sítio, nem estava mau de todo... É o meu marido, e ele tem tudo no sítio, verdade seja dita!
Fiquei orgulhosa! O meu homem parece que ainda ontem estava no 10º ano e agora já está quase licenciado! Veio-me uma ou duas lagrimitas espreitar aos olhos mas contive-me, não ia fazer figuras!
No fim, tudo resolvido, disse adeus à rapariga e à sua mola de cabeleireira (pensando para mim que uso uma daquelas quando prendo o cabelo no banho e ela tem coragem de... enfim...) e seguimos caminho. Queria ir à biblioteca mas já não deu tempo, também queria ir a uma pastelaria lanchar mas já não dava. Disse ao meu marido que estava a ficar com fominha e que ia ter aula de condução das 5 às 7. Ele, querido qu'eu sei lá, parou na pastelaria e foi comprar-me um palmier! Soube-me pela vida, e partilhamos enquanto íamos a caminho de minha casa.
Às 5 horas, rumei até ao carro da escola de condução e hoje não houve nada de especial a apontar, nada digno de história ou breve apontamento, por sorte! Ou será que estou a aprender a conduzir?!
A dita cuja...

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Estou a ter umas ideias...


Pensamento filosófico...

O mundo é redondo, todos estamos de acordo em relação a isso, certo?
Então porque dizemos "vindos dos quatro cantos do mundo" se uma esfera não tem cantos?

Ando a dever umas horinhas à leitura...

Andei a pesquisar, e esta foi a minha eleição:

- Ana Karenina de Tolstoi
- D. Quixote de la Mancha de Cervantes
- Madame de Bovary de Flaubert
- Longe da Multidão de Thomas Hardy
- O Conde de Monte-Cristo de Alexandre Dumas
- Os Pilares da Terra de Ken Follet
- Jane Eyre de Charlotte Bronte*
- Orgulho e Preconceito de Jane Austen
- A Idade da Inocência de Edith Wharton
- O Caderno Dourado de Doris Lessing

*Nunca li nenhum livro da Charlotte, mas já li o da irmã Emily e adorei! Chama-se "O Monte dos Vendavais" e é um clássico da literatura inglesa. Sou muito esquisita com os livros, temas, tipo de letra (blábláblá) mas honestamente este despertou-me a atenção e o interesse a ponto de me agarrar a ele às 9 da noite e, a custo, largá-lo às 4 da manhã (só porque tinha de me levantar às 7.30h, se não, continuava). Aconselho!

Já agora, se tiverem sugestões, cheguem-se à frente! Eu agradeço!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Tons pastel, os nossos melhores amigos para a Primavera/Verão 2012

Principalmente o nude, mas não só. Cores frias em tons pastel vão ser o hit desta temporada e eu feliz da vida porque sou fã há bastante tempo desta paleta de cores.




Balenciaga







Oscar de la Renta







Dolce&Gabanna





Givenchy







Valentino










Elie Saab







(Tiara)
Louis Vuitton







Chanel

Resumindo e concluindo:
- Cores pastel (nude, amarelo pálido, verde água, rosa e azul claro) e branco.
- Estampados praticamente inexistentes.
- Peças básicas, que se combinam facilmente entre si mas que complementadas com os acessórios certos, criam um look único e versátil.
- Os must-have: vestidos (obviamente) e shorts, meeesmo shorts e com a cinta subida (tipo aqueles da Zara que postei em baixo).
- Cinturas marcadas, (formas femininas realçadas).
- Tecidos fluidos, rendas, ...

Espero que estas dicas tenham sido tão úteis para vocês como foram para mim.
Vá piriquitos do meu coração, tudo a correr para as lojas!