segunda-feira, 18 de maio de 2015

[Tchim Tchim]

Têm sido dias cheios. Só de coisas boas.
O problema é o tempo. Há pouco tempo, pouca vontade de estudar e muita vontade de me estender ao sol. Com tudo a que tenho direito.

Tenho mil e uma ideias para posts mas não tenho tempo agora. Espero vir a ter durante esta semana. É difícil organizar-me com os horários todos trocados. Isto de dormir de dia e sair à noite durante 5 ou mais dias tem que se lhe diga...

Mas correu tudo bem. Foi tudo perfeito.

Mais um brinde a mim e aos meus. Aos novos doutores.
Custou, mas valeu a pena.


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quarta-feira, 6 de maio de 2015

[A dar as últimas]

Hoje é o último dia que vou praxar. Não é que tenha praxado muito, é uma verdade. Pensava eu que ia ser a mais assídua de todos os meus colegas. Enganei-me redondamente. Deixei de ter vontade, paciência e os trabalhos não se iam acumular só por causa disso.
Infelizmente não criei os laços que contava criar no início do ano. Simplesmente não aconteceu e eu não sou pessoa de fingir.

Maio e junho vão ser os meses das despedidas, das "ultimas vezes", do "nunca mais vamos voltar a fazer isto"... E isso deixa-me nostálgica e triste. A minha vida vai mudar. A vida de todos vai mudar. E isso não é necessariamente mau. Novos objetivos, novos planos, novas rotinas, novas lutas. Quer optemos pelo mestrado ou pela via profissional, os desafios vão estar lá. E nós estamos prontos.

Vamos deixar-nos de mariquices. Antes disso ainda vem o Enterro da Gata! E antes do Enterro ainda vem a Serenata (a última!) e o nosso dia. O dia da Imposição das Insígnias. Que vou chorar que nem uma Madalena perdida. Ainda por cima vão estar todos lá. Todos quem eu queria que estivessem! Que sortuda que eu sou!

O importante (pelo menos agora, para evitar pensar nas despedidas) vai ser o jantar que estou a organizar para a noite de sábado.
Fiz um vestido (uau!) mas não me estão a incentivar a usá-lo. Blablabla que "tens coisas mais giras no roupeiro para usar...", "o vestido vai-se desintegrar todo". Enfim, toda uma confiança no meu trabalho como estilista e costureira. E eu até acho que não está assim tão mau quanto isso, mas pronto!
Já tenho a minha opção B. Vocês já viram o vestido por aqui duas vezes. Esta terceira (se for a minha opção) vai ser completamente diferente dos estilos que usei anteriormente. O importante é renovar, escolher uns acessórios giros e parece um vestido completamente diferente ;) Eu não vos digo que também sou adepta da versatilidade? Do reaproveitamento das peças?

A modos que este fim de semana vai ser muito especial. Mesmo muito especial. E a semana que se segue vai ser maravilhosa - espero eu! - e memorável. 

Um brinde às últimas vezes.


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sábado, 2 de maio de 2015

[Objetos de (muito) desejo 41]

Pode vir tudo, por favor.

Blusa, Brincos e Vestido | H&M
Cinto/Carteira e Cinturão | Mango
Botins e Saia | Zara


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quarta-feira, 29 de abril de 2015

[Em Modo Repeat 43]

Posso dizer-vos que ainda ando um bocado tola com esta música e que praticamente todos os dias a ouço. Várias vezes. É doença?

Enjoy!

De nada.


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segunda-feira, 27 de abril de 2015

[Ontem foi noite de cinema 27]

Ando a dar-lhe certinho nos filmes. Que saudades de ter um tempinho extra para ver aqueles que estão na lista há tempo de mais. E os que ainda faltam...
Tenho sempre a intenção de ver o Birdman mas na hora da verdade, descaio-me sempre para outros que têm mais a ver comigo ou que captaram mais a minha atenção.

Selma
Já sabem que o tema do racismo, do preconceito mexe-me com o sistema nervoso como poucas coisas o fazem. O Martin Luther King é, talvez, uma das personalidades que mais admiro na história (assim como o Nelson Mandela, entre outros). Não podia deixar de ver este filme.
Não conhecia este excerto da história da luta do dr. King e por isso gostei muito do filme. Mostrou-me muito mais do que aquilo que já conhecia.
O filme está muito bem feito, bons planos, bom enredo, uma dinâmica quase sempre boa. Bons atores e algum rigor histórico - não nos podemos esquecer que é um filme e que muitos pormenores são omitidos.
Mas o que mais me impressionou neste filme foi a tensão. Pronto, é um tema que eu sou sensível, tudo bem, mas chorei. E não chorei de tristeza. Chorei de choque e de vergonha. Tive tanta vergonha do que nós, os "brancos", fizemos. Tanta vergonha de saber que isto não vai assim há tanto tempo quanto isso e que, infelizmente, ainda hoje continuamos com o mesmo problema. Mais disfarçado, mas ainda cá está.
Outra das coisas que admirei muito foi a fé das personagens. Uma fé como aquelas não é para todos. É um dom. É preciso acreditar com todas as forças. E fiquei com um bocadinho de inveja, confesso. Não tenho essa capacidade. Mas é comovente ver isso nas pessoas.
Recomendo. Vejam este filme e espero que sintam o mesmo desconforto que eu senti.


Boyhood
Já tanto se falou deste filme. Já ouvi pessoas a dizer que é espetacular e outras a dizer que é uma seca, que são 3 horas perdidas.
Eu gostei. Não é um filme comum. Não acontece nada de extraordinário a não ser a vida como ela é. Não há acidentes dramáticos, ninguém se apaixona à lá Nicholas Sparks, não há nada de especial por si. É só a vida a decorrer. Uma vida como a minha, como a vossa, como da maioria das pessoas.
E isso é bonito de ver. Mais que não seja é diferente e também faz falta.
É muito interessante ver o desenvolvimento físico e emocional das personagens, as espinhas na cara, as fases mais estranhas pelas quais todos já passamos, a universidade, os divórcios, os casamentos, o nascimento, as relações que vão melhorando conforme crescemos e que pioram na adolescência, os namorados, os amigos, as aflições, as dúvidas, a solidão, a felicidade... Tudo é exatamente aquilo que conhecemos. É genuíno e é um filme que vale a pena ver. E eu já disse que sou fã da Arquette? Então digo outra vez.
P.S. E o miúdo que era lindo de morrer e torna-se num trambolho? É a vida...

Interstellar
O melhor filme que vi este ano. Juro.
Não é para todos os gostos. Mas eu acho que quem consegue ver até ao fim é impossível não ficar absolutamente maravilhado com a história, o enredo, tudo. Eu nem tenho palavras para descrever esta obra de arte. Não sei como é que não ganhou mais Oscars. Para idealizar e realizar um filme destes é preciso ser uma pessoa muito especial, muito criativa e, sem exagerar, ser um pequeno génio.
Se tiverem três horas disponíveis e uma mente suficientemente aberta, vejam este filme. Mas vejam mesmo. Até ao fim. Não comecem a dizer que não perceberam nada. Vejam com atenção e esperem que as coisas se resolvam. Vão ficar completamente arrebatados. Prometo.
Podem acreditar ou não, tudo bem, mas têm que admitir que o filme está extremamente bem pensado de maneira a termos sempre ação e realismo no meio de uma história que se fosse mal contada tinha tudo para dar errado e ser uma autêntica porcaria. Mas quem sabe, sabe e Interstellar é bom em tudo.


O Meu Nome é Alice
O Meu Nome é Alice - ou Still Alice, que é bem melhor do que a tradução - é um bom filme. Mas o que se realça mesmo ali é a interpretação absolutamente brilhante de Julianne Moore. Entramos naquele inferno que ela fala. Entramos nas dificuldades do dia a dia e compreendemos a enormidade desta doença, a maneira de como nos incapacita e percebemos mais tarde que quando ela diz "Preferia ter cancro" estava a ser sincera e talvez não estava tão errada quanto parecia na altura.
É triste ver todas as nossas memórias, as nossas ideias, os nossos sonhos e até as nossas capacidades mais básicas perderem-se um pouquinho a cada dia que passa. Mais do que triste, é assustador. É assustador não conhecer a nossa casa, a nossa família, não nos lembramos como é que apertamos os cordões das sapatilhas... Enfim, é um filme que apesar de mostrar momentos angustiantes não é extremamente dramático. Não é mesmo!
Todas as personagens são muito boas à exceção da Kristen Stewart que me enerva solenemente porque não muda aquela expressão facial nem por nada deste mundo. Não é capaz de se mostrar eufórica ou deprimida. A sua expressão é sempre who-the-hell-cares-? e isto deixa-me nervosa.
É um bom filme. Não é uma obra de arte, mas também não pretende ser. Pretende retratar o quotidiano desta doença horrível que infelizmente ainda não tem cura.
Precisam de ver o filme para saberem de que é que eu estou a falar ;)


Birdman
Já sabem que a minha vontade de ver este filme era mais ou menos equivalente a zero. Mas como ganhou o Oscar de melhor filme, entre muitos outros, eu achei por bem ver o que se passava por aqui.
De facto, o filme é muito original a nível técnico. Muito diferente daquilo que estamos acostumados a ver em Hollywood. Planos longos, perspetivas muito diferentes àquilo que nos acostumamos, uma dinâmica muito própria, as luzes, os cenários, os pontos de vista, os diálogos muito bons, a luz. Enfim, tecnicamente gostei imenso. Era sempre uma novidade em cada cena.
Os atores são fenomenais. De quem gostei menos foi da pequena Emma Stone que ainda estou para perceber como é que foi nomeada. A sério? Não fez um mau trabalho, mas também não foi excelente, muito menos extraordinário. Tenho uma espécie de amor-ódio com o Edward Norton. Há filmes que adoro e outros que detesto. E neste, adorei vê-lo.
Quanto à história, não achei extraordinária. Claro que percebi que é tudo uma metáfora e que todo o filme andou em volta do ego da personagem principal muito bem interpretada pelo Michael Keaton mas não fiquei fã. Não é um filme que me irei recordar no futuro nem que pense em revê-lo daqui a uns tempos. Não concordei com o facto de ter vencido o Oscar. Mas é apenas a minha opinião.


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quinta-feira, 23 de abril de 2015

[Correspondida]

Sou feliz quando entro numa loja com a ideia na cabeça de um top que adoro há meses. Não o encontro. Começo a tentar encontrar substitutos. 6 substitutos, para ser mais concreta. Num laivo de lucidez decido pedir à menina se me podia conferir se a minha peça ainda se encontrava na loja ou não. 
E não é que me responde que sim, que ainda havia?
E não é que dos 7 tops que experimentei aquele era o que me ficava melhor?
E não é que ainda tive que pedir um XS porque o S estava larguíssimo?
E ainda por cima é sexy que se farta!

Temos tudo para dar certo. Temos tudo para sermos felizes.


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sábado, 18 de abril de 2015

[V de Versatilidade 39]

Umas calças tendência pelo modelo e pela cor de especiarias, tons terra, cor tijolo, o que quiserem chamar. Foram a inspiração e a base para a criação de três looks completamente diferentes, para situações diferentes e sempre com pinta máxima. Um dos meus objetos de desejo que tenho que lhes deitar a mão. Espreitem:


[Escritório]
Exige um conjunto mais formal mas nem por isso mais aborrecido. Um blazer e uns pumps dão logo o ar de escritório que é pedido. Depois é só brincar um bocadinho. Uma blusa estampada que combina de forma discreta tanto com a cor das calças como com a cor da carteira. E até parece que nada tem a ver com nada, mas a verdade é que tudo combina entre si. Não é por estarmos obrigadas a usar roupas formais que nos vamos limitar ao fato preto e blusa branca, certo?
Calças 24.99€; Gloss 1.95€; Blazer 29.99€ H&M | Blusa 29.95€; Pumps 35.95€ Zara | Brincos 3.99€; Carteira 22.99€ Parfois


[Fim de Semana]
Então e estas calças podem ser usadas de forma descontraída? Mais, podem ser usadas com sapatilhas? Podem, podem e devem! Este look é a minha cara. Quero tanto, tanto tudo!
Uma blusa fluída, uns óculos de sol, um colar de verão e umas sapatilhas para andar à vontade. Está tudo reunido para ter o maior estilo e o maior conforto. Dois em um.
Calças 24.99€; Blusa 19.99€; Sapatilhas 24.99€ H&M | Óculos de sol 15.95€ Zara | Colar 17.99€ Mango | Carteira 12.99€ Parfois

 [Festa]
E para uma festa? Dá? Se não dá... Aliás, são perfeitas. Conjuguem com um top bem giro e o segredo está no kimono (que morro de amores!). Umas sandálias tão Rachel Zoe, tão elegantes, tão tchana como neutras. Um belo de um colar étnico. Acreditem que vão ser as pessoas com mais pinta de toda a festa.
Calças 24.99€; Verniz 3.95€ H&M | Top 9.99€ Lefties | Kimono 49.95€; Sandálias 59.95€ Zara | Colar 19.99€; Clutch 22.99€ Parfois 


Achavam que umas calças destas e especialmente com esta cor eram praticamente impossíveis de conjugar? Enganaram-se. Conjuguei-as com branco (óbvio), azul turquesa, azul celeste, azul navy, dourado, creme, cinza... E vejo mais uma infinidade de cores que ficariam perfeitas aqui como o amarelo mostarda, o caqui, a ganga, já para não falar no preto, claro. Arrisquem ;)


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quinta-feira, 16 de abril de 2015

[Gosto de quem gosta de chuva]

Tenho uma relação de ódio com a chuva desde sempre. Bem, não desde sempre, mas há uns bons anos para cá. Desde que comecei a complicar a vida. Ou a vida começou a complicar-se sozinha, nunca sei muito bem.

Dizerem - como eu digo - que gostam do sol e do bom tempo é quase óbvio, lógico. Quem é que não gosta? Mas dizerem-me que gostam da chuva... Isso é raro. Com o sol e calor tudo é mais fácil, mais alegre, mais descomplicado. Há mais energia, mais vontade, mais esperança. Com a chuva a vida torna-se fisicamente mais difícil. A logística é outra - sacos, guarda-chuva, carteira, casaco, tira-a-chave, ai-onde-está-o-telemóvel, segura-me-aí-no-guarda-chuva, abriga-me, os pés molhados, o cabelo indecente, a pele cinzenta como o céu... Ir do ponto A ao ponto B debaixo da chuva torna-se uma tarefa árdua. As viagens de carro são mais perigosas e ao mesmo tempo mais lentas e difíceis. A vida corre mais devagar. As casas estão húmidas, não temos vontade de fazer nada, não nos apetece sair e só queremos uma manta, chá e filmes. Há menos convívio.
A chuva é uma porcaria, é verdade.

Mas nunca ouvi ninguém dizer que gostava dela. Ou que simplesmente não se importava se chovia ou não. Se isso acontecesse ia achar que essa pessoa não batia muito bem da cabeça. Como acontece quando eu digo que gosto de vento e frio. De muito frio.

A chuva é difícil, é verdade. Exige mais de nós. Testa-nos a fazer a nossa vida normal com esse obstáculo. A chuva é só para os fortes, para os resistentes. E eu começo a percebê-la. Até posso dizer que começo a apreciá-la.

Na segunda feira estava na esplanada com uma amiga e estava um maravilhoso dia quente de sol. Do nada começa a chover. A chover a sério. Nem me importei. Pelo contrário. Achei graça a estar na esplanada com a chuva. Nem queria saber se me estava a molhar, se o meu cabelo ia ficar horrível ou se ia apanhar uma constipação. Honestamente, apeteceu-me apreciar aquele momento. Encostei-me para trás e fiquei uns momentos em silêncio a olhar. Caraças, aquilo foi inesperado.
Mais tarde, voltou a chover. E aí mexeu com a minha vida. Tive que ir buscar o carro - que estava longe - e ia de sandálias abertas e vestido comprido. Ora que estão a ver o que me aconteceu: vestido encharcado, pés molhados e cheios de bolhas. Não quis saber. Fiz a viagem com o vidro aberto.

Hoje estava a sair para o ginásio. Estava a cair uma chuvinha-molha-tolos. Voltei para trás para ir buscar o guarda-chuva mas desisti naquele momento. Pus o capucho e fui a pé. Ao sair da aula chovia muito mais. Mas fui para casa sem o capucho. E fui um bocadinho feliz no caminho, confesso.

Começo a gostar da chuva. Começo a achar que só quem está de bem com a vida é capaz de apreciá-la e dizer-lhe que é bem vinda. É um obstáculo, é a natureza a explicar-nos que nem sempre tudo é fácil e claro. Que temos que saber enfrentar e passar por cima. Cada um faz isso da maneira que acha melhor.
Claro que continuo a ser complicada - e sou tão complicada que me enervo comigo própria - e cheia de defeitos, cheia de coisas na cabeça que raramente digo em voz alta. Mas estou a tentar ser melhor todos os dias. Estou a tentar novas perspetivas. E estou a adorar aprender a ser feliz com pequeníssimas coisas que antes nem reparava que existiam.
Mas agora não é para abusar. Continuo a preferir o sol e o calor.

(P.S. Não ando a ler livros de auto-ajuda, sosseguem!)


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segunda-feira, 13 de abril de 2015

[Sobre o Dia do Beijo]

Só mais uma coisinha sobre o Dia do Beijo:
Beijem-se. Beijem-se todos.


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[É só para avisar]

que está a dar O Sexo e a Cidade na Fox Life. Agora se me permite, tchauzinho que eu já não vejo isto para aí há uns bons dois meses.
E vocês deveriam de fazer o mesmo.
Quem avisa...


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