terça-feira, 2 de abril de 2013

Em modo repeat 27

E eu voltei a apaixonar-me.
A melhor música dos M&S!!! Lo-ve!


Principalmente hoje, dia em que voltaria para as aulas e a querida professora, doente, não pode dar a aula. Não lhe desejo qualquer mal, muito pelo contrário. No entanto, soube-me tão bem ficar em casa de manta pelas pernas - ainda que a trabalhar.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Páscoa

A minha "coelhinha" da Páscoa é uma "gata"!


Princesa do meu coração!

Preconceitos


Há que goste dele, há quem não goste, há quem simplesmente nunca tenha ouvido falar deste rapaz. Eu gosto e sou seguidora dele no YouTube e adorei este vídeo que ele fez sobre os preconceitos. Basicamente, disse tudo o que eu acho, como se me tirasse as palavras da boca. Vale a pena ouvir.

Ontem foi noite de cinema 13

Não vos tenho comunicado, mas ando a ver alguns filmes. Alguns muito bons filmes, outros não tão bons, em parte por causa dos Óscares - a maioria vi antes da cerimónia para estar dentro da situação.
Vou falar um bocadinho daqueles que mais me marcaram.

"Argo": Vi antes da cerimónia das estatuetas douradas e simplesmente A-D-O-R-E-I! Não estava à espera que vencesse o óscar de melhor filme, mas o mínimo exigido era a nomeação para melhor realizador. O Ben Affleck merecia. Fez um excelente trabalho. Há muito que não ficava tão nervosa, tão descontrolada com um filme, parecendo uma velhinha a gritar em frente à TV "TU NÃO VÊS QUE ELE TE ESTÁ A TRAIR??" ao ver as novelas mexicanas. Como se adiantasse de algo. Mas aconteceu-me o mesmo com este filme. Só queria que eles andassem mais rápido... que corressem... que voassem dali para fora a grande velocidade. No fim lembrei-me que tinha de respirar. Os atores foram brilhantes, os cenários, tudo! Gostei mesmo. Adoro filmes com história, principalmente as verídicas, que me entusiasmem, que transmitam algo. Que fiquem na memória. "Argo" vai, sem dúvida, ficar na minha memória.

"00:30-Hora Negra": Ora cá está outro bom filme. Ninguém cá de casa gostou. Todos acharam muito parado, sem ação nenhuma, sem interesse. Como descreveu o meu irmão "Nem na parte da ação o filme tem ação". Eu confesso que sou muito curiosa em relação ao tema retratado no filme (a captura do Bin Laden) e tudo o que isso envolveu. Como o 11 de Setembro está tão presente na minha memória e eu ainda me emociono ao ver as imagens todos os anos - algum dia hei-de deixar de me emocionar? - tudo o que na altura veio a público eu quis saber, quis ler, quis ver. Filmes, documentários, notícias em jornais, na televisão, as fotografias, os testemunhos, tudo. É um tema que me diz muito e talvez por isso tenha achado o filme incrível. É certo que não há grande ação - se esperam isso, mais vale não verem - não há grande dinamismo, mas há muita manipulação, muita lógica e mostram, pensamos nós, comuns mortais, como as coisas aconteceram na realidade. Quem como eu se interessa por esse tema, vale a pena ver. A Jessica Chastin está perfeita neste papel. Sóbria, discreta, inteligentíssima e bossy! Go girl!

"Os Miseráveis": Tinha uma enorme expectativa em relação a este filme. Não gostei. E não é por ser um musical, que eu gosto desse género, mas a história foi totalmente previsível, os atores não estiveram no seu melhor (salvo a Anne Hathaway, que ela não sabe não ser fantástica), as músicas não apelaram muito ao meu entusiasmo, o cenário em certas partes era notoriamente computorizado e temos de admitir, ver o Wolverine a cantar aquelas músicas todas lamechas não é propriamente muito engraçado - para mim, não foi! Acho que toda a publicidade em torno desse filme foi genialmente pensada de maneira a incentivar toda a gente a vê-lo, mas a verdade é que me desiludiu. Mas parece que fui a única. No entanto, o filme não é mau! Ficou foi abaixo (bem abaixo) das minhas expectativas.

"Decisão de Risco": É um bom filme. Disse ao marido que era bom mas não era um filme de Óscars e ele resmungou, disse que era e que devia ganhar - ele não percebe muito disto. E ficou todo chateado quando foram anunciados os nomeados e de entre eles, "Decisão de Risco" nada. Eu avisei-o. Apesar de não ser uma expert nesta matéria, conheço um pouquinho o género de filmes que a academia gosta de nomear e este, sem sombra de dúvidas, não estava dentro dessa categoria. É um bom filme, o Denzel Washington está muito bem, como sempre, e pronto, é só. Prometia mais.

"Lincon": Não tenho muito a dizer porque a verdade é que não passei do minuto 30. E acreditem, tentei 3 vezes ver o filme. Não me entusiasmou e acabava sempre por adormecer. Mas note-se que foi numa fase em que eu tomava antibióticos que me punham a dormir em três tempos. Talvez daqui a algum tempo lhe dê uma nova oportunidade.

"007-Skyfall": Se estão à espera de mulheres lindas e jeitosas tipo Halle Berry, de armas e objetos incríveis que fazem tudo menos tirar cafés e carros topo de gama, cheios de estilo e de truques manhosos como ficarem invisíveis... então não vejam o "Skyfall". O senhor tem uma única arma, um carro e uma mulher. Há mais história, é verdade. Há o Javier Bardem, que é um charme de homem, também confirmo. Mas está loiro e velho. Não gostei tanto. Still, foi o melhor ator do filme inteirinho. Mas confesso que fiquei machucada desde o início do filme quando destroem uns 5 VW Beatle lindos de morrer - para quem não sabe, é o meu carro de sonho. São destruídos porque sim. Não podiam ter outros carros ali? Tinham mesmo de ser aqueles? Depois é claro que não apreciei o filme. Mas fora de brincadeiras, achei o filme fraco no geral. Fraco na ação a que estamos acostumados, fraco nos diálogos, fraco nos cenários, nos objetos, nos atores... Mas é apenas a minha opinião!

"Hobbit": Fã confessa de "Senhor dos Anéis" desde o primeiro filme, tive imensa curiosidade em correr para o cinema ver esta nova trilogia que é nada mais nada menos do que a continuação dos três primeiros filmes mas fraquinho. Achei que era mais-do-mesmo, os cenários, as missões, os obstáculos, tudo era mais-do-mesmo sem qualquer necessidade. Não digo que não gostei, não! Claro que sim. Mas quem viu o Senhor dos Anéis e quem é mesmo fã, não se vai entusiasmar com este. Chega mesmo a tocar no aborrecimento. Mal saí da sala disse ao marido como iam ser os dois seguintes filmes porque toda aquela história foi muito repetitiva. Um dejá vú. Mas é sempre uma obra-prima ver aqueles cenários todos, ver o grande Gandalf, as aventuras, os monstros, toda a moral do filme... Pena, pena, pena foi não terem aparecido o meu Legolas nem o meu Aragorn. Esses sim, eram dignos de terem uma trilogia só para eles!

"O Impossível": Um murro na barriga. Daqueles fortes. Mas admito que pensei que fosse chorar feita uma Madalena arrependida e não foi tão comovente quanto eu pensava (note-se que eu achava que um lençol não seria o suficiente para me secar as lágrimas, mas afinal um pacote de lenços chegou). Não sou fã do Ewan McGregor (nem no Moulin Rouge apesar de eu adorar o filme) mas ele esteve tão bem neste filme que foi, em muitas vezes, o principal responsável pelas minhas lágrimas. É uma história de coragem, de desespero extremo, de sofrimento e de uma busca incessante da família, da união e da felicidade. Eu sabia que ia ser comovente e não me enganei. É um filme que nos deixa a pensar muito na vida. Oh se deixa! E aqueles cenários? E os efeitos especiais? Incrível. Absolutamente incrível.

"Django": Sou a pessoa mais estúpida à face da Terra, eu sei, e passo a explicar: quando vi o trailer deste filme pensei "oh, não me seduziu nada. O Tarantino desta vez não acertou." e assim pensei durante demasiado tempo. Até há duas semanas. Naquela de "já que não há mais nada para ver, bora lá ver o Django" e não é que fiquei absolutamente extasiada com tamanha genialidade - aqui entra a parte de eu me confessar a pessoa mais estúpida que existe: em que século é que o Tarantino não iria acertar? Em que dimensão é que o Tarantino ia fazer um mau filme? Em que planeta é que o Tarantino não me ia conquistar? Stupid me! Depois arrependi-me profundamente por não ter visto o filme mais cedo, mas uma pessoa nem sempre acerta, não é verdade? Bem, mas falando do filme mais propriamente. Foi, sem sombra de dúvidas, aquele que mais mexeu comigo. Pela primeira vez na história dos filmes do Tarantino, aqueles que já vi - e já foram bastantes - tive de tapar os olhos por não conseguir ver a cena. O filme é extremamente violento principalmente para mim que sou muito, mas mesmo muito, sensível ao tema. A escravatura e o facto de os negros serem tratados como animais (infelizmente ainda há muita gente que os vê desta maneira) mexe comigo, mói-me as entranhas, põe-me doente, faz-me sentir mal, menos humana, menos digna e este filme fez-me sentir assim, doente. Mas também sei que foi a realidade. Também sei que o senhor não inventou. É triste, mas faz parte da nossa História. E o Tarantino conta-a como ninguém. Aquele frio na barriga, aquela sensação de querer apressar as coisas e dizer às personagens o que fazer que me aconteceu com o "Argo" também me aconteceu neste filme extremamente longo mas que é de chorar por mais Tarantino. Acho que já perceberam que eu sou fã do senhor, certo?
Ainda assim, acho que o Django, apesar de ser uma lição, uma história a sério que falta muitas vezes em Hollywood, não destrona os "Sacanas sem lei" que é, sem dúvida, um dos melhores filmes que eu já vi. Prometo nunca mais duvidar do Tarantino e aconselho vossas excelências a verem o "Django".

"Comer, Orar, Amar": Vi na SIC este fim de semana. Era um filme que há muito queria ver e estava curiosa. Queria ler o livro, mas na altura não estava disponível na biblioteca e acabei por levar outros e esquecer-me desse. Mas hei-de pegar nele, principalmente depois de ver o filme. Achei-o lindo. Levou-me às lágrimas em alguns (poucos) momentos e em parte identifiquei-me com a personagem impecavelmente interpretada pela Julia Roberts. A temporada que ela passou em Roma corresponde exatamente às minhas expectativas quando, daqui a algum tempo (pouco, espero) viajar até à minha cidade de sonho. As lições por detrás de todo aquele enredo fazem muito sentido para mim, são verdadeiras e acho mesmo que são genuínas. Não sei se aguentaria o tempo que ela esteve na Índia - até porque eu e a oração nunca fomos grandes amigas - mas acredito que Roma e Bali me conquistariam o coração tal como conquistaram o dela. E quem nunca teve problemas do coração como os dela? Eu já! Oh, se já! E vontade de fugir para Roma não me faltou. Anyway, os cenários são de babar, a pureza e frescura da Julia são ingredientes indispensáveis para construir a Liz. Aposto que muita gente deste mundo precisaria de uma viagem como a que ela fez para se tornarem pessoas felizes e realizadas. Nota para o belo do moço do Javier Bardem que também dá um ar de sua graça e apimenta o filme de uma maneira tão calorosa que todas nós ficamos com o desejo de ir a Bali e por lá ficar! Um dos momentos (no meio de taaanta frase e momentos bonitos) que mais gostei foi quando ela lhe conta a sua história e ele também conta a sua e no fim ela diz que a dele é pior porque já era casado e já tinha um filho, ao que ele lhe responde "Nessa tua relação, os corações ficaram partidos?" e ela disse que sim "Então foi igual" respondeu.

Pronto minha gente, aqui está um curto roteiro do que tenho visto ultimamente. Aqueles que me marcaram (pela positiva e pela negativa) e que eu quis partilhar convosco, até porque há muito que não escrevia sobre os filmes, não era? Pronto, já sabem que este post se chama "Ontem foi noite de cinema" mas obviamente que não vi tudo isto ontem à noite. Era só para reforçar a ideia!
Ainda há tanto filme que quero ver: Anna Karenina, Para Roma com Amor, O Monte dos Vendavais, W.E., As Serviçais, A Árvore da Vida, A Vida de Pi, 7 Dias com Marylin,... Sei lá, são tantos que já não me lembro!

Vá, agora quero saber as vossas opiniões, as vossas sugestões e se partilham da mesma opinião que eu em relação aos filmes que referi. Mandem vir mais nomes de filmes indispensáveis - MENOS COMÉDIAS, 'TÁ BOM? TUDO MENOS COMÉDIAS!

Quero mudar o meu estilo - 3

Se queremos mudar de estilo, temos de saber por onde começar, certo? E às vezes essa é a parte mais difícil de todas. Não conseguimos distinguir quais as peças do nosso armário que favorecem o nosso corpo, as que não favorecem, os básicos, as peças que já não são indicadas, as que são,... Enfim! Apesar de já ter postado estas dicas no blog, o contexto era diferente. Mas neste, continuam a fazer todo o sentido.



A primeira coisa a fazer é mesmo arrumar o nosso armário. Mas como fazê-lo?

1. Separar. Separar é a palavra de ordem. Separar o que fica bem do que não fica, o que serve do que não serve, o que está em bom estado do que não está.
Depois de tudo devidamente separado, há duas ou três coisas a fazer: deitar fora o que está irremediavelmente estragado, doar as roupas que estão em bom estado mas que já não servem, por exemplo, e guardar as que estão em bom estado e aquelas que se pode remediar.
2. As peças irremediavelmente danificadas são as malhas que alargam, as t-shirts com buraquinhos, sarjas que descoloram, peças rotas, rasgadas, puxadas, enfim... Tudo o que não se consiga solucionar vai para o lixo porque apenas estão a ocupar espaço precioso no roupeiro apesar de não serem - ou não deverem ser - usadas.
3. Peças que não estão suficientemente más para irem para o lixo: blusas brancas que estão amareladas podem ser branqueadas e engomadas na lavandaria que ficam como novas. Botões descosidos podem voltar ao seu lugar. E se tiver perdido um botão? É uma boa oportunidade de mudar todos e construir uma nova peça! Calças com bainha por subir, cinta para apertar, bolsos para descoser,... tudo isto poderá ser feito de maneira a que a peça pareça nova e impecável. São pequenas imperfeições que são perfeitamente solucionáveis.
4. Peças que não servem, não se goste, não favorecem mas que ainda assim estão em boas condições podem ser doadas a instituições de caridade que irão, certamente, agradecer imenso o gesto.



Depois desta separação, fica-se apenas com as peças que valem a pena, que assentam bem, que estão em perfeitas condições. Mas há um armário para arrumar. Também trago soluções para isso - as minhas soluções que me ajudam todos os dias a escolher a roupa muito mais rápida e facilmente.

Mais uma vez, a palavra é separar. Há que separar, de entre a seleção que referi em cima, o que se usa diariamente do que se usa esporadicamente. Porquê? Para que de manhã - ou à noite, se seguirem o conselho que dei no primeiro post - estejam ao alcance, apenas as peças que interessam, sem que nenhum vestido de lantejoulas ou uns pumps se intrometam no campo de visão.

1. Essas peças que são usadas apenas em festas (vestidos, tops, acessórios, sapatos, clutches,...) devem ser devidamente arrumadas para que não se danifiquem pois normalmente são peças delicadas e que requerem cuidados especiais. Aconselho as caixas de arrumação que são cada vez mais bonitas e não servem só para arrumar como também para decorar. Coloque as caixas nas prateleiras de cima do roupeiro - são partes que normalmente não são usadas com a mesma regularidade que as de baixo e apenas por fazer isso, já se rentabiliza o espaço. Reparem nos exemplos de caixas que eu adoro! (Tenho a da Casa, para a bijuteria, e a primeira do Ikea, mas cheira-me que me vou afiambrar à verde da Zara!)

1. Ikea; 2. Zara Home; 3. Casa

Mas para quem não tem um roupeiro enorme há outras soluções! Há outros móveis que apesar de terem nascido para desempenhar outras funções, ficariam muito bem a suportar estas - e outras - belas caixas, servindo como um camiseiro ou um móvel de apoio ao roupeiro:

Um aparador. Ikea, 279€.

Um móvel de TV. Ikea, 60€.

Mas vamos aos exemplos mais práticos, que eu também sou uma moça virada para a decoração:

Reparem que na 3ª imagem, é usado um móvel idêntico ao de cima com as caixas. Arrumação e organização são as palavras de ordem.


2. E depois de ter as peças que referi devidamente arrumadas em zonas do roupeiro onde não "roubem" espaço essencial, há outros truques que vos quero mostrar para arrumarem a vossa roupa de maneira bonita, organizada e que facilite a escolha.
- Expor os vestidos, os casacos, as calças, as saias, etc. tudo junto. Ao misturar nunca se sabe ao certo o que temos no roupeiro, o que está para lavar, o que já está pendurado à muito tempo, e dificulta muito a vida de quem tem de ser rápida e eficaz a escolher o outfit todos os dias. Separar as peças é a primeira prioridade ao arrumar o roupeiro.
- Mas ainda podemos organizar melhor do que isto. Eu tenho tudo organizado por cores, por exemplo blusas brancas, rosas, azuis, pretas, saias rosa, bejes, pretas, vestidos pretos, cinza, vermelhos... E por aí fora. Tudo organizado por peças e cores.
- Outra dica importante é ter um cabide para cada peça. Sei que nem sempre é possível, mas facilita imenso porque está tudo exposto e tudo organizado. Na impossibilidade de isso acontecer, aconselho que se sobreponham peças da mesma cor para que continue arrumado. Também é importante que as peças mais delicadas tenham uma cruzeta própria, como blusas, vestidos, etc.

Recapitulando:
1. Escolher a roupa na noite anterior.
2. Se necessário, lavar o cabelo na noite anterior para que o banho da manhã não dure mais de 5 minutos.
3. 5 minutos dedicados à maquilhagem (usando aquela fórmula ou outra que mais gostem) e ao cabelo.
4. Arrumar o armário - separar o que não interessa e organizar o que interessa.

No próximo post provavelmente falarei dos básicos essenciais a ter no roupeiro que, depois de uma arrumação ao armário, todas terão uma nova noção do que lá existe e o que não existe.
Apesar de ter escrito um post tão extenso, espero que tenham conseguido ler até ao fim e que o tenham achado útil. Esse é o meu objetivo - ajudar!
Vá, gostava de sugestões, críticas construtivas, dúvidas, sei lá, o que quiserem - mais ou menos!
Já sabem que podem comentar, podem escrever no facebook da casa e podem enviar-me um e-mail para stickyandraw@live.com.pt

A tua roupa não me é estranha 24

Ainda numa tentativa de chamar o verão - não vou desistir tão facilmente - hoje trago duas propostas diferentes e frescas!
Diferentes porque uma é mais formal e a outra é bastante casual, ainda que ambas sejam muito elegantes. Frescas porque chamam o bom tempo, o calor, o verão!

A primeira proposta vem da nossa princesa favorita, a Kate Middleton. Gira que só ela, sempre cheia de estilo e classe. Mostra-nos como usar um blazer conjugado com umas calças skinny em cor coral e sabrinas. Haverá solução mais confortável e elegante ao mesmo tempo?
Comprovem:

1. Blazer Mango, 39.99€; 2. Lenço Stradivarius, 9.95€; 3. Sabrinas H&M, 9.95€; 4. Anel Parfois 4.99€; 5. Tank top H&M, 6.95€; 6. Calças H&M, 24.95€.
Look total por menos de 100€!


Por sua vez, a fofa da Louise Roe, mostra-nos uma maneira extremamente clássica e elegante de se apresentar num evento. É contemporâneo e vintage ao mesmo tempo, num equilíbrio perfeito. É um look claro e fresco, é simples e cheio de estilo. Confesso-me fã absoluta dos sapatos com a ponta em metal - principalmente estes da Mango!

1. Blusa Blanco, 9.99€; 2. Anel Parfois, 4.99€; 3. Cinto H&M, 4.95€; 4. Sapatos Mango, 37.99€; 5. Eyeliner H&M, 3.95€; 6. Saia-lápis Mango, 29.99€.
Look total por menos de 100€!

Então o que acharam? Gostaram das ideias? Eu espero que sim. Vá, manifestem-se!

Ora então

e essa Páscoa?
Agradavelzinha ou nem por isso?
A minha passou-se bem. Comi muito... Minha nossa, comi taaaanto... Agora é desta, vou começar a fazer dieta. Vou mesmo!

Espero que tenham gostado, que se tenham lambuzado com amêndoas e pão-de-ló!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Em modo repeat 26

Eu e o Z. prontinhos para sair do carro e enfrentar a chuva que caía enfurecida quando começa a dar na rádio isto:


E ficamos no carro até acabar feitos idiotas a dançar (gesticular, vá) e a cantar (ganir) até ao fim. Pronto, eu fiz essas figuras e ele ria-se de mim.

Quando saímos para ir à loja que o marido queria, o que começou a dar mal entramos?


Tenho um feeling que esta vai ser a minha música dos próximos tempos.


quinta-feira, 28 de março de 2013

Quero mudar o meu estilo - 2


Como prometido, hoje venho falar-vos da minha maquilhagem de 5 minutos. É tão simples, tão fácil, tão descontraída que é impossível não ficar bem a alguém ou que alguém se sinta incapaz de a usar.

Começo por aplicar um bom creme hidratante, de preferência com proteção solar, quer seja Verão, quer seja Inverno. O pior que podemos fazer à pele - principalmente a do rosto, por ser mais delicada - é expô-la ao sol sem qualquer proteção. (Todas sabemos que o sol faz envelhecer a pele, certo?)

Uma dica: aplicar sempre de baixo para cima e nunca em sentido oposto. Queremos contrariar a gravidade e não ajudá-la!

Depois do creme bem espalhado, chegou a hora da base. Tenham em consideração que estão a usar o tom certo, com as características certas para a vossa pele. Uma boa base é meio caminho andado para uma boa maquilhagem. Não exagerem na dose. Apliquem pequenas quantidades em vários pontos do rosto (testa, maçãs, queixo, nariz) e vão espalhando utilizando a mesma dica que dei em cima. Tenham a certeza que está bem espalhada no pescoço e perto das orelhas. A pior coisa é notar-se o risco da base.
Sei que há quem não goste da base, quem não se dê com ela, mas é uma questão de fazerem as pazes, de encontrar a parceira ideal e irem-se habituando com o tempo.

P.S.: Podem usar uma esponja para espalhar a base. Há quem diga que ajuda. Eu não gosto. Gosto de usar as mãos. Mas vocês experimentem!

Depois da base vem o pó compacto. Porquê? Para dar um acabamento mais perfeito à pele e para eliminar aqueles brilhos desagradáveis que todas conhecemos de ginjeira. É importante que escolham, mais uma vez, o tom certo da vossa pele. Ninguém quer andar na rua a parecer que barrou a cara com barro, ou pior, com Nutella, pois não? Mas vê-se muitas por aí.

P.S.: Não confundir pó compacto com blush.

A seguir vem o rímel. Digo-vos que é o meu melhor amigo do estojo da maquilhagem. É aquele que levo no coração. Ele e o batom - dezenas deles, vá. Gosto de um olhar sedutor mas ainda assim natural, sem grandes artifícios, sem adicionar nada, apenas a exaltar o que já tenho. E é para isso que serve a maquilhagem, no meu ponto de vista, para mostrar o que temos de melhor e não para esconder o que temos de pior. Há que nos aceitar como somos!
Bem, sobre o rímel. Só uso preto. Não me convencem com os rímeis de cores estranhas. Uso tanto nas pestanas de cima como nas de baixo. Extra-volume, porque não fui abençoada com umas pestanas alongadas.

Não uso lápis/eyeliner porque não acho que me fique bem, ou melhor, fico muito diferente e, por isso, guardo-os para festas, se me apetecer. Só uso lápis preto.
Sombras idem-aspas. Mas apenas uso sombras pretas, brancas (para zonas estratégicas) e douradas.

Posso aplicar depois um pouco de blush, ou não, depende dos dias. Não o considero essencial.

Por mim, mas não menos importante (é a minha maquilhagem favorita e a que gasto mais dinheiro) o batom. Não arrisco cores em mais lado nenhum que não no batom. O meu favorito é o vermelho e as suas variações, mas ultimamente descobri um castanho que me tem arrebatado o coração. Tenho usado cada vez menos cor e usado tons neutros, da cor da pele, ou batom de cieiro. Não há regras aqui. Cada uma usa a cor que mais gosta e como toda a maquilhagem é simples, podemos usar uma cor bem forte (o mesmo não acontecia se aplicássemos sombra, por exemplo).

Eu considero esta fórmula de maquilhagem (creme + base + pó + rímel + batom) fácil, clean e ideal para o dia a dia. Não é elaborada, até porque não gosto de muita maquilhagem, nem mesmo em festas, mas é a essencial para parecermos frescas e bonitas mesmo às 8 da manhã.

Isto até pode parecer uma eternidade ao ler, mas acreditem que não é. Porque não tentam testar num dia que até estão por casa sem grande coisa para fazer? Tentem fazer o mais rápido possível e depois comprovem se tenho ou não razão!

Espero que tenham gostado deste post e que o tenham achado útil. Prometam-me que vão testar o que aqui está ;)

Tenho um problema com... os tomates

Não gosto de tomate. Nunca gostei. Mas adoro molho de tomate, polpa de tomate, blablabla... Também não gosto de queijo sem ser derretido - informação importantíssima sobre mim que vocês deveriam apontar num post-it e guardar para a eternidade. Também não gosto de bacalhau, de maneira nenhuma. Pronto, acho que disse tudo.
Mas o que me levou a escrever este texto foi a indignação. A revolta. Os nervos.
Adoro sandes de pasta de atum ou pasta de delícias, mas para mal dos meus pecados, vêm sempre com tomate a acompanhar. Quando vou a qualquer sítio e peço, esqueço-me sempre, ou quase sempre, de pedir para tirar o tomate. Na segunda aconteceu-me o mesmo, mas valeu-me o meu namorado para me lembrar que eu não queria tomate na sandes.
Perguntei à funcionária se ainda ia a tempo de o tirar, e ela, com um sorriso simpático, disse que sim, que não havia problema nenhum.
Trouxe-me a sandes e eu meti-a na mala, porque não ia comer naquele momento. Quando cheguei ao carro, a caminho de casa, tirei e comecei a comer. Tudo muito normal. Até que sinto um sabor extremamente desagradável. Abri a sandes e lá estavam 4 ou 5 rodelinhas vermelhinhas a rirem-se para mim. O meu namorado ficou chateado. Queria ir reclamar. Mas eu não me apetecia voltar ao mesmo sítio para dizer à funcionária que tinha tomate na sandes. O que é que ela ia fazer? Tirá-lo, cuspir na sandes e voltar a metê-la no saquinho? Tirei o tomate, embrulhei num guardanapo - coisa que odeio fazer porque detesto deitar comida fora, mas a culpa não foi minha - e comi o resto. Não me soube a nadinha. Não gostei. Fiquei irritada.
Fazem-me sempre isto. Em TODO o lado. Até no bar da universidade - mas aí eu reclamei porque avisei duas vezes ao senhor e ele disse-me, enquanto fazia a minha sandes que TINHA PERCEBIDO, NÃO PRECISAVA DE REPETIR.
Seremos todos nós obrigados a gostar de tomate? Hum?
Outra história que me acontece SEMPRE: quando peço água natural, trazem-me SEMPRE fresca, principalmente no verão. Mas que se passa com a nossa restauração, pergunto!