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quarta-feira, 13 de junho de 2018

restart


Sabem bem que sou adepta incondicional de uma vida ativa. Só assim é que consigo ser feliz. No final de abril participei na minha primeira prova de corrida como podem ler aqui e foi incrível (afinal corri em 31 minutos e não em 40 e tal). Mas toda a preparação foi extremamente dura, principalmente para quem tem um horário fixo de 8 horas de trabalho, como eu. Essas duas semanas treinei praticamente TODOS os dias. Ou ia correr, ou para o ginásio, ou para a natação ou Pilates, ou várias coisas no mesmo dia... Dependia. Comprometi-me e cumpri. Mas quando terminei a prova pensei para mim "vou permitir-me a descansar só esta semana". Continuei a ir para o ginásio e para o Pilates na semana seguinte, mas sem o mesmo compromisso que antes da prova. Corri mais uma vez, na passadeira do ginásio (primeira vez que consegui correr 5km sem parar). Mas na passadeira não conta tanto, já sabemos!

O mês de maio foi danado. Tive 3 festas (!!!) em 3 fins-de-semana diferentes. Houve o Enterro da Gata e tive que dispensar o meu parceiro de treino, reuniões pós-laborais e mais duas ou três coisas que, constantemente, me foram impedindo de ir treinar. Deixei o ginásio e passei só a fazer Pilates uma vez por semana (isso eu não largo, senhores!). Resumindo, parei quase por completo.

Não têm a noção da diferença abismal que senti no meu corpo. Não falo em gordura ou flacidez (que também se nota) mas refiro-me ao constante cansaço, à tendência para uma alimentação menos cuidada, ao sono e à preguiça generalizada. Quando treinava todos os dias parecia que tinha em mim uma fonte de energia inesgotável, de quem corre, faz Pilates e ainda vem animada e cheia de pica para casa, pronta para fazer mais meia dúzia de coisas. Deixei de sentir essa felicidade toda e essa animação. E SÓ PASSOU UM MÊS! Imagino quem deixa de treinar por muito mais tempo...

E agora qual é a situação? É que o mês de junho chegou e eu voltei a treinar, mas sem vontade nenhuma. Senhores, eu sou a pessoa que está sempre pronta para um treininho! Sempre! E agora quando penso nisso fico "ooohhh não queeeeeero ir!". Não é normal! Por isso, já me convenci que isto não pode ser assim, que tenho que focar em voltar à forma de antes e melhorar. Por isso, defini os dias em que vou ao ginásio (se forem dias aleatórios, a tendência para adiar para o dia seguinte é maior) e é para cumprir à risca. Ontem comecei com essa exigência militar e correu tudo muito bem! Mesmo muito bem. O corpo já se está a adaptar na mesma, já me sinto mais eu e já estou mais feliz. É só continuar no mesmo registo. Deste modo, segundas, quartas e sábados há ginásio (e natação sempre que possível) e às quintas há Pilates. Entretanto, irei arranjar tempo para voltar às corridas, quando a minha motivação regressar a 100%.

E este post é para quê? Para relembrar que isto custa a todos... Custa a quem faz exercício e a quem não faz. Nem todos os dias estamos para aí virados, nem todos os dias nos apetece ir e nem todos os dias são felizes e cheios de energia. Também acho que devemos saber ouvir o nosso corpo e saber distinguir quando é preguiça e quando é cansaço. A preguiça combate-se no ginásio, o cansaço combate-se com um dia de merecido descanso. O importante é haver equilíbrio.

Ok?
Vão voltar a calçar as sapatilhas?
Vamos começar todas juntas?


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sexta-feira, 27 de abril de 2018

out of confort zone


Já vos posso contar o que andei a fazer nos últimos tempos porque a prova de fogo já passou. Corri. Verdade. Euzinha a correr.

*Vamos fazer aqui uma pausa para assimilarem a informação*

Já passou? Podemos continuar? Bora lá então.

Desafiaram-me para uma corrida de 5km. "5km faz-se na boa! Qualquer um consegue! Treinas na véspera e está feito!" E eu a pensar para mim que nunca tinha conseguido correr 2km, nem quando treinava dia-sim-dia-não. Mas disse que ia, que podiam contar comigo.

Ainda não sei muito bem o porquê da minha resposta, com franqueza. Sempre fui uma nódoa na corrida - e continuo fiel a mim mesma - e nunca tirei qualquer prazer nessa atividade, mas disse que sim. Fo#$-se, eu disse que ia correr 5km em prova de estafeta, enquadrada numa equipa de 4 pessoas. É que nem sequer podia desistir! Caso o fizesse, toda a minha equipa era desqualificada...

Mentalizei-me que tinha que começar a treinar.


OS TREINOS
Tinha 2 semanas para conseguir correr 5km quando antes não conseguia correr 1,5km e num tempo vergonhoso. Muni-me das minhas melhores armas: treino adaptado no ginásio, mais natação nestas pernas (e treino de respiração) e o meu PT do coração, o meu primão. Escolhi a pior semana do ano para começar a correr: chuvas torrenciais, frio a sério e muito vento. Mas lá fomos nós para o parque, com lama até aos joelhos e molhadinhos até à alma. Na semana seguinte foi o oposto: bom tempo, calor, sol e uma brisa fresca que melhora sempre tudo.

Nos treinos nunca consegui correr os 5km seguidos, mas também não sou parva. Não tinha tempo suficiente para conseguir treinar essa proeza. Se conseguisse fazer os quilómetros todos sem ficar para morrer no final, já era uma grande vitória para mim. Não estava preocupada com o tempo que ia fazer nem com o facto de ter que abrandar o ritmo e ir caminhando quando fosse necessário. Mas negociei sempre comigo própria de que nunca iria parar.

Durante as duas semanas treinei praticamente todos os dias. Ou corrida, ou ginásio, ou pilates ou natação. Fazia sempre o possível para manter o corpo a trabalhar.


A PROVA
Chegou o domingo, dia da prova. Todas as equipas, compostas por 4 elementos (2 homens e 2 mulheres) deviam correr 5km cada um, passando o testemunho. A prova iniciava em Guimarães e terminava em Braga, 20km depois.

Toda a gente me perguntava se estava nervosa. Dizia que não. Estive sempre muito tranquila porque sei que nunca falhei nos treinos, que dentro do tempo que tive para treinar, dei o meu melhor. Mas estava entusiasmada - afinal, era o dia da minha primeira corrida! O dia estava lindo. Saí de casa às 9h de t-shirt em direção à partida. Encontrei-me com a minha equipa, trocamos impressões, ajudamos uns aos outros a colocar os dorsais e os restantes equipamentos, demos duas ou três piadas para descomprimir e depois seguimos para os nossos pontos intermédios.

Enquanto que estava no meu posto à espera que o meu colega chegasse com o testemunho, fui ouvindo os primeiros atletas que terminaram ali a sua prova. Chegavam exaustos, estafados, a suar desalmadamente e a queixar-se do percurso, que era duro, que subia muito e que estiveram a passar mal. Eu, novata nestas coisas, comecei a entrar em pânico.

Como assim atletas fortíssimos a chegar estafados?
Eu sei, eu sei, é preciso ver que eles fazem 1 quilómetro em 30 segundos e eu demoro duas semanas e meia a fazer 500 metros... Eu sei. Mas mesmo assim, jeez! Fiquei apoquentada com o cenário.

Quando anunciaram o número da minha equipa - 112, que apropriado! Sempre achei que fosse uma private joke da organização -  deu-me um baque no coração. Fiquei a ver o meu colega ao longe, estafado, sem conseguir olhar em direção nenhuma, a pingar de suor e vermelho que nem um tomate. Fui ter com ele até onde me permitiram, peguei no testemunho e desatei a correr tipo bala (esta foi a minha perspetiva da coisa, aposto que as outras pessoas viram uma miúda a iniciar a corrida a passo apressado). Aquela adrenalina de só querer correr, já com o testemunho na mão, tramou-me. Não controlei a respiração, comecei a correr bem acima do meu ritmo e para piorar tudo, o meu percurso iniciava com uma subida considerável que se prolongava por 2 quilómetros. Comecei a pensar, ao fim dos primeiros metros "Foda-se! Onde é que te vieste meter?" ou "Porquê, rapariga? Porque é que estás a fazer isto a ti própria?" "E se eu quiser desistir? E se eu não conseguir acabar? E como é que vou fazer 5 quilómetros se eu já estou cansada e ainda não acabei o primeiro?". Depois começou o "Não vou conseguir" na minha cabeça, a bater a cada passada. As pernas foram ficando pesadas, eu não conseguia fazer com que corressem! A minha respiração era assustadoramente descontrolada e comecei a sentir o gosto de sangue na garganta. Abrandei o ritmo (fui a passo) e só me apetecia chorar. Acho que ainda não tinha chegado ao primeiro quilómetro. Eu não ia conseguir chegar ao fim.

As pessoas passavam por mim e davam-me força, puxavam por mim, agarravam-me o braço e acompanhavam-me. Mas eu estava totalmente desanimada. Zero motivação e já a acreditar que ia ficar mal. Valeu-me o meu amigo, que veio acompanhar a corrida de bicicleta e vinha ao meu lado, sempre a puxar por mim, a negociar constantemente comigo e com a minha inércia "Descansas até àquele poste e depois ligas o turbo!". Veio sempre a puxar por mim. Ora em cima da bicicleta ora a correr ao meu lado. Passavam e diziam "Ele que pegue no testemunho e o leve de bicicleta!" e ele respondia sempre "Ela é que vai entregar o testemunho. Ela consegue."

Senhores, a minha memória é seletiva e parece-me que estive só 5 minutos nesta espécie de sofrimento psicológico, mas a verdade é que demorei quase 40 minutos a fazer 5 quilómetros (vá, podem rir que eu também me rio!). Nunca tive dores ao longo do percurso. Nunca tive dor de burro, dores nos pés, dores nas pernas, nada. Nunca me senti extremamente cansada. Apenas não acreditava que ia conseguir e as pernas não corriam.

Disse ao meu amigo que aquilo não era normal. Que não corro muito mas consigo correr muito mais e melhor do que aquilo. Ele disse-me que estava a ter um mini ataque de ansiedade, mesmo que inconsciente. Por isso é que não conseguia controlar a respiração nem conseguia correr. Foi aí que eu pensei "Bolas, é mesmo isso!". Depois de acabar aquela subida do demo, consegui recuperar o meu tempo. Liguei o turbo e fui correndo e abrandando, de acordo com as ordens do meu corpo, mas já muito mais tranquila.

Não consegui tirar partido da corrida da forma que eu achava que ia conseguir. Os nervos apoderaram-se de mim, assim como as minhas inseguranças e fragilidades e o medo de falhar para com os meus colegas.

Ao fim de 30 e tal minutos, vi a reta da minha meta e vi os meus colegas de trabalho que também estavam a competir e vi também os meus pais. Dei um sprint tão rápido que nem senti as pernas. Entreguei o testemunho à minha colega que saiu disparada que nem uma bala. O meu amigo que me fez companhia, seguiu caminho com ela, para lhe dar apoio também. Na meta respirei fundo, fui direta à água (estava completamente desidratada) e à maçã. Depois pensei comigo, de forma tímida "Consegui e cheguei à meta a correr.". Fui ter com os meus pais que me abraçaram meios preocupados, meios aparvalhados por verem a lontra que têm em casa a acabar de fazer 5km a correr. Quando perceberam que estava bem, ficaram felizes e orgulhosos! Acho que eles não acreditavam a 100% que ia conseguir (mas quem é que acreditava?!). Fizeram-me perguntas e eu disse-lhes que se não fosse o meu amigo que àquela hora ainda nem tinha chegado ao quilómetro 2. Eles despediram-se de mim e eu segui de camioneta da organização até à meta.

Quando chegamos, a minha amiga a quem entreguei o testemunho (e que ia fazer o último percurso e cortar a meta) ainda estava em prova, mas muito próxima do final. Então reunimos o grupo e fomos a correr ter com ela, rodeámos-la e fomos acompanhá-la até à meta.

Chegamos todos bem, todos mais ou menos felizes (houve pessoas tristes com os seus tempos, mas a prova é dura e estava muito calor - e sem abastecimentos antes ou durante a corrida!!!) e eu, apesar de desiludida com a minha prestação, estava orgulhosa por me ter posto nesta posição, onde eu tinha tudo para falhar.

Sair da minha zona de conforto é o que mais gozo me dá, mas também me cria ansiedade, mesmo que de forma inconsciente, e que me faz passar maus bocados. Mas acredito em mim, acredito no meu esforço e na minha dedicação quando tenho um objetivo em mente. Esta corrida foi o início de muita coisa boa. Foi o início de uma confiança extra, de mais vontade, de mais força (e de menos peso, também, que isto de correr emagrece de verdade!).

Como disse, estou com memória seletiva e não me lembro claramente de ter sofrido durante a prova. Lembro-me dos pensamentos que tive, mas não me lembro dos maus momentos nem de ter corrido 40 minutos (pareceram-me 5). Mas não me vou esquecer de ter posto um dorsal, de ter uma t-shirt com o nome da minha empresa vestida, tal como os meus colegas de equipa, de chegarmos juntos à meta, de subirmos ao pódio para a fotografia de grupo... Enfim. Só não tenho medalha - acabaram! - e foi a única coisa que me faltou naquele momento. Ela vai chegar até mim, eu sei. E vou dar-lhe tanto valor, senhores...

Com tudo isto só vos quero dizer que nada é impossível (literalmente) e que é tão bom propormo-nos a desafios... Vai custar, vai doer, vai implicar compromissos e escolhas, mas vai valer a pena no final. E não falo só de correr uma prova. Falo em decisões que temos que tomar no nosso dia a dia. Arrisquem, mudem, desafiem-se!


E agora, será que me fico por aqui? ;)

ATUALIZAÇÃO
Afinal o meu tempo oficial da corrida (de acordo com o chip) foi de 31 minutos. Foi o meu melhor tempo de sempre e ainda não sei bem como é que consegui essa proeza.


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terça-feira, 7 de março de 2017

manual de instruções

Vamos falar de coisas sérias aqui. Estamos a entrar na fase em que queremos ficar todas gostosas para o verão mas vamos com calma e vamos lá assentar primeiro as ideias, sim? Há fases importantes - apesar de parecerem insignificantes - que é preciso ter em conta.

O sutiã certo
É essencial. Não façam nada sem terem o sutiã certo. Se me perguntarem onde se deve despender mais dinheiro é num ótimo sutiã. Esqueçam os tops, esqueçam os sutiãs de pouca resistência a altos impactos e principalmente NUNCA usem um sutiã normal, de aro e alças finas. Ok? Deixamos este ponto bem claro? Se fica caro? Depende. Ainda no outro dia comprei um ótimo na Decathlon por 20€. Se podem comprar semelhantes por 3€ na Primark? É provável, mas depois podem arrepender-se. Primeiro não se vão sentir confortáveis - principalmente as meninas avantajadas - porque vão parecer um yo-yo. Já para não falar que o vosso peito vai começar a quebrar e a descair. E isto serve para as meninas com o peito pequeno também.

Que características deve ter então o sutiã certo?
1. Primeiro e antes de mais deve ser do vosso tamanho. E pode parecer o mais parvo de se dizer mas há uma percentagem demasiado alta de mulheres que não usa o número certo de sutiã e isso é extremamente prejudicial para as maminhas. Ou seja, devem escolher um que vos assente na perfeição nas costas, nas alças e no peito. Este deve estar completamente dentro da copa, sem se ver "carnes" de fora. E deve de estar no ponto certo - nem demasiado apertado nem folgado.

2. Deve ser confortável. Não pode arranhar, provocar irritações, ter acessórios que vos possa magoar... Vocês sabem. E deve ser próprio para desporto o que significa que o material vai ser mais adequado principalmente no que toca à transpiração.

3. Deve ter as alças e as costas largas para dar um maior suporte e prevenir os efeitos dos impactos mais fortes. Principalmente para quem se quiser meter nas corridas.

4. Evitem cores claras para que não se danifique com tanta facilidade. Se só encontram sutiãs feios, podem sempre usar a minha técnica - sempre fiz isso, mas não por esse motivo - que é vestir um top giro por cima desse sutiã. Problema resolvido e ainda se sentem mais confortáveis (fica tudo no sítio, nada mexe!).

O calçado certo
Esqueçam ir correr ou ir para o ginásio de All Stars ou de Stan Smith, ok? E eu digo isto porque eu já vi esse fenómeno com estes dois ricos olhinhos. O ideal é deslocarem-se a uma loja de artigos desportivos e comprarem o calçado mais apropriado para a vossa modalidade. Podem escolher sapatilhas mais caras ou mais baratas, é convosco e depende também dos vossos objetivos a médio/longo prazo. Mas tenham essa preocupação. Umas sapatilhas para correr não têm as mesmas características que umas sapatilhas para fitness.

Os acessórios essenciais
Sou muito prática e não levo saco porque tomo banho em casa (que fica a 5 minutos a pé do meu ginásio). Ainda assim nunca dispenso uma toalha, uma garrafa de água - de preferência reutilizável - e um elástico para o cabelo. É só isto. Quanto à roupa adequada, usem o que se sentirem mais confortáveis. Não vale a pena inventar. Por exemplo, eu não consigo fazer desporto com calças largas, por isso só tenho leggings ou calções. Também não é boa ideia comprarem calças claras (tipo cinzentas) porque depois de transpirarem, as marcas vão ficar em sítios bastante inconvenientes... Fica a dica de quem já experimentou e não quis repetir. De resto, é usufruir.

Sobre as modalidades
Inscrevam-se naquelas que tenham que ver com vocês. Se não gostam de dança, é melhor não se meterem uma aula de zumba, por exemplo. Vão experimentando e vão ajustando o vosso treino ao vosso gosto e necessidade. Eu não adoro a aula de segunda que é treino funcional, mas sei que preciso dessa aula para treinar cardio e força ao mesmo tempo. Faço o esforcinho e vou. Não custa tanto quanto pensam. O segredo é combater a inércia e insistir sempre até se tornar um hábito.

Mudem por vocês
Acho que este ponto é essencial. Muita gente mete-se no ginásio e acaba por desistir ou porque tem preguiça ou porque não tem que lhe faça companhia... Também há quem diga que não tem tempo... Enfim, podem dizer o que quiserem. Não se podem inscrever no ginásio só porque o verão está a chegar e já se começam a sentir pressionadas para ter o corpo perfeito para o biquini. Essa "motivação" não vai durar muito, acreditem. No máximo dura até ao final (ou início) do verão. Um estilo de vida saudável é isso mesmo, um estilo de vida, não é um butãozinho que se liga e desliga quando for conveniente. Ou seja, devem praticar desporto e ter uma alimentação saudável todo o ano e não só nos meses que antecedem o verão e a praia, ok? Vocês têm que meter na vossa cabeça que querem ir para o ginásio para bem da vossa saúde física e mental, para cuidarem de vocês, para se sentirem mais felizes, mais ativas, mais capazes, para conseguirem testar os vossos limites e irem até onde nunca foram. Não se inscrevam para agradar a alguém ou para se compararem a outros. Só vão gastar dinheiro. Vocês têm que vir em primeiro lugar. E é aqui que a frase "E se eu não gostar de mim, quem gostará?" faz mais sentido. Vá meninas, força!

Insistam, insistam, insistam
No início custa sempre. Custa a todos, não há milagres. Depois vai custando muito menos e há dias que não custa nada. Mas acreditem quando vos digo que é preciso insistir sempre. Porque há dias em que estamos mesmo cansadas ou porque temos sono ou outras coisas para fazer. Insistam e não abdiquem desse momento que é só para nós. Vão sentir-se melhor no final, prometo. E também prometo que vão terminar o treino com uma pica que vão conseguir fazer tudo e mais alguma coisa. Insistam quando não apetece, insistam quando doer, insistam quando chover, insistam quando fizer frio, insistam sempre.

Os resultados tardam mas chegam
Eu sei que é difícil pensar assim, mas não se foquem nos resultados. Foquem-se no percurso. Há quem consiga ver resultados imediatos e há quem demore muito tempo - eu! Não desesperem. Nem desistam. Encontrem prazer no exercício diário, vejam os pequeninos progressos que só vocês vão conseguir dar conta (subir um lanço de escadas sem ficarem com os pulmões a rebentar, por exemplo) e vão testando os vossos limites. Vão aperfeiçoando as posições (principalmente para evitarem lesões), estejam mais atentas, insistam mais, se o instrutor pedir 10, façam 11...

Diz-me o que comes
Esqueçam as dietas tolas. Esqueçam o não comer para ficar elegantes. Esqueçam as modas e as tendências. Comam bem e bonito, que é como quem diz, comam de forma saudável, equilibrada, de forma variada, várias vezes ao dia e sem fundamentalismos. Bebam muita água e não se privem de um doce de vez em quando. A vida é assim mesmo: há dias em que comemos salada e vamos ao ginásio e outros que ficamos no sofá a comer uma fatia de bolo... E está tudo bem.

Inspirem-se
Procurem inspirações que vos motive a ir ao ginásio, a correr mais um quilómetro, a calçar as sapatilhas e ir, a aumentar o peso da barra,... Podem ser imagens aleatórias, vídeos, uma pessoa em particular, frases, pode ser uma peça de roupa que querem muito vestir... enfim, o que preferirem. É bom termos uma inspiração mas não podemos querer ser iguais a ou vivermos dependentes dessa imagem. Serve apenas como uma motivação extra. O resto são vocês, a 100% ;)

Mente sã, corpo são
De nada adianta mudar os nossos hábitos alimentares e o nosso estilo de vida se não conseguirmos ir mais além a nível espiritual. Podem achar que isto são balelas mas leiam até ao fim. Quando começarem a praticar desporto de forma frequente, vão ter tempo para estar convosco, para se dedicarem só a vocês. E isso é tão bonito... Se começarem a correr então é que é... Vão ver as coisas como nunca viram, vão ouvir a vossa respiração, o vosso coração bater, vão dar mais valor ao pôr do sol e vão apreciar o caminho, sem pensar tanto no final. O exercício físico já vai fazer parte da vossa vida, parte de vocês, mesmo sem darem logo por isso. Assim, é importante que dediquem algum tempo à meditação, a encontrarem o vosso próprio equilíbrio porque vão sentir-se mais predispostas a isso. Vão também sentir-se automaticamente mais alegres, mais livres, mais felizes (é científico) e vão consequentemente tornar-se pessoas mais positivas. Experimentem Pilates ou Yoga ou outra modalidade semelhante para meditarem, para encontrarem o ponto em que o vosso corpo se liga com a vossa mente e o vosso espírito. É lindo. Prometo que depois de experimentarem não vão querer outra coisa (digo-o por experiência própria).


Vá, agora calcem lá as sapatilhas e ponham-se a caminho ;)


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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

i can


Ontem foi um dia duro. Corri para todo o lado. Aliás, no último meio ano a minha vida tem sido sempre em passo de corrida, literalmente, com os minutos contadinhos. E se eu até acho muita graça a isso e me faz sentir realizada, também há dias em que me sinto exausta.

Ontem foi o dia.

Ontem tive 10 minutos para me equipar, comer qualquer coisa e ir a correr de casa para o ginásio sem tempo para me sentar 2 minutos só para recuperar o fôlego. Cheguei e a aula foi difícil, de alta intensidade, sem direito a pausas e sempre a um ritmo difícil de acompanhar. Se fosse num outro dia qualquer, não teria achado assim tão complicado, mas ontem senti-me a desfalecer. Mesmo. Todo o meu corpo tremia e toda eu estava absolutamente exausta. O maior problema é quando esse sentimento chega à cabeça e começamos a achar que não conseguimos, que já não aguentamos mais. Mas conseguimos e aguentamos, claro... Quando cheguei a casa enfiei-me debaixo da água e fiquei uns segundos paralisada ali quase a chorar de exaustão, de desespero e de dores. Respirei fundo, foquei-me na música que ponho sempre a tocar enquanto tomo banho e, devagar, fui fazendo o que tinha a fazer. Ontem senti, literalmente, o meu corpo a avisar-me que estou a abusar dele, que preciso de parar um bocado, talvez.

Mas para mim isso está fora de questão. Aliás, só estou à espera que os dias comecem a ficar maiores para começar com as corridas - que eu sozinha correr de noite no meio de um parque não me parece grande ideia.

E perguntam-me vocês porque é que eu ontem não fiquei alapadinha no sofá? que uma vez não são vezes... Bom, o problema é que eu sou bicho ruim que quando mete uma coisa na cabeça difícil é não fazer. E se não é o ginásio não tenho outro momento só para mim. E porque nunca achei que me ia sentir assim, claro. Mas acho que mesmo que soubesse, ia na mesma.

A verdade é que me sinto bem com a superação. Sinto-me orgulhosa por isso. E quanto mais dói, quanto mais me custa, mais eu gosto de ir fazendo. Podem dizer que sou maluquinha mas não faz mal, quem está na mesma situação que eu percebe-me e sabe que os resultados compensam todas as horas de luta e desespero. E quando falo nos resultados não estou apenas a falar num corpo mais bonito - na verdade isso deixou de ser uma prioridade. Falo de me sentir cada dia mais saudável, mais capaz de muita coisa que achava que nunca seria há uns tempos atrás. Falo da resistência, de subir uma escadaria e manter o meu batimento cardíaco controlado enquanto que a minha companhia fica perto de se atirar ao chão de cansaço. Refiro-me também à tranquilidade de espírito, à mentalidade, à força de vontade que vai sendo incutida aos poucos. Falo também da postura corporal mais saudável, mais adequada... Não há nada que me dê mais prazer do que terminar um treino cansada, suada e com os músculos duros, doridos.

Enfim, o exercício é muito mais do que um corpo bonito porque para isso, basta ter uma pessoa bonita dentro ;)



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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

just do it

Era suposto publicar este post na sexta feira passada, mas como já tiveram a oportunidade de ler, eu mal tive tempo para respirar. Calma, também não perdemos nada, só adiamos por uns dias, não é? Então cá vai:

Tenho um talento natural que é incrível: engordo só de respirar. Se respirar fundo sou menina para crescer logo umas 750 gramas assim fácil. Não é para todas. Por isso tenho muita atenção com a minha alimentação. Tenho alguns "truques" ou hábitos, como preferirem, para controlar melhor essa tendência e pediram-me para partilhar. É isso que vou fazer. 

Mas tomem isto como a MINHA perspetiva de como o MEU organismo funciona melhor. Não estou a dar uma receita milagrosa ou uma dieta. Nada disso! Vocês devem perceber o que resulta melhor no vosso caso e aplicar.

1. Rotina
Percebi que o meu organismo altera drasticamente se não tiver horas certas para as refeições, para acordar ou para adormecer. Então comecei a almoçar todos os dias à 1 da tarde e tento jantar o mais cedo possível - aí ainda não consegui regularizar muito bem. Durmo, em média, 7 a 8 horas por dia. Às vezes mais. Comecei a tomar o pequeno almoço certinho, a fazer o lanche da manhã (às 11h) e dois lanches da tarde (um às 16h30 e outro às 19h porque janto sempre depois das 20h30). As diferenças no corpo são bem visíveis!

2. Refeições
Já fui bastante fundamentalista. Dediquei-me às papas de aveia, ao muesli e a tudo o que era cereal e sementes. Bebia leite de aveia, leite de amêndoa, leite de coco, comia legumes cozidos e abdiquei do arroz, das batatas e da massa - só se fosse cozida, sem molhos e de vez em quando. Deixei o açúcar, os refrigerantes e os doces. Só comia iogurtes se fossem naturais, deixei a manteiga e o pão e comia galettes de milho. Enfim, uma série de opções que de nada me adiantaram. Mas percebi isso depois de tentar, claro. Então agora sou muito mais relaxada com a minha alimentação. 

O meu pequeno almoço é sempre o mesmo: meio pão de cereais (porque é o meu favorito) com uma chávena de chá (qualquer chá). É muito raro beber leite. Percebi que o meu organismo já não o aceitava como antes e, por isso, deixei de beber com tanta frequência. O lanche da manhã costuma ser bolachas (aveia, água e sal, com canela, torradas... o que tiver em casa, desde que não sejam com chocolate). Ao almoço como o que houver na ementa, mas tento sempre escolher o prato mais saudável e fujo aos fritos. Tenho a sorte de comer várias vezes peixe grelhado e legumes cozidos. Mas se houver arroz de pato gratinado, mando vir. Se a comida não me agradar ou se for demasiado calórica, como sopa. No final escolho sempre uma peça de fruta (normalmente uma tangerina ou uma banana). O lanche da tarde é sempre a outra metade do pão que comi ao pequeno almoço e meia hora depois tomo um café forte. Faço o lanche das 19h às segundas e quartas, que é quando vou para o ginásio, e como sempre uma banana antes do exercício. Nos outros dias, não como nada. Ao jantar 90% das vezes como sopa (sem batata, porque prefiro) e uma peça de fruta.

Mas também tenho dias que como uma sobremesa, se me apetecer, ou uma comida mais pesada ou até um quadrado de chocolate com o café, depois de jantar. A ideia é não nos proibirmos de nada porque só vai aumentar a nossa vontade de comer o que não podemos. Depois é tudo uma questão de hábito. Por exemplo, eu achava que não conseguia viver sem Coca Cola. Hoje conto pelos dedos das mãos as vezes que bebo um copo (nem é uma lata!) por mês. Habituei-me e já não sinto a necessidade.

3. Água
É importantíssimo. Aqui tenho que me obrigar a beber. Tem dias que bebo imensa (normalmente à semana) e tem outros que bebo um copo e mal. Mas aqui também é preciso termos atenção aos sinais do nosso corpo. Houve uma altura que bebia água à maluca - aos 3 litros por dia - e inchei imenso. Ao início não associei, mas depois percebi que era mesmo da água quando deixei de beber essa quantidade e voltei ao normal. Tudo para vos dizer que precisam de adequar os novos hábitos ao vosso organismo, precisam de estar atentas e reajustar sempre que seja possível. Agora sei que 1,5 a 2 litros por dia são suficientes para mim.

4. Exercício
Não nos vamos pôr com coisas. Ninguém emagrece de forma saudável sem exercício. E depois de começarem torna-se um "vício" tão grande que difícil vai ser parar. Primeiro devem mentalizar-se que querem fazer desporto. Depois precisam de se inscrever num ginásio (ou numa modalidade, o que quiserem) e aqui devem ter atenção três coisas muitíssimo importantes: 1 - vocês adoram ou acham que vão adorar a modalidade que vão praticar? 2 - o ginásio é perto de vossa casa ou a caminho dela? 3 - o horário das vossas aulas é SEMPRE compatível com a vossa rotina? Tudo isto porquê? Porque se não gostarem mesmo do que vão fazer vão desistir com facilidade; se o vosso ginásio ficar longe ou contramão vão arranjar desculpas para não ir e se tiverem que correr muito para conseguir chegar a tempo das aulas também é meio caminho andado para desistirem.

Depois de ultrapassarem estas barreiras dou-vos mais três dicas: 1 -  ofereçam-se para dar boleia a uma amiga/colega/vizinha que queira ir também. Assim têm o compromisso com outra pessoa e vão sair de casa mesmo quando a vontade falhar; 2 - não se sentem no sofá! Mal cheguem a casa vistam LOGO a roupa de treino e, se ainda sobrar tempo, organizem a vossa vida de maneira a que quando chegarem do ginásio tenham tudo mais controlado. 3 - comprem um conjunto novo e giro para o ginásio. Por mais barato que seja vai dar-vos motivação para irem.

5. Organização
Dizem-me muitas vezes que não têm tempo para fazer exercício ou refeições saudáveis ou para dormir mais horas. Acredito que quem tenha filhos e uma casa para manter seja difícil. Mas não é impossível. O segredo está na organização e nas prioridades que estabelecemos. Vou dar um exemplo muito concreto: eu NUNCA marco nada para as segundas e quartas depois do trabalho porque é quando tenho ginásio. Quer seja a manicure, a depilação, consultas médicas, reuniões... O que for. Digo sempre que nesses dias não tenho disponibilidade. Salvo raríssimas exceções, nunca faltei ao ginásio por causa de outros compromissos. Se definirem esta prioridade, vai acontecer o mesmo convosco.

Hábitos como planear o que vão vestir ou lavar o cabelo na noite anterior são pequenas coisas que também ajudam a organizar o dia e evita que andem sempre a correr.

O fim de semana também pode ser ótimo para organizar a vida. Preparar refeições rápidas e congelar, planear as refeições da semana, planear o trabalho, fazer uma lista de compras... Apontem tudo numa agenda ou bloco de notas. Para além de ser mais fácil de se lembrarem, vão conseguir ter uma melhor noção do vosso tempo. Aproveitem todos os "buraquinhos" do vosso dia para organizar e definir uma "estratégia". Coisas muito simples como: segunda feira - ginásio; terça feira - compras; quarta feira - ginásio; quinta feira - manicure. Não é difícil, prometo!


É tudo uma questão de tentativa-erro. Podem não acertar à primeira mas também vos garanto que não vão falhar sempre ;)


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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

go

Comecei o ano cansada, como já é hábito. A carga de trabalho está a intensificar. Eu insisto em meter-me em novos projetos que eu sei que vou dar saída, mas também sei que para isso vou ter que ser uma ótima gestora do meu tempo - nunca fui, vou tentar ser agora.

2017 chegou em força. Como se fosse atingida por uma onda daquelas violentas. Só esta primeira semana já trabalhei imenso e já tenho trabalho pendente, já tive uma reunião com uma proposta boa, já tive uma cerimónia de aniversário de um outro projeto em que participo, já fui inscrita para uma conferência que ainda vai decorrer esta semana, tenho um exame médico para ir fazer (que tive que faltar por causa do trabalho e remarquei para esta semana) e manicure marcada (que já desmarquei e marquei 2 vezes!). No meio disto ainda tenho os meus anos amanhã - que não me apetece nadinha festejar.

E o ginásio.

Hoje quando cheguei a casa estava tão cansada, mas tão cansada, que só a ideia de ter que vestir a roupa de treino me aborrecia. Se bem que estes dias são raríssimos - estou sempre muito motivada para ir à minha aulinha - hoje ponderei mesmo ficar por casa. Os meus pais incentivaram a ideia. Depois dei por mim a pensar nos doces que comi na Passagem de Ano, pensei que era o primeiro treino do ano e que não era bom presságio começar 2017 sentada no sofá. Foi aí que sem pensar duas vezes vesti a roupa de treino e fui. Para animar ainda fui a correr até lá.

O treino não podia ter corrido melhor (tendo em conta que não treinava há uma semana - e quem pratica desporto sabe o que uma semana de doces e descanso faz ao nosso corpo) e acabo sempre por fazer o caminho de volta a pensar na frase que diz que nunca ninguém se arrependeu de ter ido ao treino. É tão verdade!

Cheguei a casa e defini que era o momento de tomar conta de mim. E assim foi. Um banho mais demorado, tratar da pele e do cabelo... O que já deveria ter feito há muito tempo atrás.

Espero que esta desmotivação tenha sido pontual. E se não for, que a minha força de vontade se mantenha e me faça sempre calçar as sapatilhas e ir.

E vocês? Calçaram as sapatilhas hoje?


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terça-feira, 26 de julho de 2016

homemade

Com a chegada do verão e particularmente das férias, alguns ginásios vão fechando por "falta de comparência" ou o nosso apetite para ir treinar é reduzido e já só pensamos em caipirinhas e água salgada. O problema é abrandar - ou mesmo parar - durante um mês depois de um ano de treinos intensivos semanais. O regresso é doloroso.

Falo por experiência própria já que parei uma semana e ontem, quando iniciei a aula circuito, já me estava a sentir exausta e ainda só íamos no aquecimento! Depois o corpo relembrou-se que aquilo era o procedimento normal e consegui concluir a aula a bom ritmo. Mas o início...

O que me fez pensar: se parei uma semana e já me sinto uma lontra amestrada, o que será de mim quando parar o mês de agosto? Em setembro nem uma flexão vou ser capaz de fazer...
Quantas pessoas aqui estão na mesma situação?

Foi por isso que decidi fazer este post e até para mostrar que é possível ter um mini ginásio em casa sem gastar rios de dinheiro e conseguir ir mantendo o ritmo mesmo em férias.
Pus-me a pesquisar no site da Decathlon (a melhor loja de artigos de desporto, na minha opinião) e encontrei coisas muito interessantes. Era capaz de largar uns trocos por cada um destes artigos, sendo que alguns já cá cantam.

Este post serve também como dica para aquelas pessoas que querem começar a fazer qualquer coisa mas não querem gastar dinheiro em ginásios ou não se sentem confortáveis a praticar exercício em frente a outras pessoas... Enfim, com meia dúzia de euros vão conseguir alguns resultados.

Diria que para começar é necessário ter em casa pesos e uma corda para saltar. Um tonifica e o outro fortalece o cardio. Para conseguirem perder peso, aconselho a corrida que é gratuita e os resultados são quase imediatos.
Depois, com alguma experiência, curiosidade e gosto pelo desporto - que vão surgir com o tempo sem vocês saberem bem de onde é que isso veio - vão começar a querer mais e mais. É uma oportunidade para aumentar a vossa coleção. Todos estes materiais em baixo são baratos, com qualidade q.b. e muito úteis. Mesmo que não saibam para que servem, vão aprender rapidamente já que a vossa curiosidade vos vai guiar para tutoriais no YouTube e coisas parecidas.

Tapete 2,49€ | Bola Pilates 8,99€ | Prancha 19,99€ | Disco 7,99€ | Halteres 9,99€ | Corda 1,99€ | Elástico 12,99€ | Perneiras 15,99€ | Anel de tonificação 9,99€ | Kettlebell 19,99€

Para os halteres, 1,5kg é o mínimo dos mínimos. O mesmo com as perneiras - 2kg é para iniciados. Quanto ao kettlebell, eu uso 8kg e ainda não consigo ir muito mais além disso. Se conseguirem, força!
Podem ainda utilizar os discos de musculação que são SUPER baratos para os mais diversos usos como abdominais, braços e até pernas e glúteos.

Depois é tudo uma questão de vontade e de imaginação. Que vos parece?


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terça-feira, 14 de junho de 2016

baby steps

Ontem foi um dia ótimo! Mesmo bom. Deitei-me com um sorriso estúpido na cara. É uma coisa absolutamente parva e insignificante, mas ninguém imagina o que significa para mim.
Comecemos pelo início.

Ao princípio da tarde recebo uma mensagem da dona do meu ginásio a dizer que a minha professora não podia dar a aula do costume porque tinha o filho doente e que o professor que a iria substituir ia dar zumba. Azar dos azares. Odeio zumba.

Mandei mensagem à Ju a perguntar se queria ir correr ao final do dia. Disse-me logo que sim! Chamei o resto das meninas. Só veio a Rita. Azar - eu a correr logo com duas gazelas que fazem 30 minutos sem parar e no fim parece que acabaram de sair de casa, frescas e fofas. Não me acovardei e à hora marcada recolhi o pessoal. Iniciamos a corrida e, pela primeira vez, não pensei "Nunca vou conseguir fazer este percurso". Nada. Não pensei em nada. Pus um phone, fui ouvindo a conversa - mas sem responder ou então abafava - e lá nos pusemos a caminho muito tranquilamente.
Não, não vos vou dizer que corri meia hora - estão loucos?! Mas consegui fazer uma volta inteira ao parque (mais um pequeno bónus) sem parar 1 segundo. Uhh, que loucura, dizem vocês. Pois, como vos disse, não é absolutamente nada de especial. Mas tendo em conta que há um tempo atrás fui para o mesmo sítio e vi-me desgraçada para correr menos de metade... A evolução não é má.
Lembrem-se que eu odeio correr (coisa que está a mudar aos poucos, para grande surpresa minha!) e que nunca corri na vida.


Gosto de me propôr a desafios que eu sei que vão ser MESMO difíceis para mim e gosto de ir superando os obstáculos. Se há uns dias atrás me dissessem que ia conseguir correr 1,5km sem parar eu ia rir na cara da pessoa e rebolar no chão. O que é certo é que já consigo e não fico para morrer. Se me dissessem que me iam encontrar na Decathlon a um sábado à tarde à caça de adereços para a corrida (nomeadamente uma braçadeira para o telemóvel) eu diria que estavam "masé malucos da cabeça!". Mas aconteceu! Ou que iria instalar apps no meu telemóvel para medir a distância, calorias e cenas assim... Bom, mandava-as passear.

Depois da volta em corrida, deixei-as ir ao ritmo delas e continuei o meu percurso a caminhar e a correr, intercalando. No final, juntámo-nos para uns exercícios de pernas e ainda alongamentos.
Passamos mais de 1h no parque, as três e soube-me a férias, a liberdade, a felicidade pura. Só porque estava com elas, porque me estava a superar e porque o final de dia estava lindo!

Quinta voltamos. E só não volto hoje porque tenho que ir para a universidade e amanhã há ginásio.

Vou insistindo e vou indo... 1 km de cada vez!


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terça-feira, 31 de maio de 2016

run baby, run

As coisas melhoraram consideravelmente assim que vesti a minha roupa de treino e fui. Hoje foi dia de corrida. Se vocês me conhecessem saberiam que só há três coisas que odeio fazer na vida: pintar as unhas, secar o cabelo e correr. Bom, hoje tive que fazer duas delas... My lucky day.

Mas hoje já ia prevenida e levei o meu telemóvel e os phones. E fui na minha todo o caminho - não que queira ser antipática e não falar com as minhas colegas, mas eu abafo se disser uma palavra. E não é que fiz uma corrida bonita? E que não fui a última a chegar? Nem a penúltima? Palmas para mim que eu mereço. E também não me senti a desmaiar ou desmotivada no caminho. Acho que pela primeira vez na vida corri com vontade e corri por gosto. É bom que comece a pensar assim ou isto corre mal (ahahaha que piada).

Mas o que importa aqui salientar é que eu estou a vencer a inércia que assolou a minha cabeça. Sim, a cabeça. Porque eu tenho resistência, tenho força de pernas (não vamos falar de força de braços que eu fico mal) e tenho anos de exercício no lombo. Porque é que não consigo correr? Porque está tudo na minha cabeça e hoje tive a prova disso. E agora é só manter a confiança, ir elevando a fasquia aos pouquichinhos, e um dia estou a correr uma Maratona. Na primeira vez que fui correr, disse isso à minha professora - ia eu em último, a arrastar-me, a correr há 2 minutos e já sem ar - e ela, sem querer, deixou escapar uma gargalhada. Mas disfarçou bem e disse "Olha, e quem sabe?".

Ainda vos surpreendo!

Ah, e depois da corrida de 20 minutos ainda fizemos umas 4 ou 5 tabatas. 
Tou rija! Só que infelizmente não.


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segunda-feira, 23 de maio de 2016

go!

Ontem deitei-me cedo (relativamente cedo, vá). Hoje acordei cedo. Tinha um objetivo e cumpri. Tem que ser aos poucos, baby steps (mas baby tipo prematuro, de tão inexperiente que eu sou). Mas o importante é ir-me superando, e isso tem acontecido. Também é importante tomar-lhe o gosto, que fazer por obrigação não é tão fixe.
Ainda a manhã ia a meio e já tinha emborcado 1L de água. Ando uma atleta (cof cof cof). Agora tenho compromissos para a tarde, mas as minhas segundas nunca são más por dois motivos:
1) Tenho ginásio às 19h!
2) Há Game of Thrones às 22h10!

Hoje também é o dia em que decidi inaugurar a época da sandália. E estou bem disposta no geral.

Que rica segunda feira!
E a vossa? Também vos tem dado motivos para estarem animadas?


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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

[No Pain, No Gain]

Hoje não me apetecia ir ao ginásio. Deitei-me às 4 e tal da manhã e levantei-me às 7h30. Estive a trabalhar e quando cheguei a casa, às 18h30, não me apetecia mesmo nada vestir a roupa de treino e sair de casa. Tinha frio, estava cansada e tenho muita coisa para fazer. Mas surpreendentemente fui. Contrariei a inércia, vesti-me e saí. O segredo é não pensar muito e nem sentar no sofá!
Quando cheguei à aula a má disposição passou completamente e já nem me lembrava que estava cansada. Mas depois a professora disse "Peguem nas bolas de Pilates!" e eu torci o nariz. Tenho um pequeno ódio de estimação por aquele objeto que parece inofensivo, fofinho e quase divertido, mas a verdade é uma máquina construída pelo demónio! A sério, experimentem! Mas depois pensei "Que se  lixe, pior figura do que já fizeste com elas é impossível. Hoje o pior que te pode acontecer é fazeres o mesmo". E foi com grande surpresa que vos digo que parecia que percebia mesmo daquilo. Ora que fiz abdominais, ora que me equilibrava quase na perfeição, ora fazia flexões com os pés em cima dela e até a ponte fiz! Sem grandes problemas. Que posso dizer? Fiquei feliz, pois claro que sim. Mas a aula foi do demo. Amanhã vou ficar de cama sem mexer as pernas, certamente.

É ótimo quando superamos os nossos obstáculos e quando contrariamos a vontade de ficar no sofá. Eu sinto-me nova sempre que saio daquela aula. Cada vez gosto mais e cada vez mais faço por gosto e não com o objetivo principal de perder peso. Vou no terceiro mês seguidinho sem falhar uma única aula. E espero continuar assim durante... Bem... Sempre!

Estou mais feliz comigo, com o meu corpo que apesar de ainda não notar graaaaaaandes diferenças, já consigo aceitá-lo melhor.
Deixem-se de desculpas e mexam-me esse rabo!


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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

[Perfeitas, Perfeitas]

Quantas vezes nos olhamos ao espelho e pensamos "Podia ser uma Irina ou uma Gisele, mas não. Gosto de bolos de chocolate... Que se há-de fazer?". Eu penso, claro. É praticamente impossível não pensarmos nisso porque diariamente consumimos imagens de corpos perfeitos, esculturais. Também sabemos que as coisas não são bem como as revistas pintam. Ali o artista é muitas vezes o Photoshop e nem sempre o Personal Trainer. Mas isso são outros quinhentos.
Este post é pessoal. Como já não me lembrava de escrever. Aliás, já tinha começado um, em tempos, mas apaguei-o. Hoje decidi escrever novamente. Pode ser que ajude alguém. Pode ser que hoje, quinta feira, vos incentive a mudar de hábitos e a verem que não estão sozinhas no mundo! Eu também visto a camisola convosco por esta causa... Embora a minha agora seja um M.
Nunca me preocupei imenso com o peso. De certa forma sempre me aceitei bem. Não sou "modelo" - muuuuuuuito, mas mesmo muito longe disso - mas isso nunca me incomodou. Estas férias mudaram-me o sistema. Sim, fora ótimas, muito felizes, super divertidas mas também foram estupidamente calóricas e ridiculamente sedentárias (a nível de exercício físico, claro!). Não demorou muito ao meu corpo a fazer birra e a queixar-se. Quando me pesei - apesar de já ir a medo e de me chicotear mentalmente por ser a responsável por passar por aquele momento - tive um mini ataque de pânico. Há anos que não acusava aquele número na balança, se é que alguma vez acusei. Tive vergonha até. Sentimentos que nunca tinha tido antes. Não estava a saber lidar muito bem com isso. Ainda para mais não tinha motivação para voltar ao ginásio. E eu, que sempre fui super amante de desporto, sempre fiz ginásio com paixão (mesmo quando pesava 50kg! Ou seja, não era para emagrecer, era por puro prazer!), estava a sentir-me muito indisponível para me inscrever. Não me apetecia. Outra novidade para mim.
Deixei de ir às compras. Já não compro nada desde julho. Eu, que sempre fui pessoa de experimentar roupa - sempre, mesmo quando não comprava nada, gostava de experimentar - deixei de o fazer. Só pelo medo de não caber num 36. E mesmo quando experimentava nunca gostava de nada. Nada mesmo. Então deixei de ir sequer a shoppings e lojas. Desde inícios de setembro que não entro num shopping. Outra novidade. Das grandes.
Também recusei saídas. Disse que não podia porque, na verdade, não me apetecia vestir e arranjar-me com tantos quilos a mais em cima. Aquela pessoa não era eu. Isso nunca, mas mesmo NUNCA me tinha acontecido. Sempre fui a primeira a dizer que ia, a tudo, desde que houvesse festa eu estava lá. Só novidades, não é?
Ou seja, desde as férias que tenho quilos a mais e isso alterou a minha vida. Não de uma forma substancial ou notória para os outros, mas em pequenos pormenores, mudou. Não me sinto bem e isso é um facto. Já não me sinto bonita com as roupas que tenho porque já não sou eu ali.
Então meti na cabeça que isto tinha mesmo que mudar. E mudou.
Não vos vou contar uma história super emocionante de um antes e depois maravilhoso. Nada disso. E só estou a partilhar porque acho que deve haver muita gente na minha situação.
Então comecei, obviamente, por me voltar a inscrever no ginásio. Em vez de escolher a minha aula preferida - pilates - tentei encontrar uma que fosse mais "dura" e que gostasse na mesma. GAP (Glúteos, Abdominais e Pernas) foi a eleita. Já tinha feito, já tinha gostado e achava que tínhamos tudo para nos darmos bem. E assim foi. Vou religiosamente, todas as semanas, com o maior gosto (muitas vezes é o momento que mais gosto da minha semana porque me sinto realmente bem a fazer aquilo). Ajudou imenso no início comprar umas sapatilhas novas. Sei que parece ridículo mas dá outra motivação. Umas da Decathlon, super baratas e eficazes. Nada de especial mas fizeram a diferença.
Relativamente aos hábitos de alimentação. Sempre fui bastante regrada nisso. A alimentação cá em casa nunca foi má. Fast Food é raro e ninguém aqui come McDonalds nem de cadeias semelhantes. O problema cá em casa é que temos um chef que adora experimentar novas receitas, especialmente doces. E são sempre bons. É horrível! Tudo para vos dizer que já tenho a sorte de não começar do zero.
O que foi que eu fiz? Não me proíbo de NADA. Se me apetece um quadradinho de chocolate com o café, como. Se me apetece um copinho de Coca Cola, bebo. Mas evito. Só se me apetecer mesmo mesmo mesmo muito é que me permito. Só para vos dizer, a Cola sempre foi o meu ponto fraco e há quinze dias que não bebia. Bebi hoje um copinho porque a comida assim o exigia mas foi só mesmo um copo porque o meu organismo já se ia recusando e não pedia mais. O mesmo tem acontecido ao resto. A minha primeira preocupação foi com os açúcares. Cortei mesmo em tudo (mas já tinha começado a fazê-lo desde março, por aí). Nem no café, nem no chá. Zero açúcares adicionados. Depois passei a coisas mais básicas como a substituição dos iogurtes de aromas por iogurtes naturais (sem serem açucarados!). Misturo cereais como aveia, sementes de girassol e por aí, e é um ÓTIMO lanche para comer entre aulas. Também aderi ainda mais à gelatina. Quando apetece um docinho, como uma gelatina. Daquelas feitas em casa. São as melhores. O meu almoço passou a ser SEMPRE sopa. Só sopa. Posso complementar com uma gelatina, mas normalmente não o faço. A sopa é feita com imensos legumes (mesmo muitos!) e sem batata. Bebo mais água. Isso tem sido uma luta. Não sou mesmo fã de beber água e ainda não consigo beber os 2l diários recomendados, mas baby steps. Quando vou a restaurantes procuro sempre uma refeição mais saudável. Peço sempre batata a murro em substituição à batata frita e nunca repito (principalmente em casa). Ao fim de semana permito-me a uma sobremesa doce, se tiver vontade.
Sinto-me bem com esta forma que eu arranjei de lidar comigo, com o meu corpo e com a minha mente. Não me proíbo e isso é meio caminho andado para ter sucesso. O organismo faz o resto. Vai-se desabituando dos açúcares e das bebidas como a Coca Cola até que vai chegar ao ponto de não "pedir" ou até mesmo "recusar".
Mas o mais importante de tudo e o mais difícil também está a ser tratar da cabecinha. Se nos sentirmos psicologicamente bem já é meio trabalho feito. E isso não estava a acontecer. Gostava muito de vos dizer que já não tenho as mesmas entraves, mas estava a mentir. Agora consigo é lidar melhor com elas. Mas ainda não entrei num shopping.

Hoje, ao fim de um mês e pouco desde o início desta "mudança" pus-me em cima de uma balança. Quase 2kg já se foram. Mas ainda há muito para fazer.


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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

[Let's Get Physical]

Já sabem que está oficialmente aberta a época do exercício físico numa luta constante para se ter o corpo perfeito pela altura do verão.
Nem vale a pena falar do quão importante é praticar desporto - qualquer que seja - nem as vantagens que traz não só para o corpo como para a mente. Por isso este post é dedicado ao exercício e ao incentivo para tirar o rabo do sofá pelo menos três vezes por semana durante 45 minutos.


Não há desculpas. Podem correr, caminhar e até usar aquelas máquinas dos parques públicos. Podem combinar com amigos e ir praticar um desporto que gostem nos parques (futebol, volei, badminton, enfim...) sem gastar um cêntimo. Por isso, a desculpa do "praticar desporto fica caro" já não cola.
Podem apostar em boas peças de desporto como sapatilhas, bons tecidos (para evitar o cheiro a suor e manter a temperatura corporal principalmente para os desportos no exterior) das grandes marcas como a Adidas, a Nike... Mas também podem optar por peças mais low cost para começarem e, mais tarde, começam a introduzir outras mais técnicas e dispendiosas.

Assim, apresento-vos imensas sugestões para que não percam o entusiasmo e, mesmo no ginásio ou fora, tenham sempre muito estilo!
Calções 12.99€ e 17.99€; Sapatilhas pretas 29.99€ | Mango
Leggins Pretos 19.99€ | H&M
Sapatilhas Cinza 29.99€; Leggings pretos e laranja 22.99€ e Leggings Estampados 29.99€ | Oysho


Os tops curtos são as minhas peças favoritas. Tenho alguns e adoro. Para mim, são do mais prático que há e do mais confortável. Costumo usá-los por baixo de tops como o cinzento em baixo e, quando já estiver bem aquecida, tiro-o. Acredito que não seja uma peça que todas gostem de usar, mas é, realmente, prática. Convém não ter é a banhita a saltar de um lado para o outro... Nestes casos, aconselho que não se tire o top e, quando o esforço começar a notar-se no corpo, então aí sim, podem revelar o vosso top cheio de pinta (e os vossos maravilhosos abdominais!).
Top Rosa, Verde Água e Estampado (em cima) 9.99€ cada; Top cinza 9.99€ | H&M
Top Cinza Preto e Rosa 19.99€ | Mango
Tops (manequins) 17.99€ (esq.) e 22.99€ (dir.) | Oysho

Para quem não acha muita graça aos tops a mostrar a barriga, então podem optar por t-shirts, sweats técnicas, jumpers (apaixonadíssima pelo preto de baixo!)... O impermeável em degradê é giríssimo e ideal para as corridas no exterior ou para quem, como eu, vai para o ginásio a pé.
Sweat 29.99€; T-shirt Rosa 15.99€; Jumper Rosa 15.99€; Jumper Roxo 22.99€ | Mango
T-shirt combinada 15.99€; Jumper Preto 22.99€ e Impermeável 29.99€ | Oysho

 Para vos inspirar ainda mais um bocadinho, fiquem com o vídeo mais sensual que se fez num ginásio:

Se ainda assim não vos incentivei a praticar exercício, então vejam o desfile da Victoria's Secret. Aposto que param já de comer hidratos de carbono.


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