terça-feira, 16 de julho de 2013

Os diários de Carrie

Ontem vi o primeiro episódio desta série. Já tinha lido o livro há uns dois ou três anos atrás (quatro?) e nessa altura não lhe achei muita graça. Não reconheci a minha Carrie. Li até ao fim mas definitivamente não me tocou o suficiente, até porque já não me lembro da grande maioria da história. Apenas de um ou outro pormenor.
Mas andava interessada na série. Queria ver até que ponto conseguiriam alcançar ou mesmo ultrapassar o sucesso de "O Sexo e a Cidade". Duvido sequer que a série seja uma referência. Não me cativou nadinha, não me apetece ver o segundo episódio e acho que a "Carrie" não é A Carrie. Esta é uma personagem completamente diferente. Nada faz com que eu a reveja nesta nova personagem. Nem os olhos azuis tem. Nem a mala coincidiu com aquilo que eu estava à espera!
Nada combina.
Apresento-vos a nova Carrie Bradshaw, na sua adolescência, de olhos verdes e cara rechonchuda. A miúda é engraçada mas é só isso. Faz-vos lembrar a Sarah Jessica Parker?

Estes são os personagens principais. À esquerda estão os melhores amigos dela, ao lado o seu príncipe encantado, o seu Mr. Big, o novo aluno no liceu e à direita está a rainha do liceu, a popular, que quer roubar o rapaz à Carrie. Pois, onde é que já vimos isto, não é?
Estão a ver porque é que eu digo que a história não cativa nem apetece ver o próximo episódio? Simplesmente porque já sabemos como vai acabar.

Por fim, os looks. Nada de especial. Temos de ter em conta que a adolescência de Bradshaw coincidiu com os anos 80 e por isso as roupinhas são todas da época, o que não torna a coisa mais interessante, muito pelo contrário.

Não vi nada de especial na série, mas penso que vou dar a oportunidade ao segundo episódio só para tirar as teimas e depois logo se vê. Posso estar a rejeitar a piquena porque para mim Carrie há só uma, por isso vou tentar ser mais tolerante e dar um desconto à série. Mas definitivamente duvido que me torne fã assídua.

E vocês já viram? O que acharam? Comentem minha gente! :)

Contem-me como estão a ser...

Ainda não fui aos saldos...
Contem-me como estão a correr. Onde vale a pena ir?

Falem, contem-me tudo!

Eu acho que nestes saldos me vou virar mais para a Zara Home do que para a Zara... Just saying!

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Sexta-feira

A minha sexta-feira tinha tudo para ter sido perfeita. Lanchei com o meu namorado no centro histórico, na esplanada, coisa que não fazíamos há tempo demais, e ainda tivemos o prazer de ver um casamento acontecer ali mesmo, à nossa frente, na igreja da praça. É sempre agradável. Eu sempre adorei casamentos e ainda não perdi o gosto.
Por volta das 17h30 despedi-me do Zé e fui ter com a minha mãe e com o meu pai. Passeamos e fui com eles lanchar (claro que eu não lanchei outra vez, fui só fazer-lhes companhia). Jantamos na minha segunda pizzaria preferida. Comi a minha pasta favorita. Já passava das 9 da noite quando entramos no restaurante, bem como eu gosto!
No final, por volta das 11h fui com o marido ao cinema. Vimos "Mestres da Ilusão" e A-M-E-I! 
Vínhamos todos contentes a falar sobre o filme, de como tinha sido agradável o nosso dia, de como deveríamos repetir, blablabla, quando numa rotunda um rapaz não trava e bate no meu carro. Às 3.30 da manhã. Diz que não me viu, que pensava que não vinha ninguém na rotunda e seguiu sempre. Pois, mas vinha eu. Fiquei em choque. Ele assumiu a culpa e estacionamos para assinar a declaração amigável. O Zé é que se manteve frio e comandou as tropas porque nem eu nem o rapaz estávamos muito conscientes do que era suposto fazer. Descobrimos que não havia canetas. Sim, estávamos sozinhos no meio da rua, às 3.30 da manhã, depois de um acidente, com a declaração à espera para ser preenchida e nicles, não havia caneta. Por sorte, uns amigos dele passaram, viram-no e pararam mas também não tinham caneta. Prontificaram-se a ir a casa de um amigo ali perto buscar (os amigos, o dono do outro carro ficou à nossa beira) e trouxeram num instante. Depois de tudo preenchido e milhares de números e papeladas depois, demos a sessão por terminada.
Fomos para casa. O meu pai já sabia porque eu já lhe tinha ligado e ele estava à minha espera só para se certificar que estava tudo bem. E estava!
Entretanto eram 4.30h da manhã e eu ainda estava a explicar como tudo tinha acontecido.

No outro dia, o meu pai ia entregar a declaração à nossa mediadora, que por acaso é nossa prima, e ela diz-lhe que está mal preenchida. O croqui estava bem mas as cruzes estavam ao contrário e que, por isso, eu é que tinha a culpa. Entrei em pânico! Ligamos para o número de telefone do rapaz mas nem ele nem o pai estavam em casa. Tentamos mais tarde e o meu pai falou com o pai dele, explicou-lhe a situação e combinaram um sítio para preencher uma nova declaração.
Felizmente ainda há pessoas honestas e merecedoras da nossa confiança! O senhor apareceu, por acaso também era mediador de seguros e portanto já sabia o procedimento de cor, preencheu tudo, eu e o filho assinamos e tudo ficou resolvido.
Amanhã passo pela seguradora para entregar o papel e espero não ter mais problemas com isto.

Depois de uma noite tão agradável, daquelas como já não tinha há muito, de puro namoro, alguma coisa tinha de correr mal. Mas dentro do correr mal, até correu bem. Os carros não ficaram muito estragados e nós mal sentimos o embate.
Tudo passa :)

domingo, 14 de julho de 2013

Quero mudar o meu estilo - 5

Há muito que não escrevo nada nesta rubrica. Ando a falhar convosco, mas prometo que vou tentar ser mais assídua!

Neste post, como prometido há muuuuuuuito tempo atrás, quando escrevi sobre os básicos aqui, disse-vos que no próximo texto vos aconselharia os acessórios ideais para complementar e dar vida a uma simples t-shirt ou a um vestido básico. Aqui estou eu para o fazer.

Quando falo em acessórios, não pensem só em bijuterias porque não se resume a isso. Refiro-me também a lenços, por exemplo, a chapéus, a cintos, a óculos de sol, a relógios... Enfim, tudo o que servir para dar um up ao look total.

Também podemos falar em acessórios básicos que ficam bem com tudo, como as pérolas e os brilhantes. Todas deveríamos de ter na nossa caixinha das jóias uns brincos assim. Basicamente, refiro-me àquelas peças que não prendem com nada e que são elegantes.

Passo a demonstrar:
(Para os quadros em baixo - o nº 1 corresponde à Parfois, o nº 2 à Blanco, o nº 3 à Zara, o nº 4 à H&M, o nº 5 à Mango e o nº 6 à Stradivarius).

Quanto às peças básicas, posso salientar as pérolas, as argolas, os brilhantes discretos e pouco mais. São as que valem a pena investir e não dispensar na nossa caixinha porque são aquelas que nunca nos deixam ficar mal, nunca passam de moda e ficam sempre bem com tudo!
Quanto à opção dourado vs prateado, fica à consideração de cada uma. Quando eu tinha uns 13 anos o dourado era sinónimo de algo antiquado que só as nossas avós usavam e até ficava ofendida se me oferecessem alguma peça em ouro. A prata era a minha cena. Hoje em dia aceito ambos, mas tombo sempre - SEMPRE - para os dourados. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, não é? Os brilhantes estilo diamantes, esses são os meus preciosos aliados. Tenho uns 5 pares de brincos sempre disponíveis assim como as pérolas.


 Estes pendentes são a minha nova paixão. Adoro conjugá-los e obter um look descontraído mas ao mesmo tempo cuidado. O símbolo do infinito, o símbolo da sorte e as três estrelas são dos meus favoritos. Mais uma ideia para vos mostrar que por muito discreto que seja, marca a diferença.

Estes colares já são mais vistosos do que os anteriores. São todos dourados (apesar de serem dourados diferentes) mas o colar nº 4 é, sem dúvida o mais versátil dos três. 

 As pulseiras não são o meu forte, confesso. O que mais gosto são de colares e brincos. Mas estas são todas diferentes. A primeira com as pedras cor-de-rosa é mais descontraída, mais romântica, mas casual. A de baixo é mais elegante e mais clássica, assim como neutra e simples. As outras duas estão muito na moda e são contemporâneas, divertidas e arrojadas. Todas elas são peças simples mas todas são diferentes.

O mesmo se passa com os anéis. O primeiro e o do meio são os que estão mais na moda (usa-se um em cada dedo) mas não são para todos os gostos. Podem, no entanto, serem usados um de cada vez, se preferirem. Os dois de baixo são mais clássicos e mais elegantes que não saem de moda. Simples e bonitos. O anel do canto superior direito corresponde ao estilo mais hippie, de praia, de verão. Mais uma vez, vários peças para vários gostos e todos eles básicos e bonitos.

Brincos compridos. Um tema delicado para mim porque até há bem pouco tempo recusava usá-los. Essa minha insistência devia-se ao facto de ter abusado das argolas gigantes e brincos vistosos e enormes na minha adolescência. Cansei-me daquele aspeto piroso e passei a usar apenas brincos pequeninos. Hoje em dia, em festas, gosto de puxar pelos meus compridos em brilhantes que amo de coração. Essa preciosidade (que vocês já viram aqui no blog) foi um desafio a que me propus. Escolhi aqueles porque, mais uma vez, são básicos e ficam bem com QUALQUER cor, com qualquer vestido, com qualquer penteado, com qualquer maquilhagem... Enfim, ficam sempre bem. Assim, estes que vêem em baixo são três exemplos de peças que são igualmente bonitas e neutras.

 Por falar em brincos pequenos. Uma pequena seleção de peças que não sendo básicas e clássicas, são bonitas e discretas q.b.

Com os relógios eu não gosto de baralhar. Gosto deles dourados, prateados e pouco mais. Porquê? Porque assim conjugam-se muito facilmente com as pulseiras, com os anéis, com a roupa - quer seja formal ou casual - com todo o conjunto.

E então e os colares descontraídos de verão que tão bem ficam quer por cima de uma túnica branca ou por cima do nosso biquini? Também fazem parte da lista. Aqui apresento uma seleção de 5 colares em missangas e outras peças que trazem o cheiro da praia e do calor e das noites com muita dança.
É de realçar que os colares compridos alongam a nossa figura, o que por si só, já é uma excelente vantagem, não acham?

Esclarecidas em relação à bijuteria clássica e básica, vamos passar à mais divertida. Àquela que dá vida e cor até aos coordenados mais aborrecidos que possam existir. Àquelas que são as personagem principais e que acrescentam interesse visual.

Os colares gigantes e cheios de pedras coloridas são um must have. Pelo menos um. Faz imediatamente sobressair tudo, realça o rosto, a roupa... Tudo. Tenham em atenção o peso. Ninguém quer acabar a noite com o pescoço dorido. Certifiquem-se também (principalmente nesta época de saldos) que estão lá todas as pedrinhas. Se não tiverem nenhum e quiserem mesmo comprar, aconselho um que realmente gostem e que diga bem com a grande maioria da roupa que têm em casa (pelo menos a que usam em festas). Depois vão acrescentando outros de outras cores à coleção sempre que possível.
Os primeiros são os mais vistosos e os do segundo quadro são os mais discretos mas que não deixam de ser bonitos e coloridos.


 Em relação às pulseiras a história repete-se. Há para todos os gostos, das mais clássicas às mais hippies. Eu gosto de todas, admito. No verão apetecem-me umas e no inverno outras. As pedras coloridas continuam a usar-se, assim como as tachas e o dourado... Muito dourado!

Ora cá estamos na outra área que mais me interessa: os brincos. Sim, estes são compridos e são todos ma-ra-vi-lho-sos! Quero-os todos! É certo que já não são para se usar em qualquer altura nem com qualquer roupa, mas dão sempre um jeitaço ter um par destes em casa. Eu sou mega-fã, e vocês? 

 Confesso que em relação aos cintos eu sou desleixada. Não gosto muito e por isso tenho poucos (porque quase nunca os uso). Os dourados, prateados e os pretos são os neutros que ficam SEMPRE bem e dão um upgrade ao look por mais simples que ele seja. Tenho de apostar mais nesta área.

Os lenços também são a minha área. Adoro e tenho montes deles. Estampados ou lisos, compridos ou curtos, neutros ou neon, tenho um pouquinho de tudo. Em cima de um look simples dão a vida e a cor que é necessário. Sou muito a favor deles para os looks de dia (trabalho, aulas...) porque mesmo que não tenhamos de manhã muito tempo para pensar o que vamos vestir e optemos por uns jeans e uma blusa branca, ao escolhermos um lenço destes já está perfeito.


As clutches há muito que deixaram de ter a simples função de armazenar o telemóvel, as chaves, o dinheiro e o batom. Hoje podem ser as protagonistas de todo um look ou pelo menos o ponto de partida. Optei apenas por clutches estampadas, mas existem inúmeras com aplicações de tachas, brilhantes, lantejoulas, bordados,... Um sem fim de opções que enriquecem qualquer guarda-roupa.


Resumindo:
Há acessórios neutros, tal como as roupas.
Os acessórios são, muitas vezes, as personagens principais de todo um look e este nunca está completo se não existirem os primeiros.

E vocês o que acham sobre este post? São das que apostam mais nos acessórios ou pelo contrário, não gastam muito tempo nem dinheiro com bijuterias? Acharam este texto útil? Quais são os vossos acessórios preferidos e aqueles que nunca ou muito raramente usam?
Gostava muito de obter o vosso feedback.

Podem fazê-lo para o e-mail stickyandraw@live.com.pt, através da caixa de comentários do blog ou através do Facebook.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Ontem foi noite de cinema 14

Mais uma vez, como já sabem, não foi ontem que vi a seguinte lista de filmes... Foi durante toda a semana que passou.
São filmes que estavam na minha lista à tempo demais e decidi, por fim, vê-los. Não são clássicos nem sequer grandes nomes. Provavelmente a maioria de vocês nunca ouviu falar, mas isso até é um fator positivo, certo? Vamos lá então:

Eu comecei, com os meus 10 anos, a ler os livros de "adultos". Sim, ainda lia Harry Potter, mas isso já não me chegava. Passei para a leitura mais soft dos mais crescidos. Recomendaram-me Nicolas Sparks e eu confesso que devorei a grande maioria dos livros que tinham saído até então desse autor. É fácil de ler, é romântico, faz-nos sonhar e recria situações do quotidiano levando-nos a acreditar que o grande amor está no café que frequentamos ou desperta enquanto lavamos a loiça.
Este filme é baseado num dos seus romances que eu não li. Mas metia o Robert e aí eu tive mesmo de ver. Adiei até mais não, mas esta semana aconteceu.
Não estava com grandes expectativas, e ainda bem. Não amei e é daqueles filmes que daqui a dois meses já nem me vou lembrar que existe. Faz-nos pensar um bocado em relação à nossa gestão do tempo e ao tempo que dedicamos a quem amamos, mas não vai muito além disso. No fim fiquei triste, mas é um habitué do autor. Tem uma história romântica bonita, mas não é épica.
Gosto do Robert e da menina que faz de sua irmã no filme.

 Este era O filme que eu queria ver há anos... Nunca tinha tido a oportunidade. Ou porque estava com o namorado, ou com o irmão, ou com a mãe e nenhum deles estava muito interessados na história da Gabrielle Chanel. Eu, amante da Chanel e de toda a sua história, consumidora compulsiva de imagens e livros da sua biografia, apaixonada pela sua arte e pela sua personalidade, sabia que mais cedo ou mais tarde este filme teria de ser visto.
Sim, eu conheço muita da história desta Senhora - através de livros bibliográficos, de pesquisas na internet, artigos de revistas... - mas este filme pouco acrescentou aos meus conhecimentos. Em relação a isso, fiquei desiludida. Não foi muito além da informação que qualquer um consegue aceder na wikipédia. Todos sabem que ela esteve num colégio interno, que "Coco" era o nome que o seu pai lhe chamava, que queria ser bailarina e cantora, que começou com a arte dos chapéus, que desenhou as primeiras calças para mulheres, que morreu sozinha no Ritz, que conheceu o Picasso, que desenhou para as grandes celebridades da época... Enfim, todos sabem isso, mas o filme aborda mais a sua relação com Etienne Balsan, um milionário, e a sua paixão por Arthur Capel que veio a morrer num acidente de carro. Foi o único amor da vida de Chanel. Para quem gosta de história, o filme não acrescenta quase nada. Quem gosta de romance, vale a pena ver.
No entanto, todas as cenas do filme são esteticamente perfeitas. Cada objeto é cuidadosamente colocado naquela posição, a luz, a cor, tudo é lindo. Se apenas avaliasse a estética, o cenário, o guarda-roupa, o filme valeria 20 pontos (de 0 a 20, claro!). É de salientar o talento enorme da Audrey Tautou que mais uma vez não me desiludiu. Ainda assim, vale a pena, principalmente para aqueles que não conhecem a história desta mulher que mudou o mundo.

W.E. é um trocadilho que significa "Nós" e Wallis Simpson e Edward VIII. Para quem não sabe, foi dos romances mais famosos da história e, de facto, é uma bela história de amor. O príncipe que abdica do trono para ficar com o amor da sua vida. Ela, socialite americana e divorciada, ele herdeiro do trono do Reino Unido.
Este casal passou "as passas do algarve" para ficarem juntos e contra tudo e contra todos, chegaram a casar em França e não se separaram até ao fim.
O filme conta a história dos Duques de Windsor e paralelamente a história de um casal dos dias de hoje, com um casamento infeliz e que vivem em Nova York. É um romance bonito mas o filme é extenso demais. Há partes que não interessam e eram perfeitamente resumidas e outras que deveriam ser mais exploradas. Mas isto é apenas a minha opinião de leiga, claro!
No entanto, este filme é precisamente como o anterior, perfeito esteticamente. Tudo pensado ao pormenor e só quem vê é que entende, efetivamente, aquilo que estou a dizer. Vale a pena só por isso. Só pelos cenários, pelas decorações, pelos jardins, pelas roupas, pelas maquilhagem, cabelos, enfim, tudo é perfeito. A comparação de uma história amorosa com a outra, a casa os duques sempre iluminada e a escuridão na casa do casal da atualidade... Têm de ver, até porque não é muito comum a história ser contada a favor da Wallis. E a cena da dança dela é absolutamente fantástica!
Quem, como eu, já viu o "Discurso do Rei" vai achar muita graça a este filme porque vai ver a história contada da outra parte e vai conseguir ver as duas perspetivas e talvez chegar à conclusão que todos eles agiram por amor - uns, por amor à pátria e outros por amor à mulher/marido.
É também de salientar que foi realizado e produzido pela minha Madonna (mas eu estou a ser completamente imparcial na descrição!) e que para primeiro trabalho não está nada mal... Ai não, não!

E então, gostaram? Já viram algum destes filmes? Se sim, gostaram ou nem por isso? Concordam comigo? Vá, mandem para cá sugestões de mais filmes para eu ver. Daqueles mesmo bons.

P.S. Dispenso comédias, filmes de terror e ficção científica.

Ora bamoláber...

Este tempo está tão apetitoso que nem me apetece ficar em frente ao computador nem por cinco minutos. Vario entre a piscina e a esplanada - para a semana já meto a praia ao barulho - e a vida vai correndo muito bem. Ai as férias que eu tanto mereço... O marido é que ainda não está, mas a partir de amanhã o assunto fica arrumado.

Ontem foi a noite branca na minha cidade - a mais linda do mundo, caso não saibam - e foi bastante divertida. Ia com um objetivo: experimentar a Sagres Radler. Não sou nada dada à cerveja mas adoro limão. A vodka está cara. Ora cá estão todos os fatores para começar a gostar de cerveja nem que seja a Radler. Entrei em 8 bares/cafés. OITO, senhores, leram bem. E NÃO HAVIA RADLER!!! Estava esgotadíssima. Mas... mas... como??? Tive de enfiar uma frize limão pelo bucho mas de mau grado.
Tirando isso, tudo correu bem. O tempo estava incrível, o ambiente idem-aspas, estava a usar pela primeira vez um vestido que foi prenda do marido lindo de morrer... Todos os ingredientes para que a noite fosse muito agradável.

Enfim, é assim que andamos. Eu prometo que vou dando notícias para breve!
Fiquem atentas :)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

It was a perfect day!


25 anos

São os anos que os meus pais estão casados. Não são 25 anos perfeitos, mas são os mais bonitos que eu já vi. Desejo que quando for a minha vez tenha tanta sorte como eles tiveram. Amam-se incondicionalmente e apesar de não serem muito românticos, estão sempre juntos, sempre lá. Quando mais precisaram sabiam que podiam contar um com o outro acima de tudo. Nunca vi nenhum casal a passar pelo mesmo que eles passaram e estar cada vez melhor, cada vez mais unido. Quero um casamento assim.
E eu só quero que esta boa sorte, esta harmonia continue a soprar para estes lados. Que me continuem a inspirar. E que continuem a inspirar os outros, porque eu sei o que todos dizem, o que todos pensam. Basta passarem dois minutos com os meus pais. Saem sempre juntos, nem que seja para ir ao supermercado. Nunca deixam ficar mal o outro, nunca discutem em público, mas discutem em casa (sim, porque eles não são perfeitos). O meu pai é o mais teimoso, o mais orgulhoso. Eu saio a ele. Custa pedir desculpa. A minha mãe é perfecionista e gosta das coisas à maneira dela. Já estão a ver a cena, pois já? Mas incrivelmente eles dão-se muito bem. Sem romantismos nem clichés, mas são muito felizes. Disso não tenho dúvida nenhuma... Aliás, porque se nota!

Parabéns Papás!
Que eu tenha metade da vossa sorte.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

A tua roupa não me é estranha 30

Como já chegou o calor, o bom tempo, a altura em que destapamos a pele e somos mais felizes, decidi combinar um novo look desta rubrica e escolher uma pessoa que cheira a verão - a Solange Knowles.
Claro que  escolha do look não foi à toa. O facto de termos o amarelo que é tão tendência e os tops que deixam ver a barriguinha sexy levaram-me a escolher este look entre tantos outros maravilhosos. Também optei por uma clutch transparente que é mais uma das grandes tendências desta estação.
1. Top H&M, 24.95€; 2. Cinto H&M, 9.95€; 3. Clutch Stradivarius, 25.99€; 4. Botins Pull&Bear, 19.99€; 5. Lip gloss H&M, 2.95€; 6. Saia Zara, 39.95€.

Gostam deste look? O que me têm a dizer destes tops? E do amarelo? Sei que é uma cor de amor/ódio. E a nova "roupagem" da rubrica está mais bonita ou preferem a antiga? Comentem com a vossa opinião!
Sabem que o podem fazer em comentários aqui no blog, para o email stickyandraw@live.com.pt ou para o Facebook.

Sobre a Universidade

Agora que estou na reta final do meu primeiro ano do Ensino Superior, posso falar-vos mais concretamente e por experiência pessoal do que é isto de se ser universitário.

Como já vos tinha contado neste blog, fiquei um ano parada a tentar fazer melhorias para conseguir entrar no curso que eu queria e perto de casa (o que coincidia com a melhor universidade pública dentro dessa área). Assim o fiz. Não consegui melhorar o suficiente à disciplina que precisava mas consegui tirar muito melhor nota no exame de português. Foi ele que me permitiu estar onde estou hoje. Não era para o realizar, porque tinha ficado com 15 de média final e não precisava de subir. Mas algo me disse para o fazer e já que ia ficar um ano parada e ia, aproveitei a onda. Subi para 17.
Primeira lição: nunca descartar hipóteses e aproveitar sempre as oportunidades que nos são oferecidas.

No entanto, e mesmo depois de ter feito a primeira e a segunda fase do meu exame de desenho e de ter pedido dois recursos (aos quais ganhei), não foi o suficiente, por 2 centésimas, para entrar no meu curso. Tinha de ter um plano B.

Foi o que me aconteceu. Neste momento estou a acabar o primeiro ano de Ciências da Comunicação na Universidade do Minho. Para quem veio de Artes Visuais, não vou dizer que é fácil - não é de todo! - porque os professores tomam como princípio de que todos tivemos História, Geografia e Matemática Aplicada às Ciências Sociais. Eu tive História da Cultura e das Artes, Desenho A e Geometria A. De pouco me serviram este ano. Tive de fazer um esforço extra para me adaptar e aprender sozinha em casa aquilo que o pessoal de Línguas e Humanidades aprendeu ao longo dos 3 anos do secundário. Não é impossível!
Segunda lição: temos sempre de saber adaptar-nos às situações. Ninguém vai fazê-lo por nós nem vão mudar o esquema para que consigamos acompanhar a matéria.

Confesso que não fui muito feliz para a universidade. As cadeiras não me diziam muito - nada! - mas era melhor este curso do que nenhum. Depois pensei: neste curso posso seguir Jornalismo, Audiovisual e Multimédia, Relações Públicas e Publicidade em todas as suas vertentes. Estou no melhor curso desta área do país, numa das melhores universidades do país. Com boas condições, com pessoas muito porreiras, com professores competentes. Estou perto de casa e dos meus. Que mais poderia eu pedir?
Tive de aceitar e começar a tirar partido daquilo que consegui conquistar.

Mas isto é um blábláblá que não vos interessa nada...


Algumas pessoas me têm feito perguntas sobre a universidade e sobre o curso e por isso achei por bem fazer um apanhado e responder a todas as questões, até àquelas que não perguntaram, mas têm essas questões por responder. Estejam à vontade para fazer novas perguntas, se acharem necessário. Este blog também serve para isto mesmo!

Portanto, em relação à exigência, posso garantir-vos de que em nada tem a ver com o ensino secundário. Têm horários rígidos, têm de estar presentes nas aulas, têm de fazer todos os trabalhos e todos os testes. Basta não fazer um elemento de avaliação chumbam à cadeira e só a podem fazer no ano seguinte. Têm notas mínimas para passar e não ter de ir a recurso (obviamente!) que normalmente estão entre o 8 e o 9, mas altera de acordo com o professor. Podem ir a recurso, mas se não passarem, já sabem que essa cadeira fica para o ano. Os recursos são os exames que se realizam depois das aulas terminarem, de todos os testes estarem feitos, de todos os trabalhos terem sido entregues e das notas estarem dadas.
São exigidos trabalhos com uma estruturação rígida. Sim, têm de fazer bibliografia a sério, como vêem nos livros e sim, os prazos de entrega são rigorosos.
Uma coisa muito importante: o inglês é muito importante. Quem não sabe ler em inglês não consegue ter bom proveito neste curso. Há muitos livros, textos, fichas para ler nessa língua. Também há em francês e espanhol mas são mais raros (pelo menos no primeiro ano). E sim, há MUITOS textos para ler, muitos livros, muitos artigos... Em suma: há muito trabalhinho pela frente.
Há testes e trabalhos todas as semanas e por vezes seguidos. Mas ninguém disse que era fácil, no entanto, também não é impossível.

O importante, resumindo, é: manterem-se informadas, atentas à atualidade, ter a mente aberta, saber um pouco de todos os temas, ter paciência para todas as cadeiras mais chatas, saber inglês. 

Espero ter respondido a pelo menos algumas perguntas. Se tiverem mais alguma, façam o favor de as exporem aqui nos comentários, por email stickyandraw@live.com.pt ou pelo Facebook do blog.