sexta-feira, 31 de março de 2017

o que vai ser?

Anda por aqui alguém interessado em looks para festas? É aproveitar para levantar o dedinho e manifestarem-se :) Estou cá para "ouvir" o que me têm para dizer! Qual é o vosso maior desafio no que toca a escolher o outfit ideal? É a cor? A forma? O calçado? O conjunto em si? Adequar o estilo  à festa ou à estação do ano? Digam-me!

Enquanto ponderam e me respondem, fiquem com estas imagens para se irem inspirando ou para guardarem no vosso computador para usarem quando o momento chegar.




E bom fim de semana minhas pessoas bonitas!


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quinta-feira, 30 de março de 2017

2 em 1

Neste fim de semana que se está a aproximar, não quero que vos falte nada. Por isso, cá vai um post com duas sugestões de looks para se inspirarem. 

Um deles para descontrair numa esplanada ao solinho, ir ao supermercado, fazer recados aqui e ali ou dar um longo passeio pelas ruas. É muito confortável, casual e tendência - por mim podia vir tudo para cá.
Casaco 39,95€ e Sapatilhas 23,97€ (promoção) Zara | Jeans 29,99€ H&M | T-shirt 7,95€ Stradivarius | Saco 24,99€ Parfois

O segundo look foi pensado para pessoas que têm uma festa ou um evento especial e querem algo mais sofisticado. Uma base preta, um top com pormenores lindos, um casaco tchana e um brinco que faz a festa toda. Terminamos com umas sandálias lindas, elegantes e super versáteis. Parece-vos bem?
Calças 29,95€, Top 22,95€, Casaco 99,95€ e Clutch 35,95€ Zara | Brinco 7,99€ Mango | Batom 9,99€ H&M | Sandálias 149,90€ Eureka


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quarta-feira, 29 de março de 2017

play

Rogue One: Uma História de Star Wars
IMdB 8/10
Confesso que não estava entusiasmada para ver o filme. Sou um bocado avessa a spin-offs porque me soa sempre a um pretexto para se fazer mais dinheiro. (À exceção do Hobbit, ok? Bom.) E neste processo acaba por se perder a qualidade, a storyline, todo o contexto Star Wars em prol de mais uns trocos e de mais um sucesso de bilheteiras. Por isso fui resistindo e adiando, sabendo que ia acabar por ver. Era inevitável.
Num destes dias decidi-me.

Devo confessar-me uma totó por acreditar que alguma vez haviam de estragar todo o imaginário Star Wars! Esta gente é especialista em manter a magia ao longo dos anos e não era agora que iriam deixar  cair isso por terra. O filme é incrível, cheio de efeitos especiais maravilhosos, como há poucos no cinema. As interpretações são muito boas e a pequena Felicity surpreendeu-me bastante. Virou ali uma badass, sim senhor! Bom, mas a história tem sentido, está muito bem encaixada e enquadrada no storyline inicial, há pormenores muito interessantes e tudo gira em torno da esperança e do espírito de equipa e de sacrifício.

Mas tenho mesmo que realçar os 10 minutos - nem isso - em que o Lord Vader entra em cena. CRE-DO! Arrepiei-me toda e é, sem dúvida, uma cena épica.

Vejam o Rogue One! Vejam e não sejam parvos como eu fui! Vale bem a pena. E pelo menos mantém-nos entretidos até ao próximo Episódio, não é verdade?

Miss Sloane
IMdB 7,1/10
Que filme incrível! Que filme tão mal avaliado! Merecia pelo menos um 7,7!

A história apresenta-nos Elizabeth Sloane, uma mulher destemida, brilhante e fria que se dedica ao lobbying. Esta profissão não é acreditada em Portugal e, por isso, não tem tradução para a nossa língua, no entanto a prática existe e chamam-lhes "assessores". Bom, mas para quem não sabe, o lobby consiste na influência de entidades competentes para a abordagem de determinados temas na agenda política. Normalmente tem má reputação pois são acusados de manipulação a favor de interesses pessoais. No entanto, o lobby pode ser uma poderosíssima arma de poder para o povo já que é uma forma de fazer chegar aos decisores novas perspetivas, opiniões, ideias e propostas...

Bom, mas vamos falar do filme. Elizabeth recebeu uma proposta para fazer o que ela faz de melhor: influenciar, criar debate e ganhar. O problema era que o tema que estava em causa estava relacionado com o uso de armas nos EUA, de liberalizar a compra e o porte de armas por todos os cidadãos. Recusou rindo-se na cara do homem que lhe pôs a proposta em cima da mesa com a maior leveza de espírito e mostrando-se um autentico sexista. Tudo começa aí, quando ela se sente predisposta a lutar contra isso mesmo, contra a liberalização das armas e alia-se a políticos que vão nessa mesma direção para, em conjunto, chegarem a esse propósito.

O resto eu não vos posso contar. O resto é tudo imprevisível, tudo surpreendente, tudo incrivelmente real. É isto é o que acontece por trás das cortinas e nós nem sonhamos...

Este é obrigatório! Adorei tudo e adorei principalmente a Jessica que está podendo neste filme. Tem um desempenho maravilhoso, fortíssimo. Vejam e depois contem-me ;)

T2 Trainspotting
IMdB 7,7/10
Não sei como é que o Trainspotting me escapou durante 20 anos. É verdade, escapou-me mesmo! Mas eu digo sempre que mais vale tarde do que nunca e, por saber que o T2 se aproximava lá fui ver o primeiro para tentar compreender tanto sururu à volta deste grupo de agarrados de Edimburgo.

E compreendi muito bem.

O primeiro filme data de 1996 e tem 8,2 de IMdB. Relata-nos a história de um grupo de 5 marmanjos viciados em cocaína e heroína que são nada mais, nada menos que uns autênticos parasitas da sociedade. Não trabalham, não têm estudos e vivem para alimentar o vício. No meio há histórias hilariantes, muito drama, muitas risadas, piadas extremamente inteligentes... Enfim, é um filme em que podemos rir às gargalhadas, vomitar, ficarmos chocados com cenas horríveis e até chorar (pouquinho) em alguns momentos. Há de tudo.

Bom, mas no segundo filme a crew volta à ação e toda a gente está - adivinhem! - mais velha. Mas nem por isso mais sábia. Este comeback é dos melhores que tenho visto no cinema nos dias que correm. Conseguiram manter toda a essência do filme, das personagens, das histórias do passado e adaptaram-se ao presente na perfeição. Continuamos a ter histórias muito hilariantes, muito engraçadas - juro que passei 80% do filme a rir-me e o rapaz que estava ao meu lado estava mesmo às gargalhadas, a viver o momento. Eu imagino... Só estive 2 meses à espera deste T2 mas havia pessoas naquela sala que estiveram à espera 20 anos! 20 anos é muita coisa... Por isso podem imaginar como estava o ambiente.

Este filme é bem atual, bem real e também aborda assuntos importantes da sociedade deste tempo de uma forma muito própria. A banda sonora é tão poderosa, tão incrível que por si só já nos consegue transmitir a adrenalina que os moços estão a sentir (através de estímulos diferentes, claro). No fundo, é uma história nostálgica, de reencontros com o passado, de assertos de contas, de amizade, companheirismo, de lealdade e a falta dela... É incrível. Podia estar aqui o dia todo a falar disto, mas não vai dar. E estou fanzaça outra vez do Ewan McGregor (já o fui, em tempos, por causa do Moulin Rouge - o amor esmoreceu entretanto).

Aconselho-vos a ver o primeiro filme antes deste T2. Sem ele não vão conseguir perceber mais de metade desta história e isso seria uma pena. Vejam com a mente aberta e tentem perceber o contexto social e cultural em que o filme (principalmente o primeiro) foi realizado. Há cenas MESMO chocantes, por isso, se se impressionarem com pouco é melhor deixarem para lá - depois não digam que não avisei, sim? E ouçam a banda sonora no Spotify! É viciante (ahahah).


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terça-feira, 28 de março de 2017

mid season sales

Sei que já vou tarde. Provavelmente já devem saber isto de cor e salteado e também já devem ter "assaltado" as lojas e levado o que de melhor havia por lá. Mas eu acredito mesmo que mais vale tarde do que nunca, por isso hoje decidi falar das promoções que andam por aí nessas lojas fora. Há boas peças e, como em tudo, há outras que não valem a pena. 

Acho que nesta altura os casacos e os sapatos são uma boa oportunidade de investimento. Escolhi estes três modelos por serem intemporais, básicos e que ficam perfeitos com um sem fim de peças/estilos/cores. O calçado também costuma ter grandes descontos, costuma haver ótimos achados - se conseguirem o vosso número. Os sapatos escolhidos seguem na mesma linha dos casacos: básicos e clássicos que não vão sair de moda tão cedo. Os menos intemporais poderão ser as sandálias mas ainda assim são bem versáteis (dentro do estilo, claro).

T-shirt 6€ Lefties | Perfecto 29,97€, Saia 23,97€ e Botins 17,97€ Zara

Sobretudo 59,99€, Calças 19,99€, Sapatos 25,99€, Blusa 19,99€ e Lenço 9,99€ Mango

Sobretudo 47,97€ e Sandálias 17,97€ Zara | Camisola 9,95€ Stradivarius | Culottes 19,99€ Mango


Parece-vos bem? Estão com vontade de levar alguma peça destas para casa?


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segunda-feira, 27 de março de 2017

(fim de) semana

A semana foi bonita. De correrias, mas bonita. Serviu para pôr em ordem o trabalho que tinha ficado para trás devido ao evento do fim de semana passado. Também tive dias para montar e desmontar stands e falar sobre a reciclagem às crianças. Orientei, fui orientada, fui a restaurantes fixes, andei pelo Centro Histórico a distribuir coisas e a falar com as pessoas... Enfim, pouco tempo estive sentada no gabinete. O que resultou em pouco trabalho de escritório adiantado. Mas tudo bem, tudo se faz!

Desta vez o fim de semana pareceu-me interminável. Como no passado só tive o domingo e este serviu para trabalhar, desta vez tive direito a dois dias e pareceu-me mesmo muito tempo. Mas soube bem. Ajudei num trabalho, ajudei numas compras como conselheira, iniciei uma série que tinha deixado na "estante" há uns tempos, aproveitei para trabalhar também, fazer umas pesquisas e ainda para ir ao cinema ver T2 Trainspotting. Quem já viu? Ah, e também serviu para dormir. Não sei se foi a mudança da hora mas de sábado para domingo tive a sensação que dormi imenso, como já não me lembrava de o fazer. Tanto que até fiquei com dores de cabeça... Mas também já era preciso.


E esta semana é que vai começar a sério a Primavera. Os dias estão maiores, há mais tempo para as atividades no exterior e, talvez, consiga aumentar os meus treinos com algumas corridinhas por aí. Veremos.


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domingo, 26 de março de 2017

cores e flores

Para começar esta semana em grande e virar a cara e assobiar para o ar em relação à chuva, cá vai um look com ar de primavera, com cores e flores. Mas não se assustem, continua a ser resistente à água ;) Quem alinha?

Vestido 14€ Primark | Perfecto 39,95€ e Carteira 39,95€ Zara | Sapatos 19,99€ e Batom 9,99€ H&M | Anel 5,99€ Parfois

Já voltei ao ativo. Tiveram saudades? ;)

Boa semana gente cheia de cor e alegria!


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quarta-feira, 22 de março de 2017

lucky bastard


Há uma coisa que me anda a deixar-me muito irritada. É que muitos me dizem que eu sou uma sortuda por trabalhar onde trabalho, por todos serem prestáveis e simpáticos comigo, por já ter feito amizades durante este (pouco) tempo, de ter liberdade para dar a minha opinião e por ter a oportunidade de pôr em prática 99% das minhas ideias...

Mas será que é só sorte?
Sorte???

Sabem, ao início era eu própria que dizia que tinha muita sorte. Hoje em dia essa palavra já quase que me ofende. Não me interpretem mal, não me considero a última bolacha do pacote nem nada que se pareça. Nem sequer me acho super boa e super profissional e cheia de coisas para ensinar. Nop. Na maioria das vezes tenho dúvidas e funciono muito de intuição e de tentativa-erro. Mas acho ofensivo dizer a uma pessoa que se mata a trabalhar diariamente, que vai em frente mesmo com dúvidas, mesmo com medo, que assume responsabilidades, que aceita desafios, que não tem medo ao trabalho e que faz de tudo, que aprende sempre com tudo e todos e nunca diz que não faz porque não sabe, que se desenrasca, que é autónoma e proativa, que não tem fins de semana há meses... é ofensivo dizer que essa pessoa tem sorte. Não senhores. Eu tive uma ótima oportunidade - e todos os dias me sinto agradecida por isso - e soube aproveitá-la. Aproveitei-a com unhas e dentes e corri atrás dela com todas as minhas forças - e continuo a fazê-lo todos os dias. Não é por sorte que tenho o "crédito" que tenho, nem por sorte que fiz os amigos que já fiz, nem por sorte que as pessoas já me conhecem, e também certamente que não é por sorte que me desafiam e me confiam determinadas responsabilidades.

Por isso, chega de dizer "Ó tu é que tiveste sorte!" porque eu tive tanta sorte como qualquer outra pessoa. Resta saber se outra pessoa trabalharia durante meses sem receber um cêntimo (não por opção da empresa, mas é assim que as coisas funcionam), se trabalharia também ao fim de semana sem receber mais por isso, que fosse a primeira a chegar e das últimas a sair, que fizesse de tudo e mais um par de botas, que todos os dias se esforçasse para memorizar o nome dos 90 e tal colaboradores e de fazer conversa, piadas, brincadeiras com eles... Eu gostava de saber se outra pessoa acabaria por dizer que afinal não teve sorte.

Depois também acho que todos acham que é tudo rosas. Que a minha vida é perfeita, que é muito fácil, que tudo o que me acontece é ótimo e que tudo corre bem. Tenho dias maus, como toda a gente. Já tive problemas no trabalho, já me chateei com colegas, já levei na cabeça, já errei, já falei demais, já me arrependi de algumas coisas, também já tive tanto medo de falhar que quando chegava à cama não conseguia dormir. Também tenho dias em que estou doente e vou trabalhar e tenho que pôr o sorriso de todos os dias, também já me apeteceu faltar para ficar a descansar mas trabalhei como o costume. Já me mandaram fazer coisas que não têm que ver com o meu trabalho e também já fiz coisas que não gostei de fazer. Mas fiz. E isto ainda não é nada comparado com o que ainda vem por aí. Aqui a questão é que quando me perguntam "Então, como é que está a correr o teu trabalho? Gostas do que fazes?" eu rasgo um sorriso, ponho um brilho nos olhos e digo que "Siiim, adoro!" e aponto todos os aspetos positivos: as pessoas, o trabalho, os projetos, o respeito, as oportunidades, o edifício, a localização, o relacionamento entre todos... Bom, foco no que eu dou importância e eu tenho a mania de só dar importância às coisas boas, positivas e bonitas. Nem me lembro das más. Não vejo qual é o propósito de me estar a queixar a quem me pergunta como é que as coisas me estão a correr. Também não sou de me queixar. E por isso as pessoas acham que é tudo rosas e eu vivo no País das Maravilhas e todos os dias salto de nuvem em nuvem e ando montada de unicórnio de crina em arco-íris pelo Centro Histórico.

Eu vivo bem com isso e estou de consciência absolutamente tranquila. Mas depois de alguns meses a ouvir isto e depois de ter um mês e, particularmente, uma semana e um sábado como eu tive, pus-me a pensar... Isto de sorte tem muito pouco, de facto. E não vou deixar que voltem a diminuir a minha responsabilidade neste assunto. E todos vocês deveriam de fazer o mesmo. Não deixem que vos diminuam, que vos convençam que vocês não mereceram o que têm na totalidade, que pelo menos 50% do que conseguiram foi por sorte. Na grande maioria das vezes, não foi. Foi 100% trabalho e dedicação.

Eu A-DO-RO o que faço e faço-o com tanto amor que nunca me custou ir trabalhar. Nunca. Mas isso não quer dizer que não me mate a trabalhar, que não me sinta exausta, que não tenha que fazer 30 coisas durante o dia e 8 coisas ao mesmo tempo, que não abdique de coisas pessoais, que não tenha o meu relatório em águas de bacalhau, que não tenha tempo para a maioria das coisas que tinha antes.

Por isso chega de dizer que tive sorte, que estou onde estou por isto ou por aquilo. Eu estou porque faço. 

E se quiserem ter a mesma sorte que eu tenho, trabalhem como eu trabalho.

Combinado?


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segunda-feira, 20 de março de 2017

fim de semana

Sobre o meu fim de semana: praticamente não existiu. A sexta começou tarde, a sair da empresa depois das 19h. Mas partilhei um jantar bom só com o meu pai e uma ótima decisão - irão saber a seu tempo. Depois de chegar a casa, já depois da meia noite, ainda fui preparar tudo para o dia seguinte, tomar um bom banho, lavar e secar o cabelo e pôr o despertador a tocar às 7 da manhã. Deitei-me, exausta, já passava da 1.

Sábado começou como se fosse um dia de semana. Tomei o pequeno-almoço, enfiei dois ou três snacks no saco, carreguei as minhas tralhas no carro e saí de fininho, às 8h30, com um beijinho do meu pai que se levantou só para me desejar Boa Sorte. Estacionei no sítio do costume, dei duas de treta com um colega de trabalho, e segui para a empresa. Sábado foi O dia. O dia que estive a preparar cuidadosamente durante 1 mês e pouco. O evento começou às 10h. Às 9h já lá estávamos a subir as escadas com uma mesa às costas desde a cave até ao jardim, distribuímos cadeiras, carregamos a TV, ligamos os cabos, apuramos os últimos preparativos, bebemos um café forte e esperamos pelos convidados. Foi uma manhã de workshops sobre o nosso projeto pioneiro em Portugal e eu sinto-me tão orgulhosa por poder participar, por poder dar o meu contributo, por estar a incentivar práticas ambientais sustentáveis e responsáveis... Enfim, estava felicíssima. Repetimos a aula à tarde, para quem só teve disponibilidade de vir a essa hora. Passava das 6 da tarde quando bati o portão da empresa e me dirigi para o carro, exausta.

O domingo começou cedo - não desliguei o chip das 8h da manhã - e levei a mantinha para o sofá, tomei o meu pequeno-almoço a ver o filme que tinha deixado a meio no sábado à noite. Depois foi preparar um almoço bonito para o meu Paizinho, com uma mesa a rigor. Durante a tarde, com muita pena minha, não pude aproveitar para gozar o dia com ele porque as obrigações são para ser levadas a sério. Tinha um trabalho para fazer e foi a ele que me dediquei já que durante a semana que passou não tive tempo para mais nada.

Bom, mas não era só disto que vos queria falar. Como devem imaginar, tempo foi aquilo que não tive no fim de semana e, por isso, não preparei posts nem tive vontade de pegar no computador mais tempo do que o necessário. Assim, peço que compreendam que esta semana o blog vá andar parado.

Mas ainda falamos ;)


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domingo, 19 de março de 2017

fifty shades of pink

Tenho optado por looks mais descontraídos, mas hoje escolhi um mais formal. No entanto, como eu sou muito pouco "clássica" quis dar uma volta à calça vincada + blusa com folhos + loafers para o escritório. Assim sendo, apresento-vos um look muito colorido, cheio de boa onda, com pinta e irreverente. Sei que não é para todos os gostos, mas eu gosto, por isso... ;)
Blusa 24,99€ H&M | Calças 29,95€, Carteira 39,95€ e Óculos de Sol 15,95€ Zara | Brincos 7,99€ e Loafers 49,99€ Mango

Tenham uma boa semana!


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quinta-feira, 16 de março de 2017

to love list

Faço questão de continuar com esta lista apesar de não contar muito com a vossa ajuda (cumué?). Preparei mais uma edição - e olhem que parecendo que não, já vamos na quarta! - cheia de babes que são tudoetudoetudo e que nos vão, certamente, alegrar esta nossa quinta feira.

Sabem aquela minha panca pelos britânicos? Ainda não acabou... Mas desta vez fui mais além, mais concretamente para a Austrália.

Sem mais demoras, soltem o rufar dos tambores:

Chris Hemsworth
É um GA-TO! Gato, gato, gato... Nossa, que só de olhar já fico sem jeito. Este menino é um australiano de 33 anos, tudo de bom, que podia muito bem oferecer-se para me pagar um jantar. Ou eu pagar-lhe a ele! Nem me importava, pronto. Bom, mas vamos a factos: já viram Thor? Não? Como assim?! Não acham piada a filmes de super-heróis? Mas olhem que eu acho que vão achar muuuuita piada a ESTE super-herói ;) E quem avisa...

P.S. Já o pobre do irmãozinho, o Liam, não foi muito abençoado pela Natureza. É lixada a vida, às vezes.

Ed Westwick
Ou melhor dizendo: Bass, Chuck Bass. Só de pensar no nome já fico com tonturas. O pequeno é britânico - claaaaro - e não sendo um poço de beleza convencional, tem aquele jeito que eu adoro. É trashy, é convencido, é bad boy (agora já estamos a falar no Ed e não no Chuck, ok?) e é tão rock star dos anos 80... A-DO-ROOO! Quero tudo.

Luke Evans
Este tuxinho inglês de 37 anos captou a minha atenção no filme do Hobbit. Ai que aquele pescador/mercador/arqueiro sujo era qualquer coisinha de bom, mesmo com patilhas. Mas também não me chamou assim tanto a atenção porque logo ao lado dele tinha o meu Legolas, o meu amorzinho. E eu sou mulher fiel. Bom, mas isso não quer dizer que deixe de ser uma mulher curiosa. Por isso, lá fui eu ver o Drácula: A História Desconhecida e aí eu tive a certeza. Este é um homem para vir parar a esta lista. Neste momento aguardo ansiosamente para o ver no papel de Ga(s)tão n' A Bela e o Monstro.

Heath Ledger
É o primeiro defunto da lista. Morreu em 2008 com 28 anos pouco tempo depois de finalizar Batman O Cavaleiro das Trevas e de ter interpretado uma das personagens mais icónicas da atualidade, o seu eterno Joker. Este australiano todo giraço era, para além de um sorriso perfeito, um poço de talento.


Vá, agora quero contributos que isto não é só receber inspiração, também é preciso partilhar ;)


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quarta-feira, 15 de março de 2017

kate middleton

Katherine Middleton, a Duquesa de Cambridge e a esposa do Príncipe William de Inglaterra é das mulheres mais elegantes que conheço. Tem 35 anos e é licenciada em História da Arte. Aliás, conheceu William porque ambos estudavam na Universidade de St. Andrews na Escócia (ele estudava Geografia). Os dois tiveram um casamento de conto de fadas em 2011 - lembro-me como se tivesse sido ontem - e pouco tempo depois vieram os dois filhos: George de 3 anos e Charlotte de 1.


O sorriso e a simpatia são as imagens de marca de Kate e tanto a podemos ver de vestido de gala e tiara como de galochas ou de sapatilhas. Mas já lá vamos.

Hoje vamos dedicar um tempinho a aprender com quem percebe disto, e a duquesa percebe muito. Se gostam do estilo mais clássico, é só continuar a ler. Se não gostam, leiam na mesma que mal não faz ;)

É raro ver a Kate de calças ou até de saia. Os vestidos são mesmo as peças favoritas do seu roupeiro. Usa-os em momentos mais descontraídos como para cerimónias mais formais. Escolhe sempre modelos cintados, com o comprimento pela altura do joelho e, preferencialmente, fluidos.

Os plissados também são frequentes no roupeiro da duquesa mas as restantes características mantêm-se.

Mas como podem ver, também existem cortes retos no roupeiro da Kate. São mais formais do que os vestidos fluidos mas também lhe favorecem bastante a figura. Apesar de não usar nenhuma cor de forma predominante, os tons claros têm grande destaque nas suas escolhas para eventos do dia a dia.

Outra grande predominância nas escolhas de Kate - e de todas as senhoras que pertencem a famílias reais - são os casacos-vestidos. Aqui quatro exemplos de modelos mais fluídos...

... e aqui modelos mais justos.

Por vezes vemos a duquesa em vestidos rendados. Quer sejam modelos de cerimónia, quer em looks mais casuais, Kate fica sempre deslumbrante. Reparem que utiliza sempre o mesmo tipo e cor de calçado quando usa vestidos.

Eu disse que era raro ver a Kate de calças mas não disse que isso não acontecia. Acontece, por vezes, principalmente em looks descontraídos e do quotidiano. Normalmente em ganga, acompanhado por sapatos rasos ou de cunha mas com detalhes clássicos como o blazer. Aqui estão algumas ideias para serem colocadas em prática no nosso dia a dia, não acham? ;)

Mas sendo a duquesa uma mulher comum, também tem direito a usar impermeáveis, sapatilhas e galochas. E aqui têm alguns exemplos que comprovam a simplicidade da Kate - e o estilo também já que não é qualquer pessoa que continua elegantíssima de colete de caça.

E então durante a gravidez conseguiu manter o estilo? Eu digo que sim! E muito bem! Também sei que a altura dos saltos não é propriamente adequada e também sei que muitas vezes estes looks eram para "a fotografia". Ainda assim, continuava uma giraça.

Temos visto fotografias com peças muito sóbrias e muito monocromáticas. Mas a Kate também usa padrões - e bem! A última viagem que fez à Índia deliciou-me. Gostei de casa uma das suas escolhas e achei-as todas super apropriadas, elegantes e alegres. Assim só de olhar e muito por alto, queria estes vestidos TODOS!

Entrando agora na secção dos vestidos de cerimónia, esta é a minha seleção favorita. Todos midi, todos perfeitos. Acho que o primeiro é altamente improvável para a duquesa mas funciona na perfeição. Sou apaixonada por todos eles, sem exceção. E não consigo escolher o mais bonito. Reparem em alguns truques que a duquesa usa quando escolhe este comprimento de vestido traiçoeiro (principalmente para as baixinhas e não tão magrinhas como a Kate - eu, eu, eu!): sapatos nude, bicudos e de salto bem alto para dar continuidade à perna e parecer bem mais alta e corte muito cintado para dar estrutura (para perceber as curvas). Aposta ganha!

Seja qual for a opção da duquesa para usar numa red carpet, raramente falha. E também é imprevisível. Claro que tem certas restrições que uma pessoa não-real não tem, mas ainda assim consegue inovar e surpreender dentro das suas limitações. Já a vimos em vestidos fluidos, vestidos justos, de renda, de lantejoulas, cores sóbrias, cores fortes e divertidas, estampados... Enfim, é só escolher.

Há fãs da Kate por aqui ou sou só eu? Tenho que admitir que sempre gostei da miúda e sempre achei um piadão à família real britânica. Acho particular graça ao Harry, claro... Bom, mas não desviando do assunto... Espero que tenham tirado notas. Eu fui tirando!


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terça-feira, 14 de março de 2017

e séries?


Já vos tinha dito que não sou muito de séries. Custa-me estar ali dependente de alguma coisa, à espera que lancem um novo episódio, uma nova temporada, enfim... Não é mesmo a minha cena. É por isso que eu prefiro sempre os filmes: em 2/3 horas vejo o que tenho que ver, tiro as minhas conclusões, faço as minhas reflexões e pronto, assunto arrumado. E tenho sempre a oportunidade de ver mais coisas, de conhecer mais. Uma série deixa-nos tão agarrados que não vemos mais nada para além do "próximo episódio".

Por isso, as séries têm que ser muito especiais para me prenderem ao ecrã. Algumas tentaram mas falharam redondamente como Orange is the New Black. Ok, vi quase a primeira temporada inteira e não me despertou nenhum interesse em particular. O mesmo se passou com Mr. Robot. Vi a primeira temporada inteira e metade da segunda. A primeira temporada ainda foi bem, mas a segunda começou a enrolar e eu já só bocejava. É provável que tenha melhorado bastante depois disso - mau era! - mas já perdi o interesse. Westworld foi a mais recente desilusão. Andava um sururu por aí que era incrível, a melhor coisinha do mundo e patatipatata mas metade da temporada vista e aquela porcaria não andava nem para a frente nem para trás. Não apreciei e deixei-a ficar num canto. Compreendo que o conceito seja interessante - apesar de não ser inteiramente inovador - mas não tem  dinâmica suficiente que uma série precisa.

Depois há AS séries. Aquelas que me deixam agarradas. Que me fazem contar os dias até sair o próximo episódio. Já vos falei de algumas das minhas favoritas como Game of Thrones, Breaking Bad ou até Prision Break. Depois há Narcos que teve das melhores primeiras temporadas que já vi. Mas agora estou receosa com a 2ª. Acho mesmo que a personagem do Pablito era a alma da série e agora quero ver para saber como é que a série vai continuar a sobreviver tão bem de saúde.


Bom, mas há uns tempos, num jantar de amigos, um deles disse-me que tinha mesmo que ver Black Mirror. Esteve uns 5 minutos a descrever a série e eu não percebi nada. Ele acabou por dizer que não conseguia explicar, mas que tinha mesmo que ver. E eu, bem mandada, assim o fiz. Adorei! Senhores, adorei! E sabem porquê? Primeiro porque cada episódio tem uma história independente de todos os outros. O tema, o elenco, o estilo, nada é igual. Não há ligação entre os episódios para além de todos eles terem como tema principal a comunicação/relações sociais e a tecnologia. Ora, sendo eu estudante de comunicação, aquilo aguçou-me a curiosidade. Fui vendo, sem compromissos, porque cada episódio (de 1 hora) vale por si. Sempre que me apetecia ver um filme mas estava demasiado cansada, lá via Black Mirror e nunca me arrependia.

A série baseia-se nos prós e contras do avanço da tecnologia e de como ela pode afetar as nossas relações sociais num futuro não muito longínquo. É extremamente filosófica e deixa-nos a pensar numa série de conceitos e de assuntos que nunca tínhamos pensado ou que até tínhamos evitado pensar. Acho que todos deveríamos de prestar atenção a Black Mirror.

Depois digam-me o que acharam...
... e não têm que agradecer ;)


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segunda-feira, 13 de março de 2017

fim de semana

Um fim de semana preenchido, sem dúvida. Sábado acordei cedo - como já é meu hábito - e tomei o pequeno almoço no sofá a rever A Princesa e o Sapo na SIC. O descanso foi curto. Pouco tempo depois já estava pronta para ir para a rua. Pronta que é como quem diz: sapatilhas, calças largas, quase de fato de treino, casaco tipo kimono e zero maquilhagem. Lá fui em busca do presente ideal para a minha madrinha que fazia anos. Não foi nada difícil. Já sabia mais ou menos o que lhe queria dar e já tinha escolhido o roteiro de lojas. Acertei à primeira. Depois de dar uma voltinha pela cidade, voltei para casa e fiz um almoço mais ou menos do bem que partilhei com o meu irmão.

De tarde tinha uma nova missão para cumprir: comprar umas sapatilhas. Parti à descoberta e voltei com dois pares que me parece que serão os meus melhores amigos nos próximos meses. Não dava para voltar muito tarde que tínhamos jantar de família marcado para cantar os parabéns à minha madrinha. Voltei para casa, tomei um banho bom, arranjei-me... e desta vez pus maquilhagem! Decidi o que ia vestir 10 minutos antes de sair de casa. Escolhi um vestido super simples (o do Look 4), que tinha comprado há algum tempo e ainda não tinha usado, com os meus sapatos nude que adoro e que nunca tenho muitas oportunidades de os calçar. E pouco mais. Depois foi seguir para o restaurante, estar com a família, comer e beber bem e voltar para casa.

Domingo voltei a acordar cedo. Mas desta vez foi dia de detox. Almoçamos tarde, um peixinho grelhado e papaia de sobremesa. Depois das arrumações muito rápidas e superficiais, virei-me para o trabalho, que o relatório de estágio e os posts deste blog não se escrevem sozinhos, não é? Já passava das 20h quando descolei o rabo da secretária para ir preparar o dunch (acabei de inventar) que é como quem diz meio-lanche-meio-jantar de domingo à noite. É muito tradicional nesta casa.

Depois foi preparar as coisas para a segunda-feira que se aproxima e esta semana vai ser violenta. O evento que ando a preparar vai ser já no sábado e ainda há muito para fazer... Se esta semana não me virem por cá, não me levem a mal. Provavelmente estou a dar tudo no trabalho. Como eu gosto ;)


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domingo, 12 de março de 2017

look espacial

O look para segunda desta semana é totalmente inspirado nos meus gostos e na minha "wishlist". Desta vez fui bastante egocêntrica e criei o look que eu queria vestir amanhã. Já disse que estou apaixonada por este impermeável-espacial? ;)

Vá, vamos lá animar o nosso dia que a vida é demasiado curta para sermos e usarmos roupas aborrecidas.
Impermeável 39,95€ Stradivarius | Calças 25,99€ Mango | Camisa 25,95€ e Sapatilhas 29,95€ Zara | Saco 23,99€ Parfois | Batom 9,99€ H&M

Boa semana! :)


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quinta-feira, 9 de março de 2017

divide

Depois de três anos - TRÊS ANOS!!! - sem lançar nenhum álbum e depois de um ano - UM ANO!!! - de retiro espiritual, fora de toda e qualquer rede social, viajando pelo mundo, procurando o seu "eu" interior, alinhando seus chakras, Ed Sheeran dá-nos Divide.

Para já e antes de mais nada, eu acho que há um erro no nome do disco. Foi para a gráfica assim e depois de todas as cópias já não havia volta a dar. O álbum não era para se chamar Divide mas sim Divine. É o que eu acho porque é o que ele é, divino. Se isto não é uma pequena obra de arte, então eu não sei o que poderá ser. Podem dizer que a minha opinião é altamente tendenciosa porque eu estou apaixonada por ele, mas se não acreditam em mim vão lá ler as críticas de quem percebe disto e depois digam-me se eu tenho ou não tenho razão. É que eu não estou aqui para enganar ninguém.

Bom, vamos por partes. Divide tem apenas 1 hora dividida em 16 músicas (na versão deluxe). Eu ainda tentei encontrar A preferida mas cheguei a um ponto em que já não conseguia definir. Todas as músicas são inspiradas nas experiências de vida do Ed e, principalmente, na sua namorada Cherry Seaborn - é, têm que aprender a viver com esta informação como eu também estou a tentar aprender...  - e basicamente em todo o amor que ele está a irradiar neste momento. A sério, há muito amor para aqueles lados.

Cá vai a minha opinião sobre todas as músicas do álbum (aguentem aí a seca, nós temos que ser umas para as outras e eu tenho que falar sobre isto, tá?). Entretanto liguem-se no Spotify e vão acompanhando.

Mas antes deixo uma nota muito importante à tripulação: esta é a minha opinião mais espontânea e altamente subjetiva sobre o álbum. Não percebo nadinha de nada de música, não toco nenhum instrumento e nem consigo avaliar criticamente uma canção. Isto é, a minha crítica é "gosto" ou "não gosto" só pela empatia e pouco mais. Por isso não me levem a sério. Ah, também vou muito pela melodia mas especialmente pela letra (e é isso que vou ter mais em conta). Pesquisei muito pouco sobre as músicas até este ponto porque eu gosto primeiro de ter a minha impressão, sem me sentir condicionada com o que li. Feita a nota, vamos a isso:

Começamos com Eraser. É o bonito regresso de Ed Sheeran ao hip hop e rap à sua maneira. Andava apoquentada com os singles que tinha vindo a disponibilizar - não havia aquela ponta de gangsta que eu tanto gosto dele e que ele sempre teve, desde o início. Depois lançou esta música e eu sosseguei o meu coração. Afinal ele está mesmo de volta! A letra é altamente pessoal e fala da dificuldade que é ser famoso, rico e tentar manter-se com os pés assentes na terra. Ao mesmo tempo, há demasiadas tentações e acaba por nos dizer que a vida de estrela não é como a pintam. Na minha opinião, esta música é milhares de vezes melhor ao vivo do que na versão que está no álbum. Ouçam aqui:


Castle on the Hill mostra-nos um Ed nostálgico que regressa a casa. Sabe que perdeu muitas experiências normais por causa da sua escolha de vida, mas também sabe que as pessoas que mais gosta mantêm-se ainda ao seu lado. No entanto, o que define esta faixa é a nostalgia do regresso a casa, qual Frodo a voltar ao Shire depois da sua jornada do Anel. O videoclipe é muito bonito, é filmado na sua terra e as pessoas que aparecem no final com ele são mesmo os seus amigos que adoraram, claro, a música.


A terceira faixa é Dive. O início é tão Make it Rain, não é? Quase que não me consigo abstrair desses acordes iniciais tão semelhantes. Bom, mas aqui vemos o Ed mais vulnerável, que se quer entregar à sua babe mas não se quer magoar - é, portanto, um comum mortal. Por isso diz-nos no refrão "So don't call me baby, unless you mean it / Don't tell me you need me if you don't believe it / Let me know the true before I dive right into you". Bonito, não é? E altamente normal.


Logo logo a seguir vem a tão famosa Shape of You. É animadíssima, cheia de atitude, com um ritmo perfeito, é incrível para nos animar no trânsito e também na discoteca (já tive as duas experiências e confirmo a eficácia). É talvez a única música que não é tãaaao pessoal porque o Ed escreveu-a para a Rihanna, se não me engano. Depois acabou por ficar com ela, editou-a e colocou neste álbum. E fez muito bem, não acham? Quem é que ainda não abanou o esqueleto ao som dela? Hum?! O videoclipe também já está disponível e é WOW! Quem diria o nosso Eduardo todo gym fit? Todo sexy bom? Todo corpitcho maroto? Todo sensualão? Hum? Adoooooro!


Resfriando...

A faixa número 5 de Divide é perfeita. É mesmo, chama-se Perfect. É a sucessora de Thinking Out Loud e é inteiramente inspirada na sua mais-que-tudo Cherry. Vai ser a nova música dos casamentos e de todos os apaixonados deste mundo. Mas a verdade é uma, até arrepia! Podemos dizer que não somos nada destas coisas - e deste lado, isso é um facto - mas todas nós desejaríamos, nem que seja secretamente, que alguém nos escrevesse algo assim. Nesta letra o Ed fala de como gostaria que esta relação evoluísse para algo mais concreto (tipo criançada com ranho). É nela que vê o seu futuro e com quem se sente realizado e feliz. É uma música super romântica, tão lindinha, tão Disney... Que acredito que se vai tornar num clássico não tarda. Adoro. Talvez não seja a minha favorita de todas porque eu sou bem esquisitinha com as músicas românticas - já vos digo qual é a minha onda - mas esta é qualquer coisa e, honestamente, acho que é bem melhor do que a balada anterior. Mas digam-me vocês o que acham.


Galway Girl é das minhas favoritas e aquela por quem o Ed teve que se zangar, bater o pé e virar algumas mesas para conseguir incluir no álbum. Todos achavam que não ia ter sucesso nem ser bem recebida pelo público. Ed por mim já ganhou! Fizeste muito bem em insistir! Mais uma vez fala sobre a sua namorada e de um date que tiveram na Irlanda. Daí o som tão típico (que eu sempre me senti muito atraída). A letra é tão genuína e fluída que parece que estamos a visualizar essa noite no bar. O vocabulário do Ed parece interminável. Um homem que saiba escrever (e falar, já agora) é um homem para manter por perto.


A seguir vem a balada a todas as ex namoradas. E eu nem sequer sabia que isto podia existir... Mas em Happier está a prova de que o Ed pode escrever sobre tudo e cantar sobre tudo porque ele é um fofo. E ponto final. Bom, mas aqui ele fala dos erros cometidos e de saber que no fundo, todos seguiram o seu caminho e agora estão mais felizes. Aqui tenho que fazer um parênteses, eu ainda sou totalmente team-Athina-Andrelos (a ex namorada e a musa de Thinking Out Loud) até me provem o contrário. A miúda é tudo de bom, sigo-a no Instagram, é hilariante e talentosa - e também é grega, o que é bom. Acho que faziam um casal lindo. Que esta música signifique que ao menos os meninos se dão bem e são felizes a conviver pacificamente pelas ruas de Londres.


New Man é uma canção hilariante e tão irónica que quase que podia ser escrita por mim e pelas minhas amigas... Basicamente, o Ed fala sobre o ex namorado da sua atual namorada quando eles ainda namoravam (estão a acompanhar-me?). Portanto já estão a perceber o azedume todo. Mas no fundo podemos extrapolar esta letra para a vida de qualquer uma de nós. Quem nunca comentou a sapata da fulaninha que anda com o "nosso" babe? Ou o eyeliner azul? Ou até mesmo aquela alça do sutiã de silicone à mostra? Ou o facto dela não saber a diferença entre "adesão" e "aderência". Vá, vamos admitir que já todas nós comentamos coisas assim. E tem tanta piada... Bom, nesta canção, podem contar com isto e mais. E ainda alguns versos incrivelmente engraçados e reais como: "I still looking at your Instagram and I'll be creeping a little / I'll be try not to double tap, from way back / 'Cause I know that's where the trouble's at" ou "Your new man rents a house in the 'burb / And wears a man bag on his shoulder, but I call it a purse". É de rir!!! Aiii, como me identifico com esta canção... Mas ouçam por vocês:


A nona faixa é Hearts Don't Break Around Here e é uma nova canção de amor. Mais uma vez, sobre a Cherry e sobre a segurança que sente com ela e com a sua relação. Enaltece também as suas qualidades e claro que é bonita e romântica e tudo de bom. E todas nós temos muita inveja, não é mesmo? ;)


What Do I Know? é também uma boa música. O Ed foi aconselhado pelo pai a nunca falar de política, religião e a meter-se em discussões que não lhe dizem respeito. E o Ed sempre se manteve fiel a esse conselho. Nesta canção ele mostra um lado mais revolucionário mas muito peace & love e vamos ter calma, sentar, amar e tocar viola e todos os problemas do mundo vão parecer automaticamente mais pequenos. Bom, gostei muito do esforço mas gostei ainda mais do ritmo e de pequenas dicas no meio como: "Just re-remember life is more than fittin' in your jeans". Ele que o diga... É uma música tão boa onda, tão bem disposta e tão honesta... Gosto que aborde temas mais amplos do que a sua Cherry - até eu já estou enjoada de escrever o nome dela.


Chegamos ao tema favorito do Ed e da sua fofa: "How would you feel (Paean)". É a única música que eu ainda não consegui achar particular graça. Não me soa a nada novo. Parece-se com Tenerife Sea mas como eu a-do-ro Tenerife Sea, esta parece-me sempre pior. Bem, pior também não, mas menos memorável, pronto. Mais uma vez, uma canção de amor, uma declaração à sua companheira. Aliás, pelo que pesquisei, Paean é o nome do meio de Cherry e ela foi bastante gozada por causa disso. O Ed, fofo, quis usá-lo e torná-lo em alguma coisa fixe. Se usasses o meu nome feio numa música ficavas a dormir no sofá durante 15 dias.


Supermarket Flowers é a canção que nos deixa a todas com uma lágrima no canto do olho. Na verdade vão chorar baba e ranho, pronto. O Ed canta sobre a morte da sua avó e de como ela foi uma pessoa muito presente e querida na sua vida. E conta-nos tudo com tanta honestidade, é tão genuíno que é impossível não nos comovermos com a história - infelizmente, a maioria de nós já passou por momentos assim, não é? Bom, Supermarket Flowers é a nova Afire Love (que fala sobre a morte do seu avô).


Das músicas mais animadas de Divide é Barcelona. Cheio de ritmos calientes e com um som incrível. Estou um bocado viciada nela, devo confessar. E ouvir o Ed dizer algumas palavras em espanhol... hoy, mui rico cariño!


Bibia Be Ye Ye. Sim, este é o nome da música, não estou a gozar convosco. Tem uma grande influência dos sons de África, por onde o Ed andou durante uns tempos em 2016. E resultou numa música animada sobre uma noite de borracheira como já todos nós tivemos (quem?! eu?!) onde perdemos coisas, enviamos mensagens a quem não devemos, não nos lembramos de grande coisa, encontramos coisas estranhas nos nossos bolsos e acabamos por nos arrepender no dia seguinte... Mas sabemos que aconteça o que acontecer, é para repetir. É muito bem disposta e parece quase como o novo Hakuna Matata, sabem?, e é tão inesperada e diferente de tudo o que ele já fez... Gosto muito.

A penúltima faixa chama-se Nancy Mulligan e também é das minhas favoritas. Ed Sheeran conta-nos, literalmente, a história de vida e de amor dos seus avós William Sheeran e Nancy Mulligan. Qual Romeu e Julieta, qual quê? Têm que ouvir o som maravilhoso desta canção e ler a letra com atenção. Vão passar o dia a cantarolar de tão catchy que é. E que bonita homenagem deste menino aos seus avozinhos...


Save Myself é a última faixa de Divide. É triste e totalmente honesta. Fala-nos de como se aproveitam dele e de como ele sente essa pressão e essa energia sugada de uma forma tão profunda e de como ele tem de se proteger, de cultivar o seu amor próprio e criar defesas para conseguir lidar com algumas destas situações sem se magoar como até aqui. Acho que esta é a essência da sua retirada da parada por um ano. É aqui que ele acaba por explicar o que sentia. É tão transparente e tão genuína que acaba por arrepiar. Tem versos incríveis e os meus favoritos são: "My dad was wrong / 'Cause I'm not like my mum /'Cause she'd just smile and I'm complaining in a song". Têm mesmo que ter em atenção toda a letra da música.


Bom, Divide é para ouvir com o coração e ler as letras e ir ao YouTube ver versões live que este miúdo tem um talento fora do normal e todas as músicas soam melhor quando ele está sozinho em palco com a sua viola e o seu pedal de loop.

Depois digam-me o que acharam ;)

P.S. E esta semana não falamos de filmes.


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