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terça-feira, 22 de maio de 2018

fim-de-semana

Mais uma moedinha, mais uma voltinha. Tive direito a outro super fim-de-semana cheio de coisas bonitas e com cheio a verão!

Começou com um concerto especial num sítio especial. Ouvi peças de Edward Elgar e Beethoven tocadas pela Orquestra de Guimarães. Que bonito que foi... E que bom ver aquele espaço cheio, com pessoas de todas as idades a assistir!

O sábado de manhã começou cedo, comigo no sofá, de pijama, a comer cereais e a ver o casamento real (ahahaha). Juro. Depois tive que abandonar. Entreguei-me à missão de encontrar O vestido. O meu vestido do coração. Apaixonei-me por ele há 1 mês, mas como era caro como tudo, decidi não comprar, ponderar. Arrependo-me tanto disso, pá! Está encomendado mas não está fácil. Na loja, ninguém me deu notícias durante toda a semana e então decidi ir a outra loja. Também não tinha. Filho da mãe, a fazer-se de difícil! Depois, como ainda fui passear por perto da loja onde o tinha visto da primeira vez, lá fui perguntar se havia notícias. Disseram-me que estava a caminho de uma outra loja num outro ponto qualquer do país e que deveria chegar na próxima semana. O que significa que vai haver um dia em que vou sair do trabalho e enfiar-me na autoestrada na esperança de conseguir apanhar a loja aberta, para experimentar O vestido e perceber se, efetivamente, fomos feitos um para o outro. É uma canseira ter ideias fixas e paixões intensas, digo-vos.

A tarde serviu para passear pela cidade, chupar um gelado e apanhar um pouquinho de sol. Foi bom. Logo após o jantar, voltei a arranjar-me para sair para um outro concerto. Conhecem o Erland Oye? Deviam! Foi o segundo melhor concerto que vi este ano. Maravilhoso, surpreendente, cheio de energias positivas... Ficava ali mais 3 horas na boa a ouvi-lo cantar e tocar. Incrível! Fui de coração cheio e super inspirada para casa. Que noite bem passada...

O domingo foi bem mais tranquilo, em casa, a organizar o roupeiro (fora com os casacos de pelo e acolchoados) e a escrever no blog, que também já era tempo!

E o vosso fim-de-semana também foi super?


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quarta-feira, 28 de março de 2018

ben is an alien


Fui ver o Benjamin Clementine no Auditório Municipal de Viana do Castelo e acho que ainda não tenho palavras para vos descrever o espetáculo que ele deu. Para começo de conversa, ainda estou a martirizar-me por ter perdido a oportunidade de o ver no Paredes em Agosto. Tinha companhia, boleia, bilhete... Mas não fui porque tinha outros compromissos. Parva.

Já ouço Benjamin há uns tempos (antes do Paredes, claro), mas depois da minha amiga ter ido e me ter descrito o concerto acho que ainda fiquei mais fã. Quando soube que ele vinha cá fiquei entusiasmada, mas depois voltei a pensar que tinha responsabilidades e que o mais certo era não poder ir. Entretanto os bilhetes esgotaram. Fiquei mesmo triste, de verdade. Mas a vida seguiu.

A semana passada, essa mesma amiga disse-me "Tenho um bilhete para o Clementine, queres vir?". COMO ASSIM SE QUERO??? Quero sim!!! E pronto, quando dei por mim já estava em Viana, ansiosa para o ver.

Podia tentar descrever-vos o concerto, mas é impossível. E lamento informar-vos, mas o Spotify ou o YouTube ou as rádios onde as músicas dele passam não fazem jus ao talento enorme que aquela pessoa tem... Nem ao seu humor e loucura. Sempre que tiver oportunidade, vou ver o Benjamin. Foi o concerto mais bonito que já vi, não o mais espetacular (eu já vi a Madonna duas vezes pessoal, fim de conversa) mas aquele em que me senti arrepiada de início ao fim. Aquela voz... Meu deus, aquela voz! É incrível o que ele faz com ela, com o piano e com o público. Foi soberbo. E a interação dele com o público foi de rir. Extraordinário. Que incrível que é o Benjamin e que ele consiga permanecer fiel a si próprio, ao seu estilo tão pessoal, tão íntimo.

Pensei que fosse chorar, porque quando vejo algo tão bonito fico emocionada (sim, eu emociono-me com quadros ou esculturas ou edifícios... yep! Who knew?!) mas no caso do Benjamin eu sentia-me tão feliz, tão arrebatada, tão boquiaberta com todo o ambiente que só conseguia estar calada. Menos quando tocou, por exemplo, a Nemesis, a música de Guimarães, ou quando ele pedia que cantássemos com ele "I'm an alien just passing by (in Portugal)" ou "Porto Belo" ou "I'm sending my condolences to fear / I'm sending my condolences to insecurities". Ou quando ele continuava a insistir que pronunciávamos mal "IN-SE-CU-RI-TIES!".  Foi uma risota! Mas depois, noutros momentos, ficava a observar e a aquecer o meu coraçãozinho. Que bonito que é o Benjamin... 

E que eu possa sempre ir vê-lo e acompanhar o seu trabalho.

Estou (ainda mais) rendida.


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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

em repeat

Criaturas de deus, vamos falar sobre o dueto do meu Edinho com o Andrea Bocelli? Como assim ainda não ouviram? Como assim vocês ainda não tiveram o prazer de ouvir o babe-supremo a cantar em... 

*preparem-se... respirem fundo... não, a sério, é melhor sentarem-se*

...I-TA-LI-A-NO!

Yep. Edward Christopher Sheeran não se limita a ser perfeito do jeito que ele próprio é. Ainda nos oferece o prazer de o ouvir a cantar na língua mais romântica e bonita do mundo. É que não bastava cantar como um anjo, não lhe bastava escrever letras de derreter até o coração mais duro e escuro - tipo o meu -, é que não lhe chegava ser um rapper bastante satisfatório e já nem sequer lhe chegava ser ruivo... Também tinha que me vir com o italiano para cima. Não o aguento.

So-co-rro.

Ouçam esta pequena maravilha.
Eu já recebi uma notificação a dizer que esgotei os loops desta música por hoje.


Relativamente ao dueto com a Mrs. Carter, um big NO, NO, NO! Ela estraga tudo. Não gosto e não quero ouvir. Ela que fique lá com as músicas todas sensualonas dela e que deixe para o menino os sons mais puros, românticos e melo-coisos.

E agora deslarguem-me que eu vou voltar a carregar no play.


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quarta-feira, 17 de maio de 2017

loop

Há três músicas a tocar em loop há duas semanas inteiras por estes lados. Todas elas têm coisas em comum e eu gosto de cada uma delas:

Amar pelos Dois
Salvador e Luísa Sobral
(Esta versão em particular)

Para Ti
Luísa Sobral

A Vida Toda
Carolina Deslandes


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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

best of

Achei que fosse giro fazer um best of do que passou pelo blog durante este ano. Cá vai:

Melhor Post
O post que mais gostei de escrever foi este: Previsões da Red Carpet
Mas o post com mais visualizações deste ano foi A minha Princesa

Melhor Look
Todos os looks da Blake são lindos, mas este superou. É perfeito dentro do tema do filme que estava a promover no momento, é arrojado, imprevisível, de bom gosto, assenta-lhe que nem uma luva. O penteado e os acessórios, assim como as sandálias... Tudo perfeito. Podia continuar, mas não vale a pena. Foi o meu favorito.

Melhor Vestido
A Olivia Munn arrasou com este vestido nos Oscars. Esteve no meu top (em número 1) e mantenho a (minha) posição.

Melhor Filme
Não me lembro de nenhum filme que me tenha marcado particularmente este ano. Aconselho sempre o Quarto de Jack, o Renascido, a Ponte de Espiões... Mas nenhum me marcou como em anos anteriores o fez o Interstellar ou Fúria.

Melhor Série
A melhor série que vi este ano foi, sem dúvida, Narcos. Pelo menos a que mais me surpreendeu e me prendeu ao ecrã. Claro que Game of Thrones vai ser sempre o melhor, mas tirando essa série, que não tem concorrência, aconselho Narcos pessoas.

Os melhores Coordenados
No que a festas/saídas à noite diz respeito, vou escolher este:
 Relativamente a looks do dia a dia, este foi o meu favorito:

E qual é o vosso Best Of? Digam-me lá ;)


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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

os meus 10 filmes de natal

Os meses de inverno significam, pelo menos para mim, sofá, mantinha e um filme. É a minha rotina preferida. E confesso que em dezembro tenho sempre vontade de ver os mesmos filmes de sempre, aqueles clássicos que vão entrando na minha vida e que, por um motivo ou por outro, gosto de os rever nesta altura mais caseira e preguiçosa do ano.

Por isso, cá vai a minha lista com 10 sugestões de filmes de Natal - sem serem, efetivamente de Natal.

1. Harry Potter
É um cliché, eu sei, mas há alguma coisa mais natalícia que esta história com 8 filmes (agora 9!)? Todo o cenário é mágico, tal como o Natal deve ser. Não dispenso rever mesmo pela milésima vez a grupeta que me acompanhou desde a minha infância.

2. Senhor dos Anéis e O Hobbit
Se adoro o Harry Potter, o mesmo posso dizer do Senhor dos Anéis e, mais tarde, d'O Hobbit. Perdi a conta da quantidade de vezes que já vi esta trilogia, especialmente no Natal.
O Gandalf, o Aragorn, os pequenos hobbits já são meus amigos de infância... O Legolas é o meu mais antigo namorado, claro.

3. Frozen
Dentro dos clássicos mais recentes, o Frozen está no topo do topo, a par do número 4. É a verdadeira magia do Natal e da Disney espalhada por todos os minutos deste filme. A história, os cenários e todas as personagens são maravilhosas. Se nunca viram, aproveitem este mês - torna-se mais especial ;)

4. DivertidaMente
Este filme é outro clássico muito recente que eu quero rever vezes sem conta. Uma perspetiva, uma psicologia, uma história tão incrível que é impossível descrever. Têm mesmo que ver este filme! Considerem este conselho como o meu presente de Natal para vocês... E não têm que agradecer ;)

 5. A Bela e o Monstro: Um Natal Encantado
E por falar em clássicos (com mais uns anitos largos em cima) vejam ou revejam esta história. É o único filme desta lista de 10 sugestões realmente de Natal. E apenas porque é super, super, super especial para mim. Se A Bela e o Monstro é uma história linda - das minhas favoritas da Disney - agora imaginem um conto de Natal. É um autêntico sonho.

6. Anastasia
Já falei duas dezenas de vezes deste filme no meu blog porque é mesmo espetacular. E passa-se na Rússia e tem neve e personagens maravilhosas... E uma história de amor. Perfeito para um domingo à tarde.

7. O Diário de Bridget Jones
Idealmente é ver os três (agora são 3, não se esqueçam!) de uma vez só. Tem tudo o que é preciso para esta época: piada sem fim, romance, neve e os dilemas de todas nós. Adoro a Bridget...

8. O Diário da Princesa
E por falar em diários e comédia, não me podia esquecer da Mia. Adoro-a desde a minha adolescência - cresci com ela, primeiro com os livros e mais tarde com os filmes. Também já perdi a conta das vezes que revi estas duas histórias... Não tem como não gostar! É da Disney por isso a magia e histórias maravilhosas são garantidas. É ver minha gente, é ver!

9. Comer, Orar, Amar
Mas agora falemos de filmes com mensagens mais profundas. Um dos Meus filmes de sempre é este. Quando preciso de alinhar os chakras, descer à Terra, relativizar e desmaterializar-me ponho este filme. É uma lição atrás de outra, com personagens, banda sonora, paisagens perfeitas... Este é O meu filme, sem dúvida.

10. Forrest Gump
Continuando com os filmes com mensagens bonitas - mas desta vez um clássico - a história do Forrest é encantadora. O quê?! Nunca viram?! Como é que isso é possível??? Tem todos os ingredientes para um bom filme e vão acabar com uma lágrima a escorrer. É garantido!
Aqui está outro filme mágico. Este é mesmo para ver ;)

Destes 10, quais já viram? Quais são os vossos filmes de Natal? 
Contem-me tudo, não me escondam nada!


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quinta-feira, 29 de setembro de 2016

não me internem já

Sempre gostei de setembro. O mês das novas experiências, o meu "ano novo", o mês em que reencontro amigos e a minha vida volta ao normal. Eu gosto muito da boa vida e da vadiagem mas canso-me rápido e preciso de trabalhar.
Mas este ano, já em janeiro, andava desassossegada com a chegada de setembro. A sério que contava pelos dedos das mãos - que não consigo fazer contas de cabeça - os meses que ainda faltavam até este momento.
Eis que chega setembro. E eu emocionada, cheia de esperanças.
E porquê?
Não, não era pelo ano novo nem pelas novas experiências.

Era por causa do Ed Sheeran. Verdade.
Ele prometeu que voltava em setembro. E até agora, NADA!
Nadica de nada.


Eu já estou aqui a pensar em ir a Fátima a pé ou encomendar um milagre. É que o moço não dá sinais de vida desde o final do ano passado - fechou o Twitter, o Facebook, o Snapchat, o Instagram... Nada! Zero! Não há músicas novas, nem covers, nem vídeos parvos ou entrevistas.
NADA!

E uma pessoa já começa a ficar com o coração nas mãos. Já estou aqui apoquentada com o miúdo porque vai na volta foi para África e não voltou. Ou cansou de ser diva e vai montar uma roulote de cachorros quentes e ser feliz com pouco...
Com a sorte que eu tenho, durante este tempo o rapaz tem 100kg, já casou e já tem dois putos, o Zé Manel e a Vanessa Sofia. E eu aqui, a pensar que ainda tinha hipóteses... Já estive mais longe de ir a Londres bater-lhe à porta e perguntar-lhe "Cumué? Já não chega de má vida? Bamolá embora trabalhar que a tua mãe não anda aqui a manter malandros!"

É que não é por nada mas uma pessoa qualquer dia recebe uma notificação do YouTube e do Spotify a bloquear-me as contas. É que eu já sei tudo de cor... Já nem dá pica. Mas quando eu digo tudo, é tudo. São inclusive os vídeos feitos do telemóvel da miúda de 14 anos aos gritos e a chorar durante o concerto dele em Freixo de Espada à Cinta quando ele ainda usava um cordão ao pescoço, senhores! Eu já estou nesse ponto! 
Posto isto, Ed, Edward Christopher Sheeran, anda cá à mãe. Senta aqui no colinho e vamos lá conversar. Tu tens que voltar, está bem? Dá só um arzinho da tua graça... Mostra nem que seja o teu gato a lamber o que nós sabemos... Eu não me importo! Mas manda sinais! Pode ser de fumo até! Podes mandar pela tua amiga Tey-tey que eu não me importo, mas dá aí um toque que uma pessoa não pode estar quase 1 ano sem te pôr a vista em cima.
Pensa nisso.
Com carinho, sim?

Vá. Então até já bro.

P.S. E livra-te de não pores os pés cá em Portugal quando começares com a Tour.
Toutábisar!



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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

damn


Com o início das férias e do tempo livre vi-me a consumir filmes como se não houvesse amanhã. Um atrás do outro, assim mesmo à maluca. Cheguei ao ponto em que já comecei a ver filmes repetidos porque os fixes, eu já os vi todos.
E agora? Eu também leio, não me venham dizer "pega num livro!" que eu pego e nada me sabe tão bem como ler nas férias. Mas o tempo sobra-me e eu gosto de ver filmes, que querem?
Ainda por cima com o final da temporada de Game of Thrones, voltei a ficar órfã de séries. E repare-se que eu não sou daquelas pessoas que consome séries à maluca e que vê três ao mesmo tempo. Nop. Não me apego facilmente. Porque ver uma série é assumir um compromisso, é olhar para ela e pensar "vamos passar muitos momentos juntos, não vamos?" e é preciso que sejam perfeitas para nós, para as conseguirmos adorar no seu melhor mas também aturá-las no pior... Sem desistir! E esperar por elas, quando as temporadas acabam, mantendo-nos fiéis. É uma tarefa difícil.
Sugeriram-me várias. As melhores eu já vi - Breaking Bad, Game of Thrones (a decorrer, eu sei, mas já vi todos os episódios disponíveis) e Prison Break. E não me venham com a história dos zombies que eu não me dou com isso. Gosto de séries reais - à exceção do GoT, pronto.
Eu sou miúda de séries à séria, daquelas mais pesadonas, mais envolventes, que nos deixam ali meias angustiadas. Mas também de vez em quando gosto de fazer o meu detox e gosto de uma série mais soft como O Sexo e a Cidade ou Gossip Girl.
A modos que já vi as melhores séries mais "pesadas" e já vi as melhores séries mais "light".

Ah, também estou a ver a segunda temporada de Mr. Robot mas sem grande entusiasmo, tenho que confessar. Preciso de um complemento.

O que é que poderia ver agora?!

Quero ver House of Cards e Suits mas não agora. Agora quero uma série de verão. Sugeriram-me várias. Tentei ver Criadas e Malvadas - juro! - mas não deu, não consegui achar piada até porque vi imensas temporadas de Donas de Casa Desesperadas e pelo menos os dois primeiro episódios (os que vi) vão muito na mesma linha. Não me cativou.
Ponderei voltar ao Orange is the New Black, mas não me pareceu levezinho o suficiente. Até que uma amiga me disse "Olha, a minha preferida é a Anatomia de Grey!". Fiquei a olhar para ela e a pensar "é claro que não vou ver isso". Já vi alguns episódios soltos na televisão e não desgostei, mas também não fiquei colada ao ecrã.
Esqueci o assunto.


Na quarta feira à noite, depois de muito procurar filmes interessantes sem qualquer sucesso, pensei para comigo "e porque não?" e dei uma oportunidade à Grey.
Vi quase a primeira temporada inteira nessa noite. A sério, tipo, 6 episódios de uma vez só. E só parei porque já eram 5 da manhã e eu já parecia uma tolinha.
No dia seguinte, depois do almoço, refastelei-me e voltei a ver. Acabei a primeira temporada e fiquei a meio da segunda.
A modos que agora estou quase a chegar à primeira temporada e que em 24h vi mais de 20 episódios. Acho que podemos dizer que estou viciada e que gosto mesmo muito de Anatomia de Grey.
É giro ver o início, as personagens bem novinhas, e é fixe porque não sei muitos spoilers à exceção de que eles ficam juntos e casam-se. Sei muito pouco para além disso. O que é ótimo!


Pronto e agora sou mais uma pessoa no mundo viciada nessa série que já tem 12 temporadas (!!!) e tenho que dar a mão à palmatória... Consegue MESMO prender-nos. E devo ser a única pessoa que ainda não tinha visto a série e que já ninguém fala disso a não ser eu, mas pronto, ninguém é perfeito, né? E mais vale tarde do que nunca!
Até já acho que quero ser médica quando for grande!


E estou na dúvida entre o Alex, o Mark e o Derek... Imbróglios!

Mas agora contem-me, qual é o vosso guilty pleasure? ;)


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segunda-feira, 13 de junho de 2016

phones on!

Por algum motivo que ainda não consegui perceber muito bem, os últimos trabalhos são sempre os piores. Não que sejam mais difíceis ou mais extensos, mas já não há vontade, já não há força ou concentração e vão-se arrastando para amanhã, e para depois, um mais logo que nunca chega. E parece que apesar de nunca sair de frente do computador, as coisas não ficam feitas. É uma chatice. A cabeça também já está mais no verão, no sol e nas águas azuis de uma piscina qualquer, numa churrascada com os amigos ou nos jogos da seleção do que propriamente em grafos ou estratégias muito XPTO e extremamente bem justificadas. Estou mais focada na minha corrida de logo do que no que estou a trabalhar neste momento, vejam lá!

Assim sendo, vou puxar das minhas melhores armas para me concentrar. Logo se vê no que dá:





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sexta-feira, 13 de maio de 2016

stay wild

A felicidade de estar com as minhas. De voltarmos a festejar juntas como se a última vez que o tivéssemos feito fosse há uma semana atrás. Gosto deste tipo de liberdade. De ir sem dar justificações, de fazer sem preocupações, de gargalhar sem filtros, de encher o copo só mais uma vez porque sim. De não ter horas, nem obrigações, de fazer o que me apetece, de usar as botas todo-o-terreno (feias, mas eficazes nestes pisos atribulados - ou será noites atribuladas?) e impermeável à cintura.
Os santinhos devem ter gostado muito de nós, devem ter achado que nós somos demais porque desde que saímos de casa até à hora que chegamos (e chegamos muuuuuuuuito tempo depois) não caiu uma gota do céu. E julgando pelo dilúvio que aconteceu todo o dia, creio que tenha sido um milagre.
Foi tudo espetacular. As conversas, os risos, os copos cheios, as músicas, as pessoas que fomos conhecendo ou reencontrando, as estórias, os encontrões e até os imbecis que se vão fazendo ao piso e vão recambiados por onde vieram. Tudo faz parte e nada me aborrece. É assim que eu gosto de estar: solta, livre e sem preocupações. E ainda me perguntam porque é que gosto tanto de ser solteira... Se eles ao menos soubessem... ;)

Três horas depois de me ter deitado em conchinha com a minha Rita levantámo-nos para almoçar e ir trabalhar. Porque podemos gostar muito da ramboiada geral, mas somos miúdas responsáveis e adoramos o que fazemos. Nem todos têm esta sorte!


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domingo, 1 de maio de 2016

cool mum

Hoje é dia da Mãe e eu não quero falar da minha. O que tenho para lhe dizer, digo-lhe pessoalmente, e dou-lhe beijinhos e abraços e faço-lhe surpresas e as vontades.

Hoje só quero mesmo dar os parabéns a todas as mães e hoje também me pus a pensar: se eu fosse mãe, que tipo de mãe seria?

Acho que ia ser aquela mãe muito tranquila, muito brincalhona, muito palhaça e para-sempre-criança. Se eu fosse mãe, queria ensinar à minha criança o valor da família, dos amigos, dos animais e da natureza. Incutir-lhe valores como a verdade, a honestidade, independentemente das consequências: dizer SEMPRE a verdade. Queria incentivá-la a ser bondosa, positiva, bem disposta e aventureira. Forte para que nunca se deixe rebaixar por ninguém, mas sensível o suficiente para apreciar uma obra de arte ou um piquenique à beira do lago. Que nunca se ache superior a ninguém e que trate qualquer pessoa ou animal com respeito e bondade. Queria ensinar-lhe o que significa o karma e apresentar-lhe todos os filmes da Disney - e irritá-la ao dizer todas as falas e cantar todas as músicas de cor. Queria explicar-lhe o quão importante é o desporto, uma alimentação saudável e o pensamento positivo na nossa vida, para nos tornarmos pessoas melhores. Queria mascarar-me com ela no carnaval e andar de patins, de bicicleta ou plantar uma horta com a sua ajuda. Mais tarde, queria pregar-lhe partidas e rir-me durante dias (e filmar, se possível, para que me pudesse rir durante anos!).
Enfim, gostava de ser a mãe sem muita maquilhagem, de sapatilhas, e de cabelo despenteado, sempre com uma bola na mala do carro e sempre com marcadores ou plasticina à mão para criarmos obras de arte.
Acima de tudo, uma mãe relaxada, que dá espaço suficiente para que ela cresça naturalmente, sozinha, que aprenda as suas lições, sempre debaixo do meu olhar atento, claro! Quero ser a mãe que para além de deixar que se suje na lama e que chapinhe nas poças, o faça também ao seu lado. Mas também quero ser uma mãe que proíbe fast food (McDonalds, especificamente), que não vacila no que respeita à hora de deitar, à alimentação e à higiene pessoal. Mas suficientemente flexível em tudo o resto.
Quero ser uma mãe tola, croma, bem disposta mas exigente ao mesmo tempo - porque dizer "não" e umas palmadas quando for necessário, na minha perspetiva, são essenciais para um crescimento saudável!

E esta música acerta em cheio naquilo que eu quero dizer e é uma ótima desculpa para que eu a ouça mais uma ou dez duas vezes:


Provavelmente não vou ser a mãe do salto alto, mais séria e de casacos de pelo e saia travada, com um Mercedes e uma carteira de marca, caríssima. Provavelmente também não vou ser nada disto que acabei de descrever... Só o tempo o dirá!

Feliz dia para todas as mães, independentemente do tipo de mães que são. Sei que têm todas uma coisa em comum: desejam o melhor para os vossos filhos... E no fundo, é só isso que importa!


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quarta-feira, 23 de março de 2016

em modo repeat 48

Já vos disse que estou apaixonadíssima pelo Ed Sheeran e que eu não tenho idade para isso, mas não interessa nada! Eu gosto, eu ouço vezes sem conta (por dia) ao ponto do meu irmão me perguntar se não toca mais nada no Spotify. Não tenho culpa, eu sou assim. Depois vai passando. Aconteceu-me o mesmo com o Jamiroquai, com Mumford, com os Imagine Dragons... Enfim. Confesso que com o Ed está a demorar mais a passar, mas o talento deste rapaz é inesgotável, por isso, a minha panca torna-se proporcional.

E também é verdade que estou numa fase em que tenho que ter ideias giras, criativas e a música sempre foi a minha maior aliada. Se ouvir coisas que me inspiram o resultado é muito melhor. É a desculpa perfeita para este loop quase exagerado.


No outro dia descobri um cover do ruivo mais tudo-de-bom do mundo, de uma música que adoro e que todas devem conhecer. E agora está em modo repeat por aqui.
Aviso já, se não querem sofrer do mesmo mal que eu, não ouçam!


Eu avisei!

Boa quarta gente boa e inspirada!


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domingo, 13 de março de 2016

weekend

Espero que estejam a aproveitar bem o vosso fim de semana. O meu não podia estar a ser melhor. Tive direito a tudo. Começar a sexta com os preparativos para um jantarzinho de aniversário. Jantar em família, cantar os parabéns, arranjar-me e sair para tomar café com a grupeta. Conversa da boa. Dançar muito. Dançar de olhos fechados e de sapatilhas nos pés para não parar por nada. E as saudades que eu já tinha disso? E a falta que me faz esta vida? No fim, ter problemas no carro e fazer a viagem toda a rirmos às gargalhadas, de madrugada, correndo o risco de ficarmos pelo caminho. Correu tudo bem! Já temos mais uma história para contar...
Levantar cedo (sim, pouquinhas horas de sono) e comer alguma coisa leve. Arranjar-me e sair para aproveitar este sol maravilhoso que eu já tinha tantas saudades e pedir bebidas de verão (que eu gosto tanto que peço durante todo o ano).
No fim, jantar de amigos até de madrugada, com comida do melhor que há e alguma bebida à mistura (lá se vai a dieta outra vez!).
Chegar à cama cansada e hoje voltar a acordar cedo. Almoçar devagar e tarde. E agora, pôr a vida em dia que o trabalho foi-se acumulando.
Mas estou a trabalhar de janela aberta, com o sol a aquecer-me e uma musiquinha boa no Spotify. Não podia pedir melhor.

Fossem todos assim.


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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

all about that ed

Como já disse aqui várias vezes, não costumo ver cerimónias de entrega de prémios musicais, sejam eles quais forem. Anteontem, dia 15 (vamos lá todos assumir que hoje ainda é dia 17 porque ainda só é meia noite e meia!) foram os Grammys. Não tinha conhecimento nem sequer fazia ideia de quem estava nomeado. Mas depois apareceu-me no meu Facebook uma imagem do Ed Sheeran com um prémio na mão e eu pensei: "Pera lá, ele está nomeado?! E saiu da gruta para ir ao evento?!". E assim começou a minha looonga saga de Grammys.
Pesquisei e percebi duas coisas importantes: 1. Há uma pré gala onde se entrega a grande maioria dos prémios para que depois, na gala propriamente dita que é transmitida na TV só se dê destaque às atuações e a mais meia dúzia de entregas. 2. O Ed estava nomeado em três categorias e uma já estava no papo.
Liguei a TV e tive que levar com tudo aquilo que eu não aprecio (porque não é mesmo o meu mundo nem faz parte dos meus interesses) como o Bieber a abanar o irmão até lhe deslocar uma omoplata, as caras da Ellie Goulding e da Demi Lovato (não se pode ter tudo de bom, não é?)... E muitas outras coisas que não interessam nada. Sheeran na passadeira vermelha é que nem vê-lo. E eu vi 1 hora daquilo só para ter a certeza que ele estava mesmo presente e que aquela imagem não era uma montagem ou algo que o valha. Desmoralizei.
Quando o espetáculo começou liguei a SIC Caras e eu vi-o sentadinho na primeira fila mesmo ao lado da Adele (ele é muito fácil de ser reconhecido).
E pronto, vi os Grammys na esperança de o ver a arrecadar os dois restantes. Só o vi a receber mais um mas fiquei mesmo contente porque se há alguém que merece isso é ele. Se não acreditam então vejam alguns espetáculos ao vivo e já vão perceber o porquê.

Bom, mas vamos ao que interessa. Eu não gosto de cerimónias musicais. Ponto. E não gostei particularmente desta porque foi tudo muito aborrecido, não estava lá imensa gente e houve imensas falhas principalmente com o som. Outra coisa que a música não tem é gente bem vestida.
Salvaram-se estas meninas:
Taylor Swift
Já sabem que adoro esta combinação de cores e achei que estava mesmo gira. Não vamos é falar do cabelo, por favor.

Selena Gomez
estava lindíssima mas quase que não conseguia respirar. Poor Boobs.


Penny Kaley Cuoco
Que estava muito mais gira na passadeira do que nesta foto. Muito elegante.

Pronto e agora tenho só mais três coisas a acrescentar:
1. Parabéns ao Ed Sheeran pelos seus 2 primeiros Grammys. 
Para o ano vão haver muitos mais!

2. O Ed Sheeran continua a ser tudo de bom só que vamos lá conversar sobre esse cabelo... E a quantidade de pão que tens metido no estômago, rapaz... Eu sei que estás de férias mas não precisas de comer este mundo e o outro. Ah, e não é irónico ele ter ganho o melhor videoclipe POP com um vídeo de dança e ele não sabe MESMO dançar? A prova de que pode fazer tudo o que ele quiser e continuar a ser o melhor.



3. (Lembram-se que todos tínhamos concordado no início do post que hoje ainda era dia 17?) FELIZ  25º ANIVERSÁRIO!!!



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terça-feira, 27 de outubro de 2015

[Em modo repeat 47]

Viciadíssima nestes covers maravilhosos:




Boa terça minha gente boa!


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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

[Em Modo Repeat 46]

E tirar-me isto da cabeça?


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sábado, 29 de agosto de 2015

[Em Modo Repeat 45]

Em modo repeat, em modo verão, em modo il dolce fare niente. A minha playlist das últimas semanas.




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sábado, 4 de julho de 2015

[Em Modo Repeat 44]

Bom som para uma girls night (mal posso esperar para voltar a ter isso!).
Se não gostam, ao menos apreciem o nosso talento - enoooorme talento - português!


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quarta-feira, 29 de abril de 2015

[Em Modo Repeat 43]

Posso dizer-vos que ainda ando um bocado tola com esta música e que praticamente todos os dias a ouço. Várias vezes. É doença?

Enjoy!

De nada.


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quarta-feira, 8 de abril de 2015

[Bang]

Hoje saiu o novo videoclipe da Madonna. Sabem que a adoro principalmente como mulher e entertainer - mais do que como cantora. Gosto da rebeldia, do constante desassossego, da renovação, da luta pelos ideais, do génio dela. Gosto, pronto. É a Madonna, não me venham com histórias.

Mas há dois álbuns para cá tenho-me desconectado dela. Não me identifico assim tanto com as músicas e o que realmente gosto são dos espetáculos e dos arranjos maravilhosos que ela vai fazendo.

Mas este novo álbum... Fogo! Voltou a ficar no meu top dos álbuns em repeat. Como já não estava para aí desde o "Ray of Light". Não sei se já ouviram "Rebel Heart". Eu já. Várias vezes. E cada vez gosto mais.

Apaixonei-me desde logo pela faixa "Ghosttown". Pelo som, pela letra (que para mim é importantíssima), por tudo. Principalmente por não esperar esta Madonna. Mas assenta-lhe bem.
Hoje saiu o videoclipe. Ela está mais linda do que nunca. Como eu nunca vi. E arrepiei-me como já não me lembrava de me arrepiar. Não só pela música, que essa eu já sabia de cor, mas pela beleza do vídeo, pela mensagem, pelo simbolismo.
E não é que ela estava a falar de mim ali, no meio daquele caos todo? Caraças. É tão bom quando nos arrepiamos assim, não é? Quando nos vêm as lágrimas aos olhos por nos identificarmos tanto!

Eu ainda vou na fase dos 3:45. Estou ansiosa por saber se me espera o mesmo destino ou se, pelo contrário, vou levar com um tiro vindo de sei lá onde.
Ou pior, levar um tiro e olhar a pessoa olhos nos olhos.

Não tenho jeito para esta vida.


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