terça-feira, 20 de agosto de 2019

Keep Cool



Sabemos bem o difícil que é trabalhar com temperaturas elevadas - apesar de este verão estar uma tristeza pegada - e a dificuldade que é escolher um outfit profissional e fresco o suficiente para aguentar o dia. Eu sei, eu sei! Eu também tenho problemas sempre que tento escolher a roupa para usar no dia seguinte, numa altura em que só me apetece shorts de ganga + blusas fluidas ou vestidos esvoaçantes. Claro que não são apropriados para o local de trabalho, apesar de na minha empresa sermos bastantes descontraídos. Ainda assim é preciso distinguir.


Fui à minha base de dados de inspiração infinita aka Pinterest e escolhi alguns exemplos bons para replicarmos nos meses quentes. Apesar de eu ser 100% vestidos e saias no verão (e nas outras estações também), sei que muita gente não tem essa ideia e, por isso, dei destaque às calças brancas - aquele must de verão no escritório - e as suas diferentes facetas. Escolhi looks com tecidos frescos e leves, cores claras, calçado confortável, porque sei bem o que é chegar ao fim do dia com os pés inchados e enfiados numas sandálias de tiras. Aliado aos outfits, todos eles têm pormenores únicos e peculiares que elevam o coolness que todas queremos ter, seja nos acessórios, nas carteiras, nos óculos de sol ou nos penteados que parecem feitos em 30 segundos mas que resultam na perfeição!




Já não se usa estar desconfortável. Já não se usa mesmo! Deixem de lado os preconceitos e usem um vestido mais fluido de vez em quando, levem umas sandálias abertas ou até mesmo uns chinelos para o escritório, prendam o cabelo, usem fitas ou bandoletes (eu! eu! eu!). Tudo o que vos fizer sentir mais à vontade, sem ser, claro, à vontadinha!


Mantenham-se frescas e sempre cool ;)
(got it?)





quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Over Now



Bom, as férias are kind of over now (*snif, snif, snif*), pelo menos as de verão. Impõe-se agora, até ao final do mês, um novo alinhamento. Quem segue o meu blog há algum tempo sabe que o meu mês da mudança sempre foi setembro. Um hábito que veio dos anos letivos e que ainda persiste. É preciso definir metas, redefinir objetivos e construir sonhos.


A minha semana de férias em família foi maravilhosa, como é sempre. Desta vez não fomos para a praia, mas sim para uma cidade, conhecer novos sítios, culturas, gastronomia,... Tudo aquilo que eu amo e que eu acho que consegui transmitir - o meu objetivo secreto era esse. Depois fomos relaxar e aproveitar o silêncio, já em Portugal. No dia em que regressei tive uma festa de anos que serviu para dar aquele shake-shake - too much shake-shake, na verdade - e sacudir o modo zen em que eu vinha.


Segunda foi dia de regresso ao trabalho. Não me importo de trabalhar em agosto. É tudo bem tranquilo, não há trânsito, não há muita gente na rua logo de manhã cedo, os serviços estão todos a meio gás e eu gosto dessa calma - porque sei que é temporária, né?


Agora avizinham-se tempos de trabalho duro, com projetos novos a lançar, eventos para organizar e toda uma lista de To Dos com urgência. Mas está tudo bem... Este vai ser o período em que eu pretendo organizar melhor o meu tempo - quantas vezes digo isto aqui no blog? - e seguir em frente.


Entretanto, gostava que me fossem dando feedback daquilo que gostavam mesmo muito que eu partilhasse por aqui. Já tenho encomendados posts sobre os livros que ando a ler - por falar nisso, quem segue o instagram do blog? É que quem não segue anda a perder algum conteúdo... - e claro que vou escrever sobre as viagens. Falta-me contar-vos sobre Menorca, Madrid e Londres, de novo. Estou a esquecer-me de algum assunto muito importante que queiram mesmo que eu escreva? Contem-me tudo!


Se estiverem de férias, aproveitem TUDO!






sábado, 3 de agosto de 2019

Hit the road

but I will comeback!




Vai começar a minha semana de férias em família!

Metade do tempo vamos estar a conhecer uma cidade nova e outra metade vamos esforçar-nos muito para não fazer nenhum e participarmos no campeonato do "papo para o ar", que também precisamos muito! O ano passado não fomos passar férias, por motivos pessoais, e não estamos habituados a isso. Acho que este ano vamos desforrar-nos!


Eheh Alegria!


Regresso na semana seguinte com mais dicas de viagem ;)
Vão acompanhando as vidas desta que vos escreve (ahahah) no instagram!





quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Eco Férias



O ambiente sempre foi um assunto muito importante para mim. Não especificamente o ambiente em si, mas o consumo exagerado e inconsciente, particularmente da água. Desde que li o livro Diário das Minhas Viagens da Angelina Jolie em 2007, tinha eu 14 anos, que me apercebi que a água que eu tinha na torneira não era uma coisa banal. Era um luxo. Já falei sobre isso aqui neste post e não queria repetir-me. Por favor, vão lá ler esse texto também ;)


Devido ao meu trabalho, à responsabilidade que todos nós temos e ao conhecimento que fui absorvendo, estou a transformar-me numa autentica defensora do ambiente. Sem fundamentalismos nem julgamentos, mas sempre atenta e sempre consciente das coisas que me rodeiam. Poderei fazer um post sobre as minhas dicas no dia a dia, pode ser que vos dê novas ideias! E o ideal era criarmos aqui uma partilha de conhecimentos, o que acham? ;)


Mas este não é o meu propósito de hoje. 


Com a chegada do mês de agosto é importante falarmos de férias sustentáveis. 


Sim, porque não basta fazer a reciclagem em casa e depois ir de férias e esquecer todos esses hábitos, certo? O Turismo Sustentável é uma forma de encarar as viagens. Tal como o nome indica, pretende que a pegada ecológica de um viajante seja muito reduzida. Isto é, sempre que viajamos para outros países (ou mesmo dentro do nosso país), é importante compreender o contexto, questionar e, acima de tudo, respeitar e preservar o ecossistema. Eu deixo algumas dicas para ajudar:




DICAS PARA AS COMPRAS

- Levem um saco de pano. Digam não aos sacos de plástico descartável e façam-se sempre acompanhar por um saco de pano (ou de plástico reutilizável) na mochila para todas as eventualidades. Sabiam que um saco de plástico descartável demora mais de 400 anos a decompor-se?

- Levem uma garrafa reutilizável. Optem sempre por encher uma garrafa (preferencialmente reutilizável) do que comprar engarrafada. Há muitos países onde beber água da torneira é seguro e até apresenta mais qualidade (como em Portugal). Mas claro que se forem viajar para a Índia, por exemplo, este comportamento é totalmente desaconselhado. Pesquisem primeiro antes de lá chegarem.

- Comprem artesanato. Toda a gente gosta de levar uma lembrança para casa quando vai de férias, certo? E porque não optar pelo artesanato feito com produtos locais e pelas mãos das pessoas locais? É a lembrança mais genuína e valiosa que podem comprar. E assim estão a preservar a economia e a cultura local. Tenham em atenção para que essas lembranças não sejam feitas com materiais retirados da natureza como corais, chifres de animais e outros exemplos. Se for o caso, não comprem! 




DICAS PARA O ALOJAMENTO

- Digam não às trocas diárias de toalhas e roupas de cama. Independentemente do sítio em que ficarem alojadas, não se esqueçam de referir que não querem que os lençóis e toalhas de banho sejam trocadas diariamente. O impacto que esse hábito tem nas comunidades envolventes é enorme. Há hotéis a consumir mais energia e água num mês do que as comunidades vizinhas durante o ano. Afinal de contas, quantas vezes mudam os lençóis da vossa cama durante a semana?

- Piscinas em zonas desérticas? Huumm... Se escolherem um país onde a água é vista como um bem escasso e precioso (Cabo Verde, por exemplo) e o hotel onde vão ficar alojados tem piscina, então perguntem-se de onde vem aquela água. Provavelmente das reservas das comunidades envolventes. É injusto, não é?  Optem por resorts/alojamentos sem piscina ou com piscina de água salgada.

- Poupem como se estivessem em casa. Não é por não estarmos em casa que podemos deixar luzes ligadas, o ar-condicionado a funcionar mesmo quando não está ninguém ou tomar banhos de imersão. Sabemos que “já está pago”, mas a fatura final é encaminhada para o nosso ambiente, que é partilhado por TODOS nós. Em férias, já sabem, façam como se estivessem em casa.

- Escolham alojamentos centrais. Se escolherem um alojamento muito próximo dos sítios que querem visitar, vão poupar dinheiro no transporte, porque vão conseguir ir a pé para todo o lado. O Planeta também vai beneficiar com esta atitude. 




DICAS PARA AS REFEIÇÕES

- Comam em bares e restaurantes locais. Para além de ficarem a conhecer a gastronomia, vão proporcionar uma ajuda na economia local. Além disso, por norma, sítios menos turísticos são sempre mais acessíveis. Evitem as grandes cadeias de restauração.

- Prefiram produtos da época e regionais. Tal como devem fazer em casa, escolher produtos da época é mais sustentável e saudável. Se os produtos forem regionais, melhor ainda, já que o processo de transporte e distribuição dos mesmos é inexistente ou reduzido. Por exemplo, se estiverem no centro da Europa, a probabilidade de terem um peixe fresco no menu é reduzida e, se houver, sabem que este é congelado e importado. Ao comer produtos locais, vão evitar muitas emissões de gases efeito estufa provocados pela produção e distribuição.




DICAS PARA O TRANSPORTE

- Sempre que possível, prefiram os transportes públicos. Se andar de transporte individual aqui polui, noutra zona qualquer, polui na mesma medida. Optem sempre pelo metro, comboios, autocarros ou tuk-tuks. Veja qual é o transporte mais utilizado pelos locais e repitam o exemplo.

- Andem a pé ou de bicicleta. Se puderem deslocar-se sem recorrer a transportes movidos a energia ou combustível, melhor para o Planeta.

- Privilegiem as empresas locais. Em vez de comprarem a grandes empresas e multinacionais, escolham pequenas lojas para comprar packs de excursões, guias turísticos locais, transportes locais, etc. Vão estar a ajudar a economia local, mais uma vez. Por vezes, poderão não ter a experiência mais luxuosa, mas será uma experiência autêntica.




DICAS PARA O LAZER

- Não vão a atrações com animais em exibição. Esqueçam os jardins zoológicos, shows de golfinhos, circos, as fotografias com aves, macaquinhos, cobras ou passeios de elefante. Claro que, infelizmente, estas atividades já estão muito enraizadas em determinadas culturas, mas é necessário perceber que os animais sofrem de maus-tratos e exploração para conseguirem comportar-se daquela forma tão pouco natural. Não compactuem com estas práticas! Por outro lado, existem os chamados Santuários de Animais, como os de elefantes na Tailândia (Elephant Nature Park), onde se encontram animais que foram resgatados de locais como, por exemplo, os mencionados em cima. Podem conhecê-los num ambiente livre e muito próximo ao seu habitat natural. Há também a possibilidade de fazer voluntariado por 7 dias. Outra opção são os safaris em que os turistas usam jipes protegidos por uma espécie de jaulas e visitam os locais onde estão os animais selvagens, sem perturbar as suas dinâmicas nem alterar o ecossistema.

- Preservem o património natural. Se fizerem trails ou caminhadas, não se desviem dos caminhos que já existem. Assim vão proteger o ecossistema e ajudar no crescimento da vegetação local.

- Atenção ao que levam e ao que trazem. Há a típica frase “não tire mais do que fotografias e não deixe mais do que pegadas”. Claro que é tentador levar alguma recordação do sítio onde estiveram a passar férias, como conchas, pedras ou areia, mas já pensaram o que seria se toda a gente o fizesse? Esse comportamento não é sustentável e, por isso, levem só fotografias convosco. Por outro lado, não deixem mais do que aquilo que não podem evitar. Não deixem lixo, não danifiquem o património cultural ou natural. Respeitem o local que estão a visitar!

- Valorizem a cultura local. Conheçam as suas tradições, costumes e respeitem as diferenças. Não julguem nem critiquem se alguém agir de forma diferente da vossa. Afinal, estão numa cidade/país que não é o vosso, aprendam com isso!




DICAS PARA OS COMPORTAMENTOS

- Viajem em épocas baixas. Esta medida é boa para todos. Vão conseguir pagar muito menos pela mesma experiência e vão promover a economia local durante todo o ano, e não apenas nas épocas altas.

- Não imprimam bilhetes. Parece um detalhe insignificante, mas já pensaram se toda a gente passasse a mostrar o ingresso digitalmente (no telemóvel) em vez de o imprimir?

- Não deixem um rasto de lixo. Há países que têm graves problemas com a gestão e tratamento dos resíduos. Se visitarem um país desses, evitem ao máximo fazer lixo e quando o fizerem, se possível, guardem-no convosco até se poderem desfazer dele em zonas mais propícias.

- Paguem o preço justo. Percebam quanto é que vale o trabalho dos locais (artesãos, taxistas, etc.) e não tentem reduzir o preço dos mesmos.


- Não ofereçam dinheiro às crianças. Apesar de partir o coração vê-las a pedir dinheiro, estamos a prejudicar mais do que a ajudar, se contribuirmos com uma esmola. As crianças são retiradas da escola para se dedicarem a pedir dinheiro nas ruas e quanto mais lucro obtiverem, menor a possibilidade de voltarem a estudar e de terem uma vida de uma criança normal.


São pequenos passos que nos tornam cidadãos melhores e mais conscientes. Claro que ainda não faço algumas destas coisas e que muitas delas não fazia porque nunca tinha refletido sobre elas. Espero que este post vos tenha alertado para algumas situações e que promovam novos hábitos! Não há desculpas! A proteção do ambiente nunca pode tirar férias!

terça-feira, 30 de julho de 2019

How to Build a Home


Por vezes ponho-me a pensar como gostaria que a minha casa fosse. Apesar de achar que no que toca à decoração tenho as minhas ideias bem definidas, a verdade é que há sempre uma cor ou um móvel que nos faz vacilar e pôr tudo em causa. Vocês sabem que adoro decoração e imaginar 1001 possibilidades, por isso, criei este post inspirado na questão: 


"E se eu fosse morar sozinha, como seria a minha casa?"


Não digo que fosse 100% isto, mas algo muito aproximado. Outra questão importante era o budget. Impus o limite de 5 000€, que era o máximo dos máximos, mas a ideia era não sair dos 4 000. A verdade é que nem aos 3 000€ cheguei - mais precisamente, 2 670,60€ - e gostei do resultado final. Claro que há coisas que acrescentaria e outros móveis que, provavelmente, iria mudar se houvesse mais alguns euritos para gastar. Claro que neste projeto não está incluído tudo o que é necessário na cozinha, por exemplo. Está sim apenas o que é decoração.


Eu não sei se a decoração é algo importante para vocês ou se é absolutamente dispensável. Para mim é fundamental. É o que me faz sentir confortável, tranquila, bem disposta. Entrar num restaurante feio - ou daqueles simplesmente funcionais - deixa-me irritada e juro que não vou amar a comida, por muito boa que ela seja. O mesmo acontece com uma casa, uma loja, uma receção de uma empresa... E vocês, pensam como eu ou acham tudo isto uma patetice?


Vamos ao que interessa:

O Hall
Claro que temos que começar pelo início, portanto, apresento-vos o meu hall de entrada. É simples mas harmonioso. O hall tem sempre que refletir duas coisas fundamentais: 1) o estilo da casa e 2) a personalidade de quem lá mora. Por isso, não podia faltar o globo, que representa a minha paixão por viagens, os quadros de estilo grego, não só por causa da minha viagem à Grécia - por ter sido uma das viagens mais inesquecíveis e marcantes que fiz até hoje - mas também porque me leva de volta para as minhas aulas de História da Arte, que é uma paixão minha. E claro que não podia faltar flores e um estilo misto entre o clássico e o industrial.
Contas feitas, tudo isto tem o valor de 177,91€.



A Sala de Estar
Claro que a sala é uma divisão fundamental. É o sítio onde descansamos depois de um dia difícil e é também o sítio onde reunimos os amigos. Não quis ser irrealista e, por isso, idealizei uma sala bem pequenina e apenas com o essencial. Um sofá com chaise-long que se transforma num sofá cama - para receber os amigos, claro! - uma mesa para a TV e um puff que tanto pode servir de banco, como de mesa, como ainda de repousa-pés - há que ser espertos, né? Mas a decoração não podia faltar e, por isso, cá está uma oliveira e um padrão nas almofadas que me faz lembrar, de novo, da Grécia - sou muito fã do estilo mediterrâneo. Por fim, a cesta que tanto pode servir para revistas como para as mantinhas que eu adoro.
O valor final desta sala é de 653,91€



Sala de Jantar
A sala de jantar pode funcionar em conjunto com a sala de estar (se for um open space) ou isoladamente. Não tem muito que se lhe diga: uma mesa que a-do-ro e cadeiras que acabam por cortar o modernismo do resto das peças - já sabem que não gosto de tudo matchy-matchy! Falta aqui, claro está, uma consola com um grande candeeiro e uma tela linda e colorida.
O valor da sala de jantar é de 436,86€.



A Casa de Banho
Não escolhi loiça para a casa de banho porque, por norma, as casas trazem isso incluido no aluguer - e, às vezes, infelizmente. Por isso, escolhi apenas o essencial e ainda optei por colocar um móvel como se fosse a banca para o lavatório. Na casa de banho gosto que o branco seja a cor principal, porque aparenta mais limpeza e frescura. Depois salpiquei com os tons da madeira e com o preto industrial que existe no resto da casa.
No fim, deu 379,95€



Quarto
E agora o quarto! Essa divisão tão importante para mim... O quarto é o sítio onde retemperamos forças e onde temos mesmo que nos sentir confortáveis para que o nosso sono e o nosso descanso não sejam prejudicados. Eu voltei a pegar no azul mediterrâneo e juntei umas folhas de bananeira, para dar a sensação de que estou de férias. Este é o meu conceito de paz. Para outros serão outras cores e outros estilos, certamente. No quarto não gosto de muita confusão nem bagunça de cores. Prefiro o branco e o cinza (apesar de não haver cinza neste projeto) salpicados por verde e azul. Gosto de velas e de flores. Gosto de tudo como está aqui :)
O preço deste quarto é de 513,86€



Exterior
Por fim, permiti-me a sonhar um bocadinho e a imaginar a minha casa com uma varanda generosa ou um pequeno jardim. Pus-me logo a pesar no que eu queria mesmo colocar lá e a resposta foi imediata: um espaço de refeição - adoro comer no jardim! - e um espaço de relaxe/leitura. No primeiro, temos o essencial: um guarda sol, uma mesa e quatro cadeiras. Ao lado, uma trelis para pendurar os meus vasos com ervas aromáticas. Já na imagem em baixo, um espaço sossegado para pôr a conversa em dia a beber um copo de vinho numa noite de verão, para apanhar sol ou para passar uma tarde com um livro bem-bom!
Este meu cantinho de sonho custa 508,11€.



Diverti-me imenso a escrever e a preparar este post. Sonhar é tão bom, não é? E, como vêem, não está assim tão longe do nosso alcance :)


O que acharam?



sexta-feira, 26 de julho de 2019

Uma série de séries



Tenho visto imensa coisa na televisão. Bom, na verdade, no computador, mas isso agora não interessa nada. Ando absorvida em séries absolutamente extraordinárias e outras séries muito boas que merecem ser abordadas aqui. Considerem este post como um guia de sugestões de séries que podem pôr na vossa lista de To-See-(Soon)! Isto, claro, se já não tiverem sucumbido à tentação, tal como eu... Preparem-se, isto vai ser uma viagem!


8,1 IMDb
Começamos por The Act porque já terminou e tem apenas 1 temporada. Apesar disso, não se vê assim tão rápido - eu, pelo menos, não vi - porque é uma série perturbadora, onde o real ultrapassa largamente a ficção, o que torna tudo muito mais mórbido... É uma série baseada na história real de Dee Dee e Gypsy Rose, mãe e filha, respetivamente. A história é recente e conhecida do público, portanto, contar o enredo-base não é um spoiler, mas um ponto de partida. Tudo o que importa está para além desses factos que ouvimos falar ou que lemos algures. Está nos detalhes do quotidiano, nos indícios aqui e ali de que a loucura se estava a manifestar de forma galopante e que o desfecho não podia ter sido menos trágico. Está nas atuações brilhantes de ambas as atrizes (Patricia Arquette e Joey King) e na narrativa progressiva, que nos vai afundando cada vez mais naquele drama. 

Sem mais rodeios, Dee Dee é, aparentemente, uma mãe extremosa e amável com a sua filha muito, muito, muito doente, Gypsy, que se desloca numa cadeira de rodas elétrica e é praticamente dependente dos cuidados da sua mãe. Vivem da generosidade dos vizinhos, de donativos e de instituições que apoiam crianças com doenças em fases terminais, que lhes construíram, por exemplo, a casa onde habitam depois de terem perdido tudo no furacão Katrina. Até aqui, tudo bem. Simpatizamos com a mãe, amorosa, e com a filha que ainda é uma criança ingénua e feliz. Dee Dee faz de tudo para que esta não se aperceba de que está a crescer e torna a vida de ambas num conto de fadas constante. 


A história adensa-se e vamo-nos apercebendo de que as coisas não são bem como nos contam.


Afinal Gypsy não é alérgica ao açúcar, consegue andar e é capaz de dormir sem a máscara de oxigénio. Mas o que se passa aqui? Passa-se um caso muito severo de Síndrome de Munchhausen, uma doença que a pessoa finge, em si ou nos outros, doenças para chamar atenção ou simpatia (a série Sharp Objects também aborda esta doença, lembram-se do post que eu escrevi?). Ou seja, a mãe inventava doenças e sintomas que a filha não tinha, medicava-a sem prescrição médica (esses medicamentos acabavam por deixá-la doente, claro) e convenceu-a de que não conseguia andar. Tudo isto para que a filha nunca saísse debaixo da sua asa - e claro, para ir buscar subsídios e dinheiro das  generosas doações.

Porém, como uma adolescente normal, Gypsy tinha curiosidade sobre muitas coisas e, ao explorá-las às escondidas da mãe, encontrou um rapaz por quem se apaixonou. Os dois adolescentes conversavam através das redes sociais e desenvolveram uma relação pouco saudável ao longo de 2 anos. Até que o esperado acontece: corria o ano de 2015 quando Gypsy, farta de viver uma mentira, convence o namorado, esquizofrénico e bipolar, a matarem a mãe e a viverem juntos e felizes para sempre. O objetivo foi cumprido mas a fuga durou pouco tempo e ambos foram apanhados pela polícia. Gypsy vai ser libertada em 2024, mas Nick (o assassino) apanhou prisão perpétua.

Tudo isto também pode ser visto no documentário Mommy Dead and Dearest, igualmente perturbador, com testemunhos reais de familiares, vizinhos e médicos. Eu aconselho a que vejam, mas primeiro assistam à série. É desconcertante e confusa porque, se por um lado nós conseguimos entender a Gypsy, por outro não compreendemos como é que ela foi capaz de matar a própria mãe... É um caso macabro, sem dúvida.


Chernobyl
Chernobyl vem a seguir porque também é uma mini-série que já terminou. Tem igualmente apenas 1 temporada e conta como tudo aconteceu naquele dia fatídico de 25 de abri de 1986, com a explosão de um reator nuclear de Chernobyl, na cidade de Pripyat, Ucrânia, e tudo o que se sucedeu até ao momento em que os arguidos vão a julgamento em tribunal. A história nós já conhecemos bem, mas os detalhes, os heróis anónimos, os jogos de poder, de interesses e as decisões políticas são a alma desta mini-série de sucesso. Tal como em The Act, por já sabermos o desfecho, não retira em nada o entusiasmo e a curiosidade cada vez mais crescente em saber como tudo termina. 

Esta série está repleta de momentos chocantes - principalmente por sabermos que são verdadeiros -, de pessoas que foram heroínas no real sentido da palavra, pessoas normais que puseram a sua vida em risco para salvar o seu país e as pessoas que nele viviam. 


É uma lição de ciência, de física, de química e de cidadania e humanismo também. 


Eu sou extremamente curiosa em relação a este assunto, talvez porque nunca o compreendi muito bem. Já tinha visto documentários com A Voz de Chernobyl, da jornalista Svetlana Alexiévich (que aconselho vivamente e que é baseado no livro com o mesmo nome) e um episódio de Dark Turism que aborda este assunto, mas ambos retratam os anos depois da explosão, a atualidade. Eu precisava de conhecer o que é que aconteceu na altura e como. Precisava de ver respondidas algumas questões, como: o que acontece ao nosso corpo quando somos expostos a radioatividade? - eu só conheço o caso do Hulk e, garanto-vos, ninguém fica verde, grande e forte em Chernobyl - O que é que existe dentro de um reator? Como é que a radioatividade funciona? Como é que se pode controlar a radioatividade? Será que as tropas e as equipas de intervenção estavam preparadas para aquilo? O que aconteceu para que a explosão acontecesse? Tinha tantas dúvidas que foram claramente respondidas no decorrer do enredo. 


Chernobyl mostrou-nos o melhor e o pior do que aconteceu e merece todo o hype que teve em torno dele. 


A série está absolutamente fenomenal, quer em questões mais técnicas (caracterização, cenários, guarda-roupa, fotografia, luz, etc.) como em questões de guião, de cadência de acontecimentos, de gestão de picos de adrenalina e, claro, de grandes interpretações.

Chernobyl deixou-me com insónias. Quem me conhece sabe que isso é raríssimo acontecer. Mas depois de ver uma série tão bela e terrível, que aconteceu de facto, deixou-me a questionar muitas coisas, especialmente a força que a política tem no dia a dia dos cidadãos comuns e até que ponto é que nós estamos a salvo desses jogos de interesse e reputação. Vejam!


8,6 IMDb
Big Little Lies é uma série enganadora. Quando começa nós achamos que vamos na direção de um Donas de Casa Desesperadas II, uma série soft, light, que não nos vai obrigar a pensar, perfeita para descontrair de vez em quando e para rir também. A meio da primeira temporada percebemos que não podíamos estar mais enganadas. Isto porque o elenco junta, maioritariamente, mulheres bonitas, que vivem bem, com boas casas, carros, roupas, casamentos aparentemente felizes e filhos perfeitos. Depois começamos a entender que as coisas não são bem como parecem ser - como tudo na vida, não é?


As big little lies (ou as pequenas grandes mentiras) são aquelas mentiras que se entranham no nosso dia a dia, que se apoderam da nossa vida e que mudam o rumo das coisas. 


São pequenas coisas que se acumulam e se vão tornando autênticos "elefantes na sala". E todas as personagens têm alguma coisa a esconder ou a reprimir. Todas. Umas mais graves e traumáticas do que outras, umas que podem ser remendadas e outras que não têm solução.

Foi uma agradável surpresa, para dizer com verdade... Celeste, Renata, Madeline, Jane e Bonnie vivem na mesma cidade e têm filhos/as da mesma idade que frequentam a mesma escola. À exceção de Jane, uma recém chegada à comunidade, conhecem-se há anos e denota-se alguma raiva e competitividade entre alguns membros. Depois de algumas intrigas há um momento em que todas elas são obrigadas a unir-se e a defenderem-se umas às outras. E é aqui que a série é fantástica, porque não vai atrás do clichê básico de que as mulheres se dão todas mal e que se lixam umas às outras. 


Pelo contrário, em Big Little Lies descobre-se o real poder que uma amizade pode exercer na vida de uma pessoa e que a união faz, efetivamente, a força. 


É uma força feminina que tem muito que se lhe diga e é aqui que se rompe com o esperado. Na segunda temporada, a série vem com um reforço de peso, o Cristiano Ronaldo de Hollywood: Meryl Streep, que interpreta o papel de sogra de Celeste e que nós nunca sabemos bem se sentimos pena ou raiva dela, tal como a nora. Talvez ambas as emoções, não sei bem.

Ao longo das duas temporadas conseguimos ver casamentos destruídos, violações, violência doméstica, traições, falências, bullying, doenças, traumas, transtornos, luto... Que todos têm que enfrentar. Por outro lado, vemos amor, amizade, carinho, união, redenção, gratidão, reencontros, curas, libertação... Tudo isto com interpretações fenomenais - repito: FE-NO-ME-NAIS - de atrizes incríveis, um guião quase perfeito, uma técnica fantástica e tão smooth que até parece fácil... 

Não tenho nada a apontar a Big Little Lies. Nada. E ainda para mais sabendo que não tencionam continuar com a série. Eu concordo. Fica tão bem como está...


8,5 IMDb
Acho que esta série não precisa de apresentações, até porque já falei dela neste post e não preciso de lhe acrescentar nada. Handmaid's Tale tem uma história rica, densa e interpretações brilhantes. Cada episódio é um sufoco que nos deixa de boca aberta e a suster a respiração de forma inconsciente. E nunca nos para de surpreender, normalmente pelos piores motivos.

É muito difícil descrever esta série. Eu nunca consigo porque nunca encontro as palavras certas para explicar a profundidade e a pertinência dela neste tempo que vivemos. Digo apenas que aconselho a toda a gente. Toda. Devia mesmo ser obrigatória por causa de todos os exemplos de pseudo-democracias que estamos a ver surgir em vários pontos do mundo. Daí até Gilead não são passos muito largos. 


E por causa de todas as pessoas que acham que movimentos feministas, Pride ou outros movimentos de minorias são "desnecessários" ou "exagerados". Não são! Não são mesmo. 


Vejam The Handmaid's Tale, uma série baseada no romance de Margaret Atwood com o mesmo nome e depois digam-me se não tenho razão.

Esta nova temporada está a revelar-se violenta, quer visualmente, quer emocionalmente. Vemos atentados, vemos execuções coletivas, vemos mulheres mutiladas... Não está a ser um "passeio no parque". Dá a sensação que o cenário nunca esteve tão negro como até agora e eu só quero que a June se aguente firme para o que aí vem. Não posso adiantar muito porque sem contexto é difícil. Mas se tivesse que escolher uma série destas todas de que vos falo, escolheria esta para vos "obrigar" a ver, por ser a mais oportuna, elucidativa e marcante. Vejam!


8,6 IMDb
Se adoro a Casa de Papel e se acho uma série incrível? Não. Se me entretem? Muito. Para mim, La Casa de Papel serve exatamente para me divertir durante os minutos que duram o episódio e, depois disso, mais nada. Não tem grande efeito em mim a médio/longo prazo. Aliás, tinha pensado que não estaria interessada em ver esta nova temporada, mas lá fui vencida pela curiosidade que o marketing se encarregou de despertar em mim. Já a terminei, mas não fiquei assoberbada. Aliás, a fórmula é a mesma da anterior. Tudo isto começa porque, mais uma vez, a Tóquio fez borrada e o Rio foi capturado e torturado. Então, o Professor usa essa desculpa para pôr em prática o plano que Berlim pensou e criou antes de morrer e vingar a sua morte. Claro que o "objetivo principal" era obrigar o Estado a entregar-lhes o membro da equipa. Portanto, há um novo cenário (muito idêntico ao anterior), há personagens novas (ainda que sem grande relevo à exceção de Palermo, o substituto de Berlim) e o foco do roubo é outro: em vez de dinheiro, vão roubar ouro. O resto, vocês já sabem, há negociações, planos engendrados ao mais ínfimo pormenor, avanços e recuos, jogadas arriscada, enfim... Há sempre alguém que faz merda, há sempre momentos em que nós pensamos "agora é que é", há alturas que nós estamos a ver que as coisas estão a correr bem demais... Como dizer... 


Entretem, mas a fórmula é a mesma.


Tecnicamente não considero La Casa de Papel uma série incrível. É normaluxa e, por vezes, aborrecida, especialmente quando há flashbacks demasiado demorados de conversas que aconteceram e que, aparentemente, não têm sentido nenhum no contexto do episódio - e muitas vezes não têm mesmo! As interpretações são boas, umas mais do que as outras, e a minha personagem preferida mantém-se a mesma, a Nairobi, logo seguida do Denver. Acho que ambos os atores são muito bons... Já a Lisboa e o Professor, ou até mesmo o Rio e a Tóquio... Ehhh...

Bom, pelo final desta temporada percebe-se que vem uma próxima a caminho e eu estou zero ansiosa para esse momento.


8,5 IMDb
Já vos falei de Suits tantas vezes e nunca me canso, porque é uma série mesmo muito boa de se ver. É soft sem ser light (às vezes dá cá uns nervos!), é agradável à vista, por todos os atores bonitos e bem vestidos, pelas casas maravilhosamente decoradas, os restaurantes bonitos e os Rolex que lhes vemos nos pulsos. Depois há, claro, os jogos de poder, de negociação que é sempre muito divertido de se ver, especialmente se o Harvey ganhar, claro!

Este mês saiu a 9ª temporada e eu já estou de novo colada a ver. Acho que já não tem o mesmo wow desde que o Mike e a Rachel (Patrick J. Adam e Meghan Markle) sairam da série, bem como a Jessica (Gina Torres), mas ainda continua a ser interessante ver a relação entre o Harvey e a Donna. Os principais pontos negativos é que já tenho saudades de ver aqueles casos complexos de clientes em que o Harvey tinha sempre uma jogada de génio para fazer check-mate. Ultimamente, a empresa tem sido sempre atacada pela concorrência e todos lutam para se manter à tona sem os principais mentores por perto. Era giro até uma fase, mas agora já nem tanto.

Se estão à procura de uma série fixe para relaxar um bocado depois do trabalho, mas ainda assim com qualidade garantida e com jogos de poder e sedução, então Suits é uma excelente opção!



8,8 IMDb
E finalmente chegamos a Peaky Blinders. Uma das minhas características (talvez por ser Capricórnio, não sei) é que quando eu gosto, eu gosto MUITO. Não há meio termo. E quando eu digo que gosto MUITO, é já ali a roçar na obsessão. Não sou propriamente fã desta minha característica, porque me deixa muito obstinada naquela direção, mas a verdade é que a uso muitas vezes para descobrir um sem fim de coisas novas. Por exemplo, fiquei tão obcecada com Peaky Blinders que já fui ler mais sobre a história real do gang, sobre a história de Birmingham, estou há 15 dias a ouvir a banda sonora em loop - e descobri que afinal até gosto de Nick Cave, que choque! -, ando a imaginar-me a vestir as mesmas roupas que estes moços elegantes no inverno, fiz um stalkzinho ao Cillian Murphy e já despachei mais 2 ou 3 filmes em que ele entra... Enfim, podia continuar, mas não o vou fazer. Acho que já entenderam o meu nível de adoração pela série, certo? Posto isto, vamos lá:

Peaky Blinders inicia-se em 1919 e é uma história de um gang constituído pela família Shelby, ciganos de Birmingham. Os irmãos Shelby, Arthur, Thomas e John, são recém chegados a casa depois de terem lutado na I Grande Guerra Mundial. Chegaram com medalhas de honra e com traumas profundos. Têm também um currículo repleto de transgressões e violência. 


Os Peaky Blinders são conhecidos pelas apostas ilegais e pelas boinas com lâminas cosidas na dobra da frente e usadas como arma quando as coisas dão para o torno (que é quase sempre). 


Na cidade são temidos por todos e estão acima da Lei. Com a polícia e outras autoridades compradas, é muito mais fácil prosseguirem com os negócios ilegais. O chefe do gang era o irmão Shelby mais velho, Arthur. Porém, Thomas (Tommy), rapidamente se mostrou mais esperto e apto para liderar o grupo. Este é o início de Peaky Blinders. O resto, é preciso ver ;)

Vi as 5 temporadas numa semana. Assim, num bufo. E mais houvesse - há-de haver, lá para o final do ano, dizem. E o que é que a série tem de especial? É uma mistura de sucesso, na verdade: 
1) começamos com a construção muito rica das personagens, especialmente a de Tommy, a personagem principal, que é enigmático, misterioso. Tommy é tão lindo como louco (nunca sabemos bem no que está a pensar). É astuto, inteligente e tem uma postura maravilhosa. É o pilar da família e do gang. Não se deixem enganar, porque pode ser uma autentica besta. Arthur é o mais louco de todos, completamente traumatizado pela guerra e pelo abandono do pai. Vê no irmão um líder e uma âncora. John e Finn são os mais novos e especialmente o primeiro vai ganhando destaque à medida que as temporadas vão avançando. 
2) a dinâmica da série é avassaladora. Num momento estamos a suar das mãos de adrenalina e no momento seguinte estamos a afogar-nos na tristeza das personagens. 
3) a banda sonora é per-fei-ta. 
4) o guarda-roupa é de sonho, especialmente o dos homens. 
5) há muita arma, muita violência, explosões e lutas. 
6) o papel das mulheres é fortíssimo nesta série. Apesar de ser uma época em que elas não eram commumente tidas em conta, no seio dos Peaky Blinders elas estão muitas vezes a assumir as rédeas e a controlar as situações.

Há também um outro fator interessante em Peaky Blinders. É que apesar da história ser maioritariamente imaginada (é levemente inspirada num gang), consegue enquadrar na perfeição vários momentos históricos como a I Grande Guerra Mundial, o movimento das Sufragistas, a ascensão de Winston Churchill (que entra na série), bem como referências a Al Capone (provavelmente vamos ouvir falar mais dele na próxima temporada), à máfia italiana, à Família Real, a Charlie Chaplin, entre tantos outros.


Para vos aliciar a ver ainda vos posso dizer que entra o Tom Hardy e o Adrien Brody. 


Petyr Baelish "Littlefinger" e o Night King (referências para quem gosta de Game of Thrones) também participam, bem como uma série de outros atores que faziam parte de GoT.  E agora? ;) 

Acho que ainda vou ter muuuuuito para falar sobre esta série, mas entretanto, vejam-na, by order of Peaky Blinders!

Bom, é isto que tenho andado a ver nos últimos tempos. Ainda aguardo a nova temporada de The Crown e estou a começar a ver Pearson, um spin-off de Suits, mas ainda só vi 2 episódios e, por isso, não tenho muito a dizer. Sugeriram-me algumas séries no Instagram e acho que vou por aí agora ;)