quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Amigos Secretos



Jantares com amigos secretos à vista?
Não se preocupem. Deixo-vos uma lista com vários presentes até 5€. 
É só escolher o melhor...

(Cliquem nos links em baixo para irem para as lojas online)


Garrafa de Vidro, Moldura e Vela Ikea | Meias Lefties | Gancho Parfois | Porta-Cartões Mango | Caderno, Necessaire e Manta Primark | Pesos Decathlon | Vernizes H&M

Batedor de Leite, Caneca e Manta Ikea | Saco de Desporto e Relógio Decathlon | Gorro Primark | Meias Lefties


E então? Prontos para serem os Melhores Amigos Secretos? ;)



Berlim



Que maravilha que Berlim foi. É uma capital moderna, prática, funcional e até um bocado fria - e não me estou a referir apenas à temperatura. Os alemães têm um jeito muito próprio de ser e dizer que são antipáticos não é muito simpático da nossa parte. Claro que há gente querida e amável por lá, nós encontramos algumas, mas mais do que isso, os alemães são pragmáticos. Não têm que ser simpáticos connosco só porque existimos e porque estamos ali. Têm que fazer o seu trabalho e fazê-lo bem feito, ponto final. Tudo bem, apesar de no início ser um choque não nos sorrirem de volta.


Mas vamos voltar ao que interessa: a cidade!


Onde fiquei?

Escolhemos o Generator Berlin Mitte: um hostel muito jovem, moderno e animado e cheio de boa onda, perto de Alexanderplatz. Tem uma estação de metro a dois passos de distância, bar/restaurante e condições incríveis. Os preços são simpáticos. Eu partilhei um quarto misto com 4 camas e WC privado e a experiência foi muito boa. Reservamos através da plataforma Hostelworld - que já usei algumas vezes e nunca me falhou!


Onde comi?

No primeiro dia, mal chegamos, fomos ao Sixties Diner. É um sítio super giro e super Pulp Fiction que adorei conhecer. Os hamburguers eram maravilhosos - ou era a fome? - e o pormenor da jukebox onde podíamos escolher as músicas que queríamos ouvir sem sair da nossa mesa foi mesmo giro. Ponto negativo para a funcionária mais antipática de sempre - a única que foi realmente carrancuda. Aconselho pela experiência e pela comida.


No dia seguinte almoçamos no L'Osteria. E que almoço, meus senhores. Para começo de conversa, o restaurante italiano era giríssimo, provavelmente dos mais bonitos e agradáveis onde já estive. Moderno mas sem ser pretensioso. Os funcionários foram agradáveis e disseram logo que uma pizza dava para duas pessoas à vontade - e dá mesmo! As pizzas eram de comer e chorar por mais e a cerveja era maravilhosa... Que belo almoço aquele... Fica afastado do centro e os preços são bem acessíveis - foi mais barato do que o jantar da noite anterior.


O jantar desse dia foi no hostel, mas posso dizer-vos que não vale a pena provar os nachos!


O que visitei?

Começamos o dia no East Side Gallery, onde ficam os 2km do Muro de Berlim. Basta uma curtíssima viagem de metro até lá e percorrer aquele passeio com aquele pedaço de história do nosso lado. Há sempre gente a fotografar, mas não havia multidões. Não contem com um muro enorme e alto. É um muro como todos os outros, mas pintado. Existe também um pedaço pintado pela portuguesa Ana Leonor. Vale a pena passar por lá.


As Portas de Bradenburgo são monumentais. Fica no fim da Unter der Linden, a grande avenida de Berlim. É um bom sítio para tirar a fotografia da praxe. Mais à frente, do lado direito, encontram a Reichstag ou o Parlamento Alemão, que é um edifício monumental, bonito e enquadrado. Nós não entramos, mas existe uma cúpula em vidro que dá para ver Berlim em 360º. Para o fazer, têm que agendar a visita com antecedência, mas a entrada é gratuita. 

Do lado esquerdo de quem vem das Portas de Brandenburgo, encontramos o Denkmal für die ermordeten Juden Europas, ou o Memorial aos Judeus Mortos da Europa. Este deve ser o Monumento aos Judeus mais famoso de sempre. Eu achava que não ia ter qualquer sentimento ali, naquele aglomerado perfeito de quase 3 000 blocos de cimento, mas a verdade é que me senti pequenina, sozinha - é fácil de nos "perdermos" ali - e isolada - é como se a cidade ficasse longe dali, e a verdade é que estávamos bem no centro. Ajudou não estar quase ninguém por perto. Aliás, Berlim estava deserta naquele dia... Não podem mesmo perder essa visita!

Seguimos para o Tiergarten, o jardim mesmo em frente a todos estes monumentos que referi. Descreveram-no como um dos mais bonitos da cidade, mas ou eles não têm muitos jardins ou eu tive azar. Claro que as árvores não estavam verdejantes e havia amontoados de folhas secas em todo o lado... E um sossego... Foi um passeio giro, porque tínhamos que seguir naquela direção, mas acredito que no verão ou na primavera seja algo muito mais bonito.


Se só pudesse ver uma coisa em Berlim seria a Bauhaus. Depois de uns bons 30 minutos a caminhar, demos com o edifício digno de visita e de montes de fotografias, mas batemos com o nariz na porta! Estava abandonado, vazio. Quase que chorei ali mesmo. Depois fiz uma pesquisa no Google que dizia que o Museu estava temporariamente encerrado mas existia um edifício temporário que poderia ser visitado. Mais uns 30 minutos de caminhada - paramos para almoçar a meio - e encontramos aquela pequena loja. Pensei que fosse a entrada para o museu e fui à senhora do balcão perguntar onde podia comprar os bilhetes. Disse-me que não existia museu naquele momento porque para o ano a Bauhaus celebra 100 anos de existência e, por isso, estão a preparar uma abertura em grande. Neste momento só existe aquele espaço, com pouquíssima informação sobre a primeira e maior escola de design de sempre - até me arrepio só de pensar em tudo o que aconteceu no mundo por causa de pessoas como o Walter Gropius, Kandinsky, Klee, Mies van der Rohe, entre tantas outras... - e artigos para compra. Não resisti e comprei um livro sobre a escola e três postais com pinturas de Wassily Kandinsky, que é o meu pintor favorito - a par do Toulouse Lautrec, claro - e que pretendo emoldurar e pendurar numa parede com destaque cá em casa. E ter muito orgulho em tudo isso... A arte faz-me tão feliz... Aconselho vivamente a que pesquisem sobre a escola e, se por acaso forem a Berlim em 2019, não percam esta oportunidade! 


Querem que faça um post sobre a Bauhaus aqui? 
Podem ler um pouquinho do que escrevi aqui em 2012.



Depois desta visita continuamos caminho no sentido inverso. Passamos por Friedrichstrasse, Postdamer Platz, visitamos o Checkpoint Charlie, que vale pelo seu simbolismo - era o ponto de passagem entre a Alemanha ocidental e a oriental, que estava dividida pelo Muro. São tudo pontos de referência que vale a pena conhecer ao longo da caminhada. Que nem custa muito, porque Berlim é uma cidade bonita e que fica toda iluminada no Natal.

Terminamos o passeio de novo em Unter den Linden, e aí procurei a Bebelplatz (de costas para as Portas, à direita) por causa do monumento em memória aos livros queimados pelos nazis. É muito simples e tão simbólico: um vidro no chão que deixa ver prateleiras brancas vazias, simbolizando os livros que foram queimados ali mesmo, por serem considerados perigosos ou ofensivos pelos nazis. Poucas pessoas sabiam essa história. Eu, como amante de livros e de conhecimento, não fiquei indiferente.



Nesse dia seguimos para o hostel, onde comemos e descansamos - devemos ter caminhado uns 20km à vontadinha. No dia seguinte, depois do check-out, seguimos para Alexanderplatz onde visitamos o Mercado de Natal (mais um) e fomos ver o famoso relógio que marca os fusos horários em vários pontos do mundo, incluindo Portugal Continental e Ilhas. Dessa praça apanhamos o autocarro que nos levou até Dresden e daí a Praga.


O que perdi?
Todos os museus em Berlim. Não visitamos a Ilha dos Museus, mas não tivemos mesmo tempo para o fazer. Na minha lista ainda tenho, pelo menos, o Museu de Pérgamo para conhecer, numa próxima.
Também não experimentei nenhuma comida típica de Berlim, que se resumem a salsichas. Mas já comi um cachorro em Frankfurt, portanto... Também não fui a nenhum bar nem a nenhuma loja de artigos em 2ª mão que toda a gente fala e que eu não encontrei em lado nenhum. Ah, e Bolas de Berlim, nem vê-las!


Sobre Berlim


Gostei imenso da cidade, apesar de a achar meio deserta para uma capital europeia, o que não é uma desvantagem, mas não percebi bem o porquê. Senti-me sempre segura em todo o lado, havia postos de polícia em várias avenidas, vários carros patrulha (de manhã e de noite) a passar, tudo bastante seguro. O metro é mais antigo do que, por exemplo, o de Londres, mas funciona bem e o ambiente é muito tranquilo. Há gente a pedir esmolas, mas de forma muito digna e não têm mau aspeto. Por exemplo, vimos um senhor a pedir no metro e depois a sentar-se e a ler o jornal, como uma outra pessoa qualquer. A cidade era limpa e muito organizada. Os monumentos estão bem preservados e tudo tem um aspeto asseado, cuidado e estimado. É uma capital bem mais calma e organizada do que nas outras onde já estive.

Como pontos negativos, anoitece demasiado cedo, tipo às 16h30 é noite cerrada, o atendimento nem sempre é muito bom, os restaurantes que não sejam fast food são carotes. Fica tudo bem mais caro porque em todo o lado somos instigados a pagar a tip. Aliás, os funcionários fazem questão de nos perguntarem quanto é que queremos dar de gorjeta e que o "aceitável" são 10% do valor final. Não gostei dessa atitude.

Em resumo, acho que Berlim é uma cidade magnífica, que ainda vive muito virada para a sua história da II Guerra Mundial e a Guerra Fria - mais de metade da cidade foi destruída e teve que ser erguida de novo. Gostei imenso, senti-me bem e um dia gostava de voltar pelos museus. Se estiverem a pensar numa viagem pela Europa, Berlim deve de estar nos vossos planos. 2 dias são o suficiente para conhecer bem a capital.



terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Jantares de Natal da Empresa



Quem não os tem?


E quem de nós não pondera muito bem o que vestir? Se por um lado queremos ir festivas e elegantes, por outro não nos podemos esquecer que vamos estar com colegas de trabalho e é importante respeitar algumas "regras" que não se aplicam a jantares de amigos. Claro que há exceções e quem tem a sorte de trabalhar em sítios descontraídos, onde os colegas de trabalho são também amigos, facilita muito as contas. Mas vamos considerar aquelas pessoas que não têm esse plus.


Já sabem as regras de ouro: evitar transparências em sítios impróprios, saias e vestidos muito curtos, decotes exagerados... You know! Normalmente diria brilhos e saltos muito altos, mas como estamos a falar desta época do ano e de festas mais sofisticadas - e só nesses casos! - abre-se uma exceção. Se o vosso jantar for mais simples e casual, podem apostar em algumas peças com brilhos e lantejoulas, como um casaco ou uma camisola/top, mas tentem combinar, por exemplo, com jeans ou com um calçado mais informal para contrastar.


Então, vamos a isso! Dividi os looks em dois grupos: os jantares formais, que implicam que os colaboradores se vistam a rigor, e os jantares informais, que não sendo tão fancy, é importante ir mais festiva e mais sparkly do que no dia a dia, certo?


Jantares Informais
Um vestido preto nunca compromete e é a forma mais fácil de não falhar nunca. Acrescentem uns acessórios mais brilhantes e especiais. Esta é uma opção perfeita para quem não quer dar nas vistas e ainda assim estar impecável!
Sobretudo Zara | Vestido e Clutch Mango | Botins Uterque | Brincos Bimba y Lola


Podem usar sempre um vestido mais "festa" e uns acessórios mais elaborados e ainda assim irem simples e adequadas. Afinal, todos os Jantares de Natal são especiais, não é?

Vestido, Sapatos e Brincos Zara | Sobretudo Mango | Clutch Aldo


Jantares Formais
Ando mortinha por me atirar a um fato. Mas tem que ser um senhor-fato, estampado ou com uma cor bem tchana. E se eu tivesse que escolher, era um look como este aqui em baixo que eu usaria sem duvidar um segundo. Elegante, distinto, pintoso... Tudo de bom! Tão a minha cara... (Dá para acreditar na perfeição destes sapatos?). É assim que podem ir aos jantares mais formais, em quintas, hotéis ou restaurantes XPTO organizados pela empresa. Chamam a atenção apenas porque toda a gente vai querer aquilo que levam vestido!
Blazer e Calças Zara | ClutchBrincos Mango | Sapatos Uterque


Se quiserem algo mais "normal" mas ainda assim chamar a atenção, então aqui está uma boa sugestão: umas calças clássicas combinadas com toooodo um conjunto de peças básicas, mas uma blusa cheia de brilho, que faz toda a diferença! E os sapatos também ;) E como plus, podem dançar a noite toda sossegadas!
SobretudoCalças e Brincos Mango | Blusa e Sapatos Zara | Clutch Parfois


Estão convencidas? :)
Venham de lá esses jantares!



segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Fim de Semana


O meu fim de semana foi sossegado. Comecei a sexta à noite a assistir ao bailado O Lago dos Cisnes da Russian Classic Ballet e foi maravilhoso! Toda a gente devia assistir a um espetáculo destes pelo menos uma vez na vida... Foi uma inspiração!


O sábado começou tarde - acho que ainda não repus o sono das férias - e prolongou-se com algum trabalho de secretária. Depois do jantar fui às compras. Precisava de um caderno e de procurar um presente para uma pessoa. Não encontramos o que estávamos à procura, mas valeu a pena a incursão só pela visita à Fnac - sou só eu que quer trazer tudo para casa?


O domingo foi igualmente tranquilo, com cappuccinos e trabalho e uma overdose de Gossip Girl que me anda a fazer tão bem! E muuuito planeamento para esta semana que começa e que já promete dar luta!


Quanto aos posts de Natal, confesso que tenho alguns meios prontos, meios por terminar, mas a inspiração não tem estado em alta. Talvez porque ainda não sinto o Natal a chegar, como nos anos anteriores, mas vou esforçar-me mais, prometo ;)



quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Começar pelo início


Viagens. Talvez o meu tema favorito de todos.
Gosto de ler, de saber, de conhecer, de pesquisar, de marcar, de planear... E ainda assim gosto de ir meio ao desconhecido, meio de olhos fechados e deixar-me envolver no frenesim do destino escolhido.


Tenho sorte. Este ano consegui conhecer 4 capitais europeias, algo que nem sequer imaginava que pudesse acontecer, especialmente tendo em conta a forma de como metade do meu 2018 correu. Mas cá estou eu a partilhar convosco a minha última viagem do ano. Planeio dividir isto em quatro posts, para não os tornar demasiado extensos e para que vocês consigam ler apenas aquilo que vos interessa sem se aborrecerem. Por isso, cá vai a ordem da divisão: neste post vou falar um pouquinho de tudo, como marquei, como decidi o roteiro, como organizei o tempo entre as diferentes cidades, transportes que utilizei... Bom, mais a parte logística. Depois vou falar individualmente de cada um dos destinos pela ordem da visita: Berlim, Praga e Viena. Vou falar sobre a zona onde fiquei alojada, o que comi, o que visitei, custos, a minha perspetiva sobre a cidade (segurança, organização, limpeza, etc.), o que mais gostei, o que menos gostei e ainda o que faltou fazer.


Estou a esquecer-me de alguma coisa?
Se sim, digam-me!


A viagem começou a ser pensada no início deste ano e desde aí sofreu mil e uma alterações, entre as quais, o destino - que começou na Ásia, passou para África, terminando na Europa mas num registo diferente do que acabou por se tornar. Começamos com 3 elementos, aumentamos para 4 e terminamos com 2. Era para ser feita na última semana de outubro, mas acabou por ser arrastada por mais um mês. Mudar de ideias é normal, faz parte! Bem como a vida das pessoas e a disponibilidade... Portanto, primeiro conselho: não se aborreçam se as coisas não correm bem como vocês querem ou planearam... Vão encontrando alternativas e mantenham a vossa mentalidade aberta.




O Destino
Como disse, o destino não era para ser este que acabamos por fazer. Primeiro pensamos em Malásia, depois Marrocos, ponderamos Itália, Londres, Paris e ainda outros países/cidades. O que nos levou a não escolher estes destinos? O primeiro era por uma questão de tempo: não vale a pena mudar de continente por apenas 7 dias, sabendo à partida que pelo menos 2 dias são perdidos na viagem. Ou seja, se quiserem visitar um destino mais longínquo e que implique muitas horas de viagem, o ideal é reservar uns 12 ou 15 dias. Os outros era mesmo por uma questão dos preços dos voos que não se justificavam. Então, durante as pesquisas por voos baratos, encontramos Berlim. Bom preço, a partir do Porto, na data que queríamos ir. Perfeito! Depois começamos a estudar hipóteses: não queríamos estar 7 dias na mesma cidade - que tédio! Chegamos à combinação perfeita de Berlim (Alemanha), Praga (República Checa) e Viena (Áustria). Podíamos ter escolhido outras cidades dentro de apenas um país, por exemplo, podíamos ter escolhido cidades que não fossem capitais, mas optamos assim, por correr 3 capitais em 7 dias.

Conselhos:
- Se optarem por este tipo de viagem, preparem-se para andar MUITO. Preparem-se para descansar pouco e para absorver tudo muito rapidamente. Se acharem que não se sentem confiantes com esta dinâmica, escolham apenas 1 cidade e explorem-na bem.




Os Transportes
Coordenar esta parte nem sempre é fácil, é um facto. Arranjamos um voo barato para Berlim. Depois fomos pesquisar formas de viajar entre os países e descobrimos que as viagens em transportes públicos são bem acessíveis, mas os preços mudam com MUITA rapidez (passam de 9€ a 40€ num instante). Optamos pelo autocarro de Berlim até Praga e pelo comboio de Praga para Viena. A grande vantagem: preços muito acessíveis. A grande desvantagem: o tempo que demora (4 a 5 horas de viagem). Mas os transportes têm muita qualidade, são confortáveis, quentinhos, dá para dormir, têm wi-fi gratuito... São uma excelente opção para quem quer saltitar de cidade em cidade. No regresso, encontramos outro voo escandalosamente barato, mas para Faro. Daí partimos para o Porto. O grande problema? Chegávamos a Faro às 8h da manhã e só partíamos às 20h. Uma grande seca, especialmente porque estávamos cansadas por já termos passado a noite no aeroporto de Viena. Mas valeu a pena pelo preço dos bilhetes.


Conselhos:
- Se tiverem a liberdade de meter férias quando quiserem, testem escolher várias datas no site da companhia aérea. Por vezes a diferença de preço de um dia para o outro é abismal e convém mesmo perder um pouco de tempo a testar possibilidades. Deixem o plano em aberto e sejam recetivas ao que vier. Será sempre bom!
- Optem pelos transportes públicos. Por norma, são mais baratos, mais seguros e com horários fixos. Deixem os táxis e ubers para emergências ou para situações onde não existem mais opções. Especialmente nas principais capitais europeias, os metros e autocarros funcionam mesmo muito bem e os custos são reduzidos. Em Viena, por exemplo, paguei 2€ e qualquer coisa para usar durante 24 horas aquela linha, a principal e a única que precisamos, à exceção de quando fomos para o aeroporto, que era numa linha diferente.
- Pesquisem sempre os comboios e autocarros para viajar de um país para o outro, especialmente quando as cidades são próximas. Normalmente compensa e bem o preço.




Os Alojamentos
Reforço que os alojamentos devem ser reservados com antecedência, o que não voltou a acontecer e pagamos, literalmente, a conta. Como reservamos tudo na semana antes da viagem, grande parte dos alojamentos já estavam esgotados e os que sobravam ou eram afastados do centro, ou caros ou tinham características que me faziam torcer o nariz. Características como: partilhar quarto com desconhecidos (homens e mulheres), partilhar casas de banho e sítios menos bonitos. Entre todas estas características, tivemos muita sorte, tenho a dizer. Optamos por hosteis nas duas primeiras cidades, onde na primeira partilhamos quarto com mais 2 pessoas e na segunda cidade partilhamos apenas a casa de banho, o quarto era privativo. Em Viena ficamos num hotel mas partilhamos o WC. Ou seja, tínhamos duche e lavatório no quarto, mas a sanita era partilhada pelo piso... Podem-se rir, que eu também me ri! Este foi o mais caro de todos e não compensou, de todo, o valor. Mas, tal como eu disse, devido às nossas reservas tardias, foi o melhor que se arranjou. Quanto aos outros hostels, nada a apontar. O de Berlim era incrível, super jovem, limpinho, giro e cheio de pinta (muito instagramável). O de Praga era mais simples, mais checo. O quarto cheirava a cigarro que tresandava, mas tirando isso, nada a apontar. Tivemos direito a pequeno-almoço, as casas de banho eram modernas e limpas, o quarto tinha o essencial e o edifício era lindíssimo, antigo e cheio de história. A localização era perfeita.

Conselhos:
- Escolham os alojamentos com o máximo de antecedência possível. Não se vão arrepender.
- Antes de reservar, pesquisem as zonas centrais e tentem reservar sempre por esses lados. Eu sei que fica mais caro, por norma, mas vão poupar tempo e dinheiro em transportes... Na maioria dos casos, compensa.
- Não tenham receio de partilhar quarto com estranhos. Na verdade é uma forma de pouparem imenso dinheiro (o preço da cama é muuuuuito mais baixo do que o preço de um quarto, como é lógico). Optem por camaratas de 4 pessoas, por exemplo. Por norma não há problemas, é uma forma de conhecerem pessoal (nós não conhecemos porque só lá íamos dormir e só ficamos 2 noites em cada sítio). E acima de tudo, respeitem o outro. Só isso.




O Roteiro
Visitar 3 cidades em 3 países diferentes em apenas 7 dias não é fácil e implica abdicar de algumas coisas como o descanso, o sono e fazer escolhas. Depois de definirmos as cidades, sossegamos um pouco. Quando dei por mim, já era véspera de partirmos e nós ainda sem roteiro definido. Como íamos ficar tão pouco tempo em cada cidade, não dava para divagar e os dias tinham que ser muito bem aproveitadinhos. Já tinha apontado os principais pontos turísticos de cada destino, mas sabia bem que era impossível conseguirmos ver tudo e, por isso, há que fazer opções. Tracei uma rota de pontos mais interessantes para nós no Google Maps, medi distâncias, calculei tempos e pareceu-me possível. E foi! Não fomos super rigorosas com nada, na verdade íamos em passeio e mudamos de ideias várias vezes, acrescentamos experiências e retiramos outras. Por exemplo, em Praga, preferimos andar de barco do que subir ao Monte Petrin.

Conselhos:
- Levem a lição estudada de casa e façam um rascunho daquilo que gostavam mesmo de ver, mas não se agarrem demasiado a essa ideia. Sejam flexíveis e vão fazendo aquilo que vos apetecer no momento.
- Prefiram experiências a visitas. Sabem aquela ideia de ir riscando todos os "edifícios e monumentos a não perder"? Bom, isso é giro se realmente for a vossa praia. Eu gostaria muito de ter ido a todos os museus possíveis e imaginários daqueles países - muita arte da escola flamenga para ver, meus senhores! - mas tendo em conta o tempo e o facto de não estar sozinha, fez com que isso ficasse para segundo plano. E não me arrependo absolutamente nada. Preferimos experiências como andar de barco, patinar no gelo, comer a comida típica, beber uma cerveja em frente ao Relógio Astronómico, percorrer lojas, visitar mercados de natal... Do que propriamente entrar nos museus e visitar todos os monumentos possíveis e imaginários que não nos dariam grandes recordações. É encontrar um equilíbrio entre ambas as coisas ;)




A Língua e outros "Problemas"
Em Berlim fala-se alemão, em Praga, checo e em Viena, austríaco. Mas o alemão é mais comum entre estas cidades e o inglês vem várias vezes em segundo ou terceiro plano. Aliás, em Viena tivemos bastante dificuldade em compreender placas, menus em restaurantes e avisos, já que estava tudo em austríaco/alemão. O que fazer nestas situações? Ter sempre o Google Tradutor à mão e, para quem tiver queda para as línguas, ir memorizando como se escrevem e dizem algumas palavras. Nós decoramos rapidamente palavras como praça, rua, aeroporto, entrada, saída, nomes da comida, por favor, obrigada,... Etc. É uma ótima forma de irmos compreendendo a língua. A minha vontade de aprender alemão aumentou a 200%! Não se preocupem com isso, vocês vão ficar habituados a tudo. Quanto a saber para onde ir, nada é melhor que o Google Maps. Dá as indicações direitinhas, diz-nos os horários dos transportes, a estimativa do tempo que demoramos... Não há melhor. Em todo o caso, aconselho sempre a andarem com um mapa da cidade e do metro no bolso, porque nunca se sabe e as tecnologias são incríveis até nos falharem!

Conselhos:
- Não paniquem. Conseguem dar conta do recado mesmo sem serem super especialistas em inglês e muito menos em alemão. Eu penso sempre no seguinte: os nossos emigrantes foram para o estrangeiro, alguns quase sem escolaridade, e conseguiram safar-se bem. Eu também consigo! Se do outro lado não falarem inglês com vocês, não há problema nenhum, todos nós falamos a língua universal, que é a língua dos gestos. Apontem, mostrem imagens do que pretendem... Com boa vontade toda a gente se entende!
- Andem sempre com o mapa no bolso e estudem os percursos. Pesquisem antecipadamente quais são as zonas centrais e as zonas a evitar, se existirem.




A Comida e os Costumes
Já sabemos - se não sabem, deviam saber - que não há melhor comida que a nossa. É um facto. Mas às vezes precisamos de sair daqui para o perceber. O importante é que experimentem. Sem medos, experimentem! Vão a restaurantes típicos, comam a comida regional. Evitem os McDonalds e as outras cadeias de fast food. Conhecer um país também é conhecer a sua gastronomia. Mais importante de tudo, respeitem. Respeitem muito a cultura do sítio que estão a visitar. Se não gostarem da comida, fechem o prato e, se vos perguntarem, não digam que não gostam, digam antes que estão satisfeitos. Não há nada mais feito e triste do que percebermos que os outros não estão a respeitar aquilo que nós temos para oferecer e, por isso, não devemos de fazer o mesmo no estrangeiro. Se querem estar noutro país a fazer, a comer e a ver o mesmo que em Portugal, então não saiam daqui, certo? Sejam humildes, experimentem e keep an open mind! Caso contrário, não faz sentido viajar!




A Mala
Se forem na altura do inverno preparem-se para frio de verdade. Frio como eu nunca senti. Depende de qual for a vossa opção de bagagem. Eu escolhi viajar com o mínimo possível e de mochila às costas porque é mais fácil para me movimentar, para entrar e sair dos transportes... Mas este método também tem desvantagens, como tudo na vida. Levamos o peso todo às costas e a certa altura começam as dores e não cabe tanta roupa como numa mala. Mas para este estilo de viagem, é o método que eu aconselho. Como não podia levar muita roupa, escolhi o casaco mais quente que tinha em casa (e impermeável também) e enchi a mochila com camisolas grossas. Levei umas botas quentes (e rasas, claro), umas sapatilhas e uns chinelos de dedo (para tomar banho). Gorro, luvas e cachecóis são peças OBRIGATÓRIAS. Meias quentes também. Em Viena tive que usar uns collants grossos debaixo das calças de ganga para aguentar o frio.

Conselhos:
- Apostem de verdade nas peças mais quentes que tiverem. Escolham camisolas e calças. Um casaco quente é suficiente para 7 dias. O calçado deve ser o mais confortável que tiverem. Lembrem-se: nestas viagens anda-se muito quilómetro...


Não sei se me estou a esquecer de alguma coisa, mas isto é um resumo de tudo o que precisam de saber para começarem a preparar a vossa viagem. Prometo os posts sobre os destinos mais tarde ;)



quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Natal para Totós


Antes de mais nada, uma questão: Quem é que já fez as decorações de Natal?


Como assim, "eu não!"??? Estamos a 5 de dezembro e ainda não há decorações de Natal em casa? Eu tratei das minhas antes de partir de viagem com a desculpa que não sabia se o avião não ia cair e depois ninguém ia fazer a árvore... Ahahaha. Resultou e a nossa árvore está linda e brilhante desde o dia 24 de novembro.


E agora não me venham dizer que não têm tempo. Todos nós conseguimos arranjar tempo para estas coisinhas. Se me quiserem dizer que não têm jeito, aí eu aceito. Não nascemos todos com as mesmas características - felizmente! -, mas há sempre formas de contornar as dificuldades. Foi por isso que escolhi este post para começar a temática do Natal...


Aqui vou dar ideias SUPER fáceis, SUPER simples e SUPER giras para decorar a nossa casa a custo zero, ou próximo disso. Esqueçam lá isso do jeito e do trabalho... Agora já não vão haver mais desculpas que vos valham!


Árvore de Natal


Não têm espaço nem paciência para luzes e bolas e fitas e montar a árvore e depois ainda a desmontar passado 1 mês? Não há problema! As árvores têm que combinar connosco, com a nossa casa, com aquilo que mais gostamos e nos faz feliz. Porque não colar na parede partituras de músicas especiais (como na imagem), ou fotografias, ou uma mistura de tudo isso e de frases bonitas e especiais?


Velas


Já viram uma casa decorada com motivos natalícios e sem uma única vela? Eu não! Mas não precisam de usar aqueles castiçais com a cara do Pai Natal! Usem garrafas usadas, jarras pequenas, castiçais antigos de família e acrescentem um toque pessoal. Simples e original!


Enfeites Pendurados




Não tem muito que saber. Usem aquilo que têm mais à mão, como as forminhas de fazer bolachas, ramos de pinheiro ou azevinho, cordel, pinhas, ou podem ser mais à frente e, com gesso e com a ajuda das forminhas, criar peças para pendurar. Pintem com tinta, com spray ou deixem ao natural...


Mensagens



Uma simples faixa por cima da lareira a dizer "Feliz Natal" ou "Merry Christmas" parece-me uma ótima forma de tornar o ambiente mais acolhedor e fofinho! Outra sugestão é imprimir algumas frases, imagens ou fotografias natalícias e substituir, temporariamente, o conteúdo das molduras que já existem espalhadas pela casa, por estes.


Vêm? Não custa nada, literalmente!
Vá, têm até ao próximo fim de semana para transformar a vossa casa num paraíso natalício!



segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Back in town


Não sei se já tinham percebido através do Instagram, mas andei a viajar durante a semana que passou e só regressei no domingo à noitinha e ainda estou a atualizar-me. Tentei desligar-me ao máximo do trabalho e da rotina e aproveitar o máximo possível. Voltei cheia de vontade de partilhar coisas e adorei cada experiência que tive.


 Queria muito ter escrito hoje no blog, mas a verdade é que decidi aproveitar o meu dia de férias como ainda não tinha tido oportunidade de aproveitar nenhum deles este ano: sossegada e no sofá a ver uma série, com a companhia da minha Princesa e só com a minha linda árvore de Natal a iluminar a sala. Foi um dia apenas para recuperar desta maratona que foram os últimos 7 dias.


Hei-de contar-vos algumas coisas que fiz e visitei - se quiserem saber alguma coisa em particular, let me know! -, mas para já não me posso esquecer da época incrível em que estamos: quase Natal!!! E os posts que quero publicar em breve vêm nesse seguimento. Mandem-me sugestões e pedidos!


E que este dezembro seja incrível!



sábado, 1 de dezembro de 2018

Jingle all the way!


E há lá coisa mais linda do que o Natal?
Bem-vindo dezembro, bem-vindo mês do Natal, da família e do amor.
O mês dos balanços, das reconsiderações e da paz.


O meu começou bem! Não é toda a gente que entra em dezembro no mesmo sítio que eu... Mas sobre isso, falo-vos mais tarde, mal tenha oportunidade!


Agora desculpem-me, mas vou aproveitar a minha estadia que já está quase a terminar. Vou ver os mercados de Natal enquanto que tento manter os meus dedos todos e a ponta do meu nariz intacta.


Que o meu dezembro seja bem melhor que o do ano passado! 
Pelo menos, começa bem! ;)



quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Almas gémeas



Almas gémeas e capricornianas, claro!


No fim de semana anterior a este que passou, estive com as minhas. As minhas do coração, para a vida. Aquelas que podemos estar semanas sem falar, mas quando estamos, ui, cuidado connosco! Tenho muito orgulho em cada uma de nós, em tudo o que já conseguimos e em todos os sonhos e objetivos. E tenho muito orgulho em nós, na nossa amizade que é linda e sem competições nem cobranças. Cada uma tem a sua vida - viver distantes dá nisto - mas ninguém se chateia porque não temos ligado a perguntar como estamos. E sabemos todas que se for preciso, chegamos lá em pouco tempo.


As minhas estão a crescer a olhos vistos. Eu acho que sou a mais miúda e aquela que tem mais dificuldade em aceitar que estamos todas a ficar mais velhas, que a vida avança, que os objetivos mudam e que é provável que a vida que levávamos na universidade muito dificilmente se repita. Não posso deixar de vos dizer que isso me deixa muito desanimada... Depois penso que se me sinto assim, é porque os momentos que vivemos juntas foram extraordinários, épicos, dignos de serem postos em documentários (não é por acaso que ainda nos rimos às gargalhadas sempre que relembramos qualquer coisa). E deixar essa vida despreocupada, sem grandes dramas, em que estávamos todos os dias juntas, em que sabíamos tudo umas das outras, sem querer saber o que os outros pensam... Bom, dá assim uma pontada no coração.


Eventualmente eu também vou crescer. Vou ter objetivos de "adultos". Certamente que um dia vou querer juntar as minhas cuecas aos boxers de alguém numa qualquer máquina de lavar roupa. Um dia vou querer muito ir comprar fraldas e um dia, quem sabe, vou vestir-me de branco e preferir um emprego estável do que um que me faça sentir desafiada. Um dia vou preferir poupar para a universidade de uma pessoinha do que para as minhas viagens e um dia vou preocupar-me mais com a roupa para passar a ferro do que com o plástico que está no oceano e vai chegar a altura em que me vou ver a correr atrás das promoções que vi no folheto do Lidl e aproveitar a oportunidade do leve 2 pague 1 dos detergentes para o WC.


Ainda não cheguei lá. Também não sei se vou chegar. O que eu sei é que nunca imaginei que fosse uma pessoa assim. Sempre pensei que seria a mais "senhora", a que casaria primeiro, a que gostasse de trabalhar num escritório das 9h às 5h e que bons carros e roupa de marca me iriam preencher. Esta era eu há uns bons anos atrás. Este era o meu pensamento. Não podia estar mais longe da verdade... Dizem que os capricornianos nascem velhos e tornam-se mais jovens de espírito com a idade e eu não podia concordar mais com isso.


Bom, mas estava a falar do meu grupo, das minhas. Soube bem estarmos juntas - quando é que não sabe? - e queria prolongar aquele momento. Por mim, vivíamos as quatro, todas juntas - e olhem que eu não digo isto de qualquer pessoa! - e podíamos usufruir da companhia uma das outras a qualquer momento.


Gosto delas de verdade. Gosto tanto.
Gosto da vida delas, das coisas boas da vida que vêm a caminho e que me deixam feliz (e assustada também). Gosto da nossa cumplicidade, 6 (?) anos depois. Gosto das pessoas que elas se estão a tornar e gosto de estar cá a assistir a tudo isso. Gosto do nosso compromisso de que somos almas gémeas/capricornianas e não há nada nem ninguém que se possa meter neste nosso percurso.



segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Smells like Christmas!



O fim de semana foi, na verdade, a minha introdução às férias. É verdade: 


estou de férias!!! 


E são as férias mais longas que já tive este ano! 5 dias úteis seguidinhos... Que loucura! Ahahaha


Sexta-feira foi a Black Friday. Meus bons amigos, eu não sou nada, nada, nada contra promoções - venham elas! -, mas não consigo compreender as imagens que todos vimos, por exemplo, na Worten de Matosinhos. Isso está para além daquilo que eu consigo - e quero - compreender. Claro dá um jeitão aproveitar este dia para comprar produtos caros de que estamos mesmo a precisar. Não é isso que me aborrece, mas sim o comprar por comprar. Cada um sabe de si, não é? Eu mantive-me bem afastada de lojas (físicas e online), não só porque não queria gastar €€€ como também não tinha nada que me fizesse falta.


No sábado acordamos com vontade de fazer a árvore de Natal e assim foi. Depois de arrumarmos tudo e de termos dado um ar de conforto ao nosso ninho, lá decoramos a nossa super-árvore que ficou linda, linda, linda - desculpem, mas não consigo ser modesta com isto!


À noite recebemos família para jantar. Entre boa comida e melhor bebida, embrenhamo-nos na conversa que só terminou já perto das 5 horas da manhã - whaaaat?


O domingo foi de descanso, pesquisas e preparação para o dia seguinte. O dia que é hoje! 
E eu já vos conto mais ;)


E o vosso fim de semana foi super?