terça-feira, 9 de julho de 2019

(kind of) Back




Isto é que foi um intervalo, não foi?

Foi necessário parar um pouco. Largar o computador nas horas vagas e viver mais um bocado no offline. Adoro escrever neste cantinho e, muitas vezes, sentia falta. Mas depois, quando me sentava  para o atualizar, sentia que não tinha nada de importante nem de relevante para dizer. Somado a isso, sentia-me mais feliz desligada.

Não vos posso garantir que este regresso seja ao mesmo ritmo do que já foi, mas pelo menos tenho a intenção e a vontade, o que já é um avanço.

Nestes tempos tenho andado a pensar em muitas coisas - há fases assim, não é? Penso naquilo que sou hoje como pessoa e no loooooongo caminho que ainda tenho que andar para me tornar naquilo que eu desejo ser. Sinto que em muitos aspetos sofri um retrocesso. Uma travagem brusca na motivação, na ambição, nos objetivos... Às vezes nem me reconheço. Por outro lado, nunca me senti tão ativa e estimulada a nível cultural e social como agora. Leio muito, vejo muitos filmes e séries, viajo, vou a concertos, exposições, restaurantes, festivais, conheço marcas, música, estilos, filmes,  pessoas, tudo novo e é uma alegria para mim. Portanto, ando aqui num meio termo, numa posição agridoce e numa constante busca por ser melhor, saber mais, conhecer mais, ver, ler, ouvir, viajar mais. E, por outro lado, bastante aborrecida pela monotonia que é o outro lado da minha vida. É estranho, eu sei! Nem eu me compreendo às vezes.

Mas isto não vos interessa nada, claro. E, por isso, decidi não escrever durante uns tempos. Agora acho que voltei :) e já tinha saudades deste espaço.

Ainda não sei se vou continuar a ter imensos assuntos para abordar aqui. A verdade é que agora penso a dobrar em tudo aquilo que publico e grande parte das vezes os textos ficam apenas nos rascunhos. Vou tentar redescobrir aquilo que eu quero e aquilo que este blog vai ser daqui para a frente.

Espero que não tenham desistido de mim ;) Acompanhem-me no Instagram. Tenho andado mais ativa por lá!





quinta-feira, 2 de maio de 2019

Homecoming



Quem é que neste mundo ainda não viu o Homecoming da Beyoncé? É tão difícil não ter visto como fugir de spoilers de Game of Thrones, certo?


Eu sou fã da Beyoncé - quem não é? Não sou aquela fã incondicional que lhe segue os passos, que imita as coreografias todas, que sabe tudo sobre a vida dela, que está sempre ali à espreita... Não. Esse lugar na minha vida será sempre ocupado pela Rainha-disto-tudo, a sô dona Madonna. E podem dizer o que quiserem, mas hoje a Beyoncé pode fazer, dizer, cantar e pensar o que quer - e quem diz a Beyoncé, diz outra artista atual qualquer - muito graças ao caminho desbravado pela Madonna. E se não conhecem a carreira desta mulher, não piem. Combinado? Não se esqueçam que ela anda por cá há várias décadas, sempre com sucesso... E esse não é um campeonato com muitas equipas em jogo.




Mas a Beyoncé vai a jogo e marca golos. Damn que a miúda sabe muito bem tudo o que faz e cada movimento de anca é minuciosamente calculado. Ver as atuações dela é um boost de energia e de inspiração. Ela estimula-nos a sermos melhores, mais fortes, mais interventivas, proativas, produtivas... Podia continuar, mas o que eu quero dizer é que 


a Beyoncé faz-nos querer ser muito mais.


O seu novo filme Homecoming da Netflix documenta o processo de criação da sua atuação no Coachella em 2018 e mostra-nos, claro, o resultado final. A Beyoncé é perita em manter a sua vida mais pessoal afastada da ribalta e poucas vezes podemos assistir a momentos verdadeiramente íntimos - os que vemos são aqueles que ela permite que se veja. Neste documentário isso acaba por acontecer. No entanto, vemos uma Beyoncé diferente, e foi isso que me chamou a atenção.




Tal como referi no início do artigo, nunca fui de a seguir religiosamente, mas não me lembro de a ter visto tão exposta e tão humana como desta vez. Estamos sempre habituados a vê-la no seu melhor, mas em Homecoming vêmo-la a recuperar de uma gravidez, onde afirmou que ficou com 99kg (eram gémeos) e que teve que ter uma enorme força de vontade para conseguir tentar ter o corpo e a resistência de antigamente. No documentário vemos uma pequenina amostra dessa luta diária, desse compromisso e vemos também a parte mais humana dela: gordinha, sem maquilhagem, a arfar nos ensaios, a treinar muito e com humildade, junto dos seus bailarinos e da banda. A certa altura ela diz qualquer coisa do género: as pessoas quando nos vêem no palco nunca pensam nos sacrifícios que estão por detrás daquela atuação. Emocionalmente eu não estou aqui, não quero treinar, não quero ensaiar. Só quero estar com os meus bebés.


No fundo, aquilo que uma mãe quer, certo? Mas a Beyoncé dedicou-se a 200% a este compromisso e apresentou uma atuação épica, um resumo de toda a sua carreira e um regresso a casa. A Beyoncé é quem é e está onde está por puro mérito, talento e muito, muito, muito trabalho. A verdade é que este documentário inspirou-me. Dei por mim a pensar: bolas, a Beyoncé já pesou quase 100kg, ela já duvidou que era capaz, ela já fez uma dieta tão rigorosa que admitiu que passou fome, ela questionou se alguma vez iria voltar ao que era... A Beyoncé também tem momentos de baixa auto-estima, de dúvida... A Beyoncé é uma pessoa como eu. Então eu um dia também posso vir a ser uma pessoa como a Beyoncé...




No dia a seguir de ver o documentário fui correr. Custou. Disse mal da minha vida todo o caminho. Não consegui correr sempre. Mas fiz 4km e uns trocos. Hei-de continuar na luta. Iniciei uma "dieta": comer mais vezes e melhor - especialmente mais fruta. Aumentei os meus treinos no ginásio e estou mais atenta ao meu corpo. Não sei se vai dar resultado, mas agora, quando eu duvido de mim, penso que até a Beyoncé duvidou dela, e no fim conseguiu.


Vejam o Homecoming, por isso e por tudo o resto.





terça-feira, 30 de abril de 2019

Swim


Adoro fatos de banho. Adoro mesmo. Não são tão práticos como os biquinis - é uma chatice para ir à casa de banho e por causa das marcas do sol -, mas, por norma, costumam chamar-me mais a atenção. Se há coisa que não aguento, são aqueles biquinis cheios de folharecos e tiras e laços e tudo-e-tudo-e-tudo, que ninguém se entende... Ca nervos que aquilo me dá, mesmo que esteja só numa fotografia de uma revista. Acho giro, sim senhor, para editoriais, na runway, em filmes e séries, em videoclipes e pouco mais. Agora não me venham com esses modelos para a vida real. Não encaixa.


Mas isso sou eu, né? que gosto de estar confortável, sem me preocupar com marcas na pele às tirinhas ou com uma mama que saiu sem eu me aperceber... Manias minhas, que fazer?


Posto isto, já devem ter percebido que, para mim, é difícil escolher um fato de banho/biquini impecável nos dias que correm. Os que eu gosto custam os olhos da cara e para mim não se justifica esse investimento porque, infelizmente, não vou tantas vezes à praia quanto gostaria.


Se vocês também sofrem do mesmo mal, não se preocupem. Fiz este post a pensar em almas como a minha, sempre em busca de uma boa peça, acessível mas com pinta, minimalista mas com um toquezinho especial, para não ser aborrecida.



Tenho um semelhante ao preto, ando louca atrás do amarelo torrado e quero ver de perto o vermelho. Quanto aos estampados, acho-os super divertidos. Tenho um muito parecido ao da direita.


Não me interpretem mal: não dispenso nunca um biquini. Aliás, são os biquinis os primeiros a rolar (por causa das marcas do sol) e os fatos de banho são usados em alturas pontuais. Porém, acho que o fato de banho é mais confortável, pintoso e encontro modelos que me agradam com mais facilidade do que os biquinis (sempre demasiado reduzidos, com demasiados folhos, copas almofadadas ou padrões horríveis).


H&M | Zara | H&M | Mango | Uterque


*os fatos de banho da H&M já não aparecem no site, mas devem repôr em breve*


Vocês são mais dos biquinis ou dos fatos de banho?
E preferem modelos mais simples ou daqueles cheios de tudo?





segunda-feira, 29 de abril de 2019

GoT it?



Não sei se vocês sabem, mas sou grande fã de Game of Thrones - não sabem? Andam a dormir ou quê? - E só podia ser, não é?, tendo em conta todo o meu amor por O Senhor dos Anéis, Hobbit e outras epopeias que tais. Game of Thrones vai marcar uma fase da minha vida, da mesma forma que o Harry Potter marcou ou o Dragon Ball. É das melhores coisas alguma vez produzida para TV de massas da História, digam o que disserem, mas também concordo que não é para todos os palatos. Aceito e compreendo perfeitamente quem não se revê no enredo, no estilo medieval... Normalmente são as mesmas pessoas que me dizem "Nunca vi Senhor dos Anéis, nem quero!". Claro que me dá ganas de lhes dar com um pau nas costas, mas depois respiro fundo e acabo por ter pena daquelas pobres almas que não sabem o que é bom...




Calma, pessoal, estou a brincar! Eu aceito que haja pessoas com gostos diferentes dos meus, ok? Não gosto muito é quando me dizem que nunca viram mas já sabem que não vão gostar... Bom, se nunca viram, não podem saber, certo? Como é que sabemos se gostamos de uma comida se nunca a experimentarmos? Como sabemos que não vamos gostar de visitar uma cidade se nunca lá fomos? Right? Mas também há muito boa gente que me diz "Vi dois ou três episódios e não gostei. Desisti." Perfeito! Isso sim, é uma opinião construtiva e com a qual eu não posso - nem devo! - debater. Também há quem diga "Nunca vi porque não tenho muito interesse. Não tenho opinião sobre o assunto". Ótimo, esta é a opinião-suíça e está sempre correta. Bom, em resumo - e desculpem lá, mas alonguei-me com estas minhas teorias - antes de terem uma opinião muito firme sobre o que quer que seja, primeiro experimentem!


Vim aqui para falar especificamente de Game of Thrones e perdi-me pelo caminho.


O segundo episódio desta última temporada foi maravilhoso. Podem dizer-me que não acharam muita graça, que foi sossegado, que não aconteceu nada de especial, mas a verdade é que é precisamente o oposto.


O episódio teve, em particular, um guião irrepreensível. Os diálogos foram absolutamente perfeitos - quão raro é isto acontecer no cinema mais "comercial"? -, a cadência de acontecimentos esteve no ponto, sem cenas chatas, desnecessárias e sem nada ter ficado por dizer ou mostrar. As referências a situações/personagens/momentos do passado foram subtis e oportunas. Apesar do episódio ter sido lento, foi extremamente importante e necessário para anteceder os próximos (que serão épicos, certamente). Foi o momento de calma antes da tempestade. Aqui reuniu-se as personagens - mesmo aquelas que nunca tinham contracenado -, resolveu-se alguns conflitos, prepararam-se(nos) para a guerra, tanto em termos físicos (armas, mecanismos de defesa, soldados) e em termos emocionais (reencontros, perdões, novos pactos, reposição da verdade, redenção). O episódio deu oportunidade a Jaimie e Theon para se redimirem perante os Stark e perante os espectadores, mostrando a profundidade destas personagens, que evoluíram tanto ao longo de 8 temporadas. Foi ainda um episódio comovente, com a menina de rosto queimado - numa clara referência a Shireen -, as "despedidas" antes da guerra ou a ordenação de Brienne. E ainda assim, com momentos divertidos, especialmente com as tiradas de Tormund. Os dados estão  agora lançados e o inverno já chegou.




Há muito que uma série não me deixa tão entusiasmada e ansiosa como esta, sempre à espera do próximo episódio e de novos desenvolvimentos. Em particular, esta série é maravilhosa porque nada é certo, previsível ou intocável. Qualquer um pode morrer, matar, trair, conspirar,... Como na vida, certo? Ninguém é só bom ou só mau. Todos nós somos ambos, e sobressai mais um ou outro de acordo com as circunstâncias.


Estou ansiosa para ver o que se segue, mas ao mesmo tempo não quero que acabe. É sempre um sentimento agridoce, não é?




Pronto, acho que já me alonguei o suficiente e vocês, que não são fãs desta série, estão aqui a apanhar seca. Mas é que esta madrugada estreou o terceiro episódio, que supostamente é o mais longo e tem todo o ar de vir a ser épico e inesquecível. Portanto, tenho só mais um aviso a fazer à navegação: 


NÃO ME SPOILEM! 


Estou de férias esta semana e só no sábado à noite (ou domingo, não sei) é que vou conseguir ver o terceiro episódio - vou andar com o cortisol nos picos e entrar a medo no facebook, instagram e restantes redes sociais desta vida. Portanto, se ainda me estão a ler, façam um favor a esta alma perdida e não coloquem spoilers nas vossas páginas, não partilhem artigos com spoilers, não façam nada, não se mexam, não respirem... Pelo menos até eu regressar.


GoT it? 
(gostaram do trocadilho?)
Agradecida!





sábado, 27 de abril de 2019

Holiday! Celebration!


A bloguer desta casa vai tirar uns dias para descansar. Sabem o que são férias para descansar? Eu já não sei o que isso é... A última vez que aconteceram foi em agosto de 2017, portanto agora quero gozar e bem estes dias que se aproximam.


Os meus planos e roteiro: comer, beber, mergulhar, apanhar sol, dormir e ler.


Parece bem? A mim também!
O blog vai entrar em piloto automático, por isso, podem continuar a vir cá que vão encontrar novidades.


Quanto à viagem, se quiserem saber mais, vão seguindo o instagram - o link está ali em baixo. Vou tentar atualizar sempre que possível, e acreditando que há rede, wi-fi e essas coisas todas.


Byeeeee...







quinta-feira, 25 de abril de 2019

Free Solo



No dia da Liberdade pareceu-me apropriado falar-vos sobre este documentário que vi recentemente no National Geographic. Chama-se Free Solo e ganhou o Oscar de Melhor Documentário este ano.


Para começo de conversa, chama-se free solo à escalada solitária, sem corda e sem qualquer utensílio de proteção. Alex Honnold, atualmente com 33 anos, decidiu, a determinada altura da sua vida, que fixe era escalar o El Capitan, uma formação rochosa de granito com 900 metro de altura, que se situa em Yosemite. Feito este que nunca havia sido conseguido com sucesso. Eu ia dizer "podia dar-lhe para pior", mas a verdade é que não me lembro de nada pior do que essa ideia suicida.


O documentário mostra-nos o dia a dia de Alex, um rapaz solitário, introvertido, extremamente disciplinado e com um sentido apurado do ambiente que o rodeia e do seu próprio corpo. É-nos mostrada toda a preparação física e mental a que se sujeitou ao longo de anos para conseguir conquistar o objetivo a que se propôs.




A verdade é que não vos quero contar muito sobre este documentário, até porque o maior spoiler já está em frente a todos: como o Alex está vivo é porque realmente conseguiu concluir com sucesso este objetivo. Mas as coisas não foram lineares e os imprevistos, as dúvidas, os obstáculos aconteceram e estão documentados. A grandiosidade desta obra não está no final épico. Isso é apenas mais uma cena incrível. Está nos detalhes pequeninos, na transformação de Alex ao longo do tempo - as filmagens duraram 2 anos -, enquanto que se preparava para escalar aquela muralha e enquanto tentava baixar a sua própria muralha para deixar entrar Sanni, uma rapariga que conheceu durante este processo e que esteve sempre ao seu lado a apoiá-lo.


Free Solo é uma história de superação, de inspiração e também de liberdade. De desafio dos limites, da vida, do senso comum, apenas porque se acredita tanto que vai dar certo e de que se é capaz, que nem existe outro cenário que não o melhor. Durante todo o tempo de filme estive com calafrios e a transpirar das mãos, como se estivesse ali mesmo, ao lado deles. E isso deve-se a uma produção de excelência, porque conseguiram captar cada pormenor, cada som, cada imagem, cada respiração, sem tornar tudo isto numa grande exploração comercial.


É de realçar que houve dois portugueses envolvidos na produção deste documentário e que o Oscar foi mais do que merecido. Vejam o Free Solo, pessoas. Vejam mesmo! E depois vão perceber porque é que não vos posso contar mais detalhes... Porque vocês precisam mesmo de sentir o que eu senti.




E vocês, têm algum desafio na vida que achem impossível de superar?
Hum... Se calhar não ;)


Free Solo 
de Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi
com Alex Honnold






quarta-feira, 24 de abril de 2019

Baby, let me upgrade you



Há cada vez mais soluções de decoração e cada vez mais acessíveis. É um maravilhoso mundo onde é tão fácil para mim me perder em possibilidades, estilos diferentes e moodboards. Claro que há sempre aquele estilo ou aqueles tons ou mesmo aquelas texturas que são essenciais para mim, mas não digo que não a outros tons ou formas. 


Para mim os tons neutros e básicos são obrigatórios. Estou a falar dos beges - tons areia -, dos cinzentos - mais escuros ou claros - e dos brancos, como é óbvio. Depois gosto de ir salpicando com azuis secos ou de Santorini (sabem?), verdes secos ou tropicais e ainda uns tons de açafrão.



Claro que adoro brincar com cores mais fortes, especialmente em zonas onde não passamos muito tempo, como o hall de entrada ou as salas de jantar, mas os quartos e escritórios, sempre neutros, sempre tranquilos.


Bom, mas serve este post para sugerir algumas peças giras e bem acessíveis para dar aquele up a uma divisão mais tristonha que tenham lá por casa... Pode ser a vossa sala de estar, o vosso quarto, a vossa sala de jantar, o hall de entrada... Não sei, mas escolhi estas peças e estes três estilos diferentes para vos mostrar que só isto pode fazer toda a diferença.



Claro que depois é preciso algumas flores naturais e pronto, está feito. Não precisam de mexer mais.


Qual é o vosso estilo preferido? Como preferem decorar a vossa casa?





terça-feira, 23 de abril de 2019

Casacos de Primavera


É sempre uma grande chatice para mim este tempo intermédio, em que durante o dia ando de t-shirt e ao fim da tarde preciso de um casaco quente. Sabemos todas o que isso é, certo? Por isso é que decidi criar este post com algumas sugestões de casacos perfeitos para esta meia estação em que tanto está sol, como a seguir vem chuva, como diz a canção.


Na primeira imagem estão os casacos mais compridos e cortes mais clássicos e intemporais. Na seleção de baixo estão aqueles pintosos, que marcam a diferença, mas que, por isso tudo, são mais efémeros...



Qual é a vossa praia?







segunda-feira, 22 de abril de 2019

Treinar em Casa



Não fazer exercício físico com alguma regularidade já não se justifica. Longe vão os tempos em que os ginásios eram caríssimos e as passadeiras eram as únicas opções para se ter em casa (e eram igualmente caras). Hoje em dia, treinar deve fazer parte do dia a dia de qualquer pessoa, uma tarefa tão essencial como comer ou dormir. Os benefícios de uma atividade física regular estão mais do que comprovados e só traz vantagens: para além de ganharmos saúde, alegria e energia ainda tonificamos o corpo.


Claro que se forem para um ginásio treinar com um PT, os vossos resultados serão mais imediatos. Podem também inscreverem-se em aulas, que costumam ser bem divertidas e mais acessíveis. Se preferirem não estar num ginásio, porque não querem ter o compromisso dos horários e das mensalidades, porque não têm nenhum ginásio perto de vossas casas ou, simplesmente, preferem treinar no exterior, então não se preocupem...


 Não faltam soluções!


Podem sempre ir correr para parques de lazer ou pelas estradas (sempre em segurança!) ou então podem ir investindo em equipamentos para terem em casa e treinarem sempre que tiverem 30 minutinhos disponíveis. Hoje em dia os equipamentos estão tão acessíveis que os gastos já nem servem como desculpa! E não precisam de comprar tudo de uma vez, mas podem ir acrescentando materiais ao vosso conjunto. Vejam lá a seleção básica que fiz para vocês:


Tudo Decathlon


"E depois? O que é que eu faço com isto?"


Fácil. Depois é só pesquisarem por aplicações que sejam adequadas às vossas necessidades, instalem-nas e go, go, go!


Há aplicações gratuitas bem fixes e completas, mas se não se ajeitarem muito com isso - ou não tiverem muita memória no telemóvel, tipo eu! -, podem ir ao YouTube pesquisar exercícios para fazerem em casa. Se fizerem isso, vão perceber que muitos deles não utilizam qualquer equipamento. Alguns usam uma toalha e uma cadeira, no máximo, o que significa que poderão primeiro experimentar as aplicações/vídeos e só depois fazerem as vossas aquisições.


Alguns conselhos:
1. Não tentem começar logo na intensidade máxima e/ou treinos muito longos. Façam uma coisinha mais gradual.
2. Estabeleçam uma hora certa para fazer o treino e NÃO FALHEM! Escolham de manhã, se tiverem tempo, ou logo quando chegam do trabalho. Não deixem muito para próximo da hora de dormir.
3. Vão aumentando o grau de dificuldade: acrescentem mais peso, façam mais repetições, somem mais exercícios... Desde que seja um aumento gradual, está tudo certo!


Bom, depois desta pequena preparação, já se sentirão mais motivadas para começar a frequentar o ginásio. Optem pelas aulas ou por treino personalizado para não se sentirem desnorteadas e sem saber o que fazer. Outra solução é ir com amigos, que dá sempre muito mais pica!


O importante mesmo é mexer o corpinho. Não porque querem ficar magras e parecidas com as modelos da VS, mas porque querem ser mais saudáveis e porque se vão sentir melhor. Certo? Quero ver esses progressos ;) Podem começar já hoje, para abater essas amêndoas todas!






quinta-feira, 18 de abril de 2019

Barcelona: A Mochila

Fazer a mochila para Barcelona não foi um desafio, ao contrário do calvário do costume. Como era apenas um fim de semana, só tive duas preocupações: 1) levar conjuntos confortáveis e 2) levar conjuntos adequados para ir trabalhar. Porquê? Porque na sexta-feira fui trabalhar de manhã e depois do almoço segui para o aeroporto sem passar por casa. Na segunda-feira aconteceu-me a mesma coisa, mas ao contrário: fui direta do aeroporto para o trabalho. Como no meu emprego não existem regras rigorosas com a indumentária, não houve problema nenhum em usar sapatilhas ou peças mais descontraídas.


Mas porque normalmente fazer a mala para mim é um suplício, decidi escrever este post, tal como já aconteceu quando fui a Londres, porque achei que poderia ajudar a quem está prestes a ir de férias e só de pensar nesta tarefa, já está a desmotivar - conheço o sentimento!


Caaaalma peeps!


À exceção dos jeans e da carteira, nenhuma das peças que vos apresento aqui em baixo são exatamente as que usei. São o mais semelhantes que encontrei de momento nas lojas e vocês já conseguem ter uma ideia.


Optei por levar um sobretudo quentinho e não me arrependi nada. Apesar de ser meados de março a temperatura estava baixinha e o conforto do casaco ajudou, especialmente porque andei mais tempo na rua do que no interior. Depois, optei por peças simples, que se conjugavam entre si e que fossem práticas e confortáveis.



Na sexta-feira, preferi um coordenado mais confortável por causa da viagem e por ter que alombar com o peso todo da mochila às costas. Esta foi a minha escolha:


No sábado voltei a privilegiar o conforto, já que ia ser o dia em que sabia que iríamos caminhar longos quilómetros - e foi mesmo! Em alguns momentos carreguei o casaco na mão, porque o sol abria e era quentinho, mas no geral não me arrependi nada de o ter levado. Aliás, até acrescentei uns collants opacos pretos. Usei sempre a carteira à cintura para prevenir roubos.

No domingo, as visitas principais estavam feitas e, por isso, foi quase só passeio e alapar nos diferentes bares e restaurantes a depenicar todas as tapas possíveis e imagináveis. Escolhi este conjunto:

Na segunda, dia de regresso, escolhi voltar a usar o vestido de sábado com um casaco de malha por cima, assim com uns desenhos do estilo destes na imagem, porque ia trabalhar à tarde. Aqui já coloquei a alça maior na carteira e usei-a à tiracolo.


Posso dizer-vos que a mochila foi bem levezinha e que me senti confortável com as minhas escolhas. 

Conselhos que vos deixo: 
1) Usem uma carteira pequena, apenas com o essencial e, se possível, à cintura, sempre no vosso ângulo de visão. Esta é uma excelente opção porque para além de dar para colocar à cintura e à tiracolo (tem duas alças), também tem um fecho interior e ainda fecha com a pala e com uma mola. Os carteiristas têm poucas hipóteses. 
2) Levem calçado confortável porque vão andar MUITO a pé. 
3) Levem calças largas porque vão comer MUITO e bem.
4) Não tenham medo de levar um casaco ou uma camisola a mais, só por vias das dúvidas. Normalmente, nunca se arrependem, especialmente para usarem à noite.


Não é preciso inventar mais numa viagem tão curta como esta foi, certo?
Qual é a vossa próxima viagem? ;)